Como Abrir um Negócio

quinta-feira, março 24, 2011

Como Abrir - Montar uma Empresa de Comunicação Visual

Empresa de sinalização - banner - comunicação visual
Apresentação do Negócio
Desde a pré história a humanidade já se comunicava através de imagens. Pinturas nas paredes das cavernas narravam suas histórias. Embora já fizesse uso da escrita, ao longo dos séculos, a humanidade continuou utilizando imagens para se comunicar. Os instrumentos foram aperfeiçoados: na antiguidade as imagens eram feitas com carvão, resinas vegetais e pedras. Na atualidade, usa-se tintas preparadas com pigmentos que permitem uma infinidade de tons de cores.
      Com o avanço tecnológico, não só os processos de fabricação e preparo das tintas evoluíram: as pessoas, na contemporaneidade podem contar com modernas técnicas para a produção de imagens, sejam impressas ou digitais.
      A transmissão de um pensamento ou idéia por meio de signos visuais é chamada de comunicação visual. Os signos visuais são um conjunto de imagens que transmitem a idéia desenhada, por meio de uma relação entre texto e imagem.
      A publicidade se utiliza da comunicação visual, através de veículos visuais para promover e divulgar produtos e empresas.
      São veículos visuais: Outdoor: cartazes, painéis e luminosos;
      Publicidade direta: prospectos, folhetos, cartas, catálogos.
      Uma Empresa de Sinalização, Banner, Impressão e Plotagem oferece serviços de impressão gráfica, para publicidade.
      Este documento contém informações importantes para o empreendedor que queira montar uma Empresa de Sinalização, Banner, Impressão e Plotagem, mas não substitui o Plano de Negócios. Para obter informações sobre Plano de Negócios, o empreendedor deve procurar o SEBRAE mais próximo.

Empresa de sinalização - banner
Mercado
"O mercado das Empresas de Sinalização, Banner, Impressão e Plotagem está relacionado diretamente ao mercado de indústrias gráficas, justificado pelo fato de oferecerem principalmente serviços e produtos gráficos. .
      Segundo o Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil 2009 realizado pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf em parceria com SEBRAE existem 20.295 unidades gráficas, das quais, 19.930 (98,25%) são comerciais, 142 religiosas, 122 sindicais e 101 públicas.
      O setor gráfico é responsável por aproximadamente 1,5% do faturamento total da indústria de transformação nacional. A Região Sudeste concentra o maior número de unidades produtivas (53,8%); seguida do Sul, com 23,3%; Nordeste, com 12,5%; Centro-Oeste, com 7,4%; e Norte, com 3,0%.
      Embora seja um mercado concorrido caracterizado pela disputa entre grandes e médias empresas com micro e pequenos produtores, segundo Alfried Plöger (s.d), presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf o aumento da renda da população ampliará a demanda por produtos gráficos. “Verifica-se, ainda, tendência de maior crescimento do valor adicionado dos impressos em relação aos volumes produzidos, devido à procura por itens mais sofisticados”.
     
      Ameaças e oportunidades
      As oportunidades de negócios são definidas pelas possibilidades de bons resultados que o empreendedor vislumbra ao implantar um novo empreendimento.
      O conhecimento real das possibilidades de sucesso somente será possível através de pesquisa de mercado.
      Uma pesquisa não precisa ser sofisticada, dispendiosa - em termos financeiros - ou complexa. Ela pode ser elaborada de forma simplificada e aplicada pelo próprio empresário, para estudar a concorrência já instalada, os preços praticados e características gerais do público que pretende atingir. O risco de abrir as portas sem conhecimento do ambiente local é muito grande.
     
      Oportunidades:
      - Atender o mercado de feiras e eventos. Segundo dados do SEBRAE SC, “as feiras e eventos proliferam pelo país afora e a tendência é de que o mercado continue a crescer”.
     
      As ameaças são representadas por todas as possibilidades de insucesso que o futuro empresário pode identificar para o novo negócio. A realização da pesquisa sugerida fornece subsídios para a previsão de dificuldades que poderão aparecer pelo caminho. A pesquisa realizada com empreendedores deste setor, identificou as ameaças abaixo listadas como sendo as mais significativas:
     
      Ameaças:
      - A concorrência praticada pelas gráficas informais;
      - A escassez de mão de obra qualificada, segundo Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil 2009;
      - Aumento dos preços dos insumos.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de serviço de pedalinhos

Empresa de serviço de pedalinhos
Apresentação do Negócio
Esse negócio está relacionado ao lazer, a momentos agradáveis em família, ou à descontração entre amigos ou namorados. Lembra as imagens de cartão postal, em um ambiente tranqüilo com um lago de águas paradisíacas emoldurado por crianças brincando sorridentes nas margens e pedalinhos ao fundo. Pedalinho combina com final de semana, com passeio de bicicleta, com trilha ecológica e com um passeio familiar de caiaque.

Pedalinhos são pequenas embarcações para um ou mais passageiros que acionam suas pás através de pedais. Podem ser encontrados em parques com lagos, hotéis, resorts, praias, barragens, etc.

Geralmente os pedalinhos são encontrados em áreas destinadas aos esportes náuticos em geral, tais como competições de jet ski, motonáutica e stock boat, além de locais para pesca e turismo ecológico, o que proporciona a possibilidade de desenvolver uma atividade relacionada a um passeio bucólico em família, em contato com a natureza, gerando alegria e prazer.

Além dos modelos tradicionais de fibra para duas pessoas, podem ser encontrados nas mais diversas versões, tais como: pedalinhos elétricos para portadores de necessidades especiais, pedalinhos para 3 ou 4 pessoas, pedalinho família para seis pessoas e pedalinho com escorregador, que além do passeio permite um gostoso banho no lago.

O público alvo desse segmento é composto por crianças de todas as idades, mas também é convidativo para um passeio romântico a dois.

Este documento não substitui o Plano de Negócio. Para elaboração do plano consulte o SEBRAE mais próximo.

Empresa de serviço de pedalinhos
Mercado
Não há informações sobre o tamanho do mercado de serviços de pedalinho. Entretanto o crescimento desse segmento está relacionado ao desenvolvimento de uma infra-estrutura voltada para a revitalização dos espaços de lazer e esporte em contato com a natureza, através da promoção do turismo interno por meio de programas e atividades de lazer e esportes.

O mercado do lazer e turismo no Brasil tem aberto novas oportunidades de negócios, não somente em segmentos tradicionais, mas em novas áreas como serviços de recreação e atividades esportivas.

Segundo especialistas, o segmento de lazer e recreação no Brasil é um dos mercados que mais cresce no mundo nos dias de hoje. Portanto, a expectativa é de que esse mercado continue em fase de grande crescimento.

Em seu livro, O Mercado de Trabalho na Atividade Econômica do Turismo no Brasil, Jorge S. Arbache, selecionou entre as subdivisões dos setores de atividade econômica, aquelas atividades associadas ao turismo, a partir das variáveis da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Ele cita as agências e empresas de turismo, serviços de hospedagem, serviços de diversão compreendendo: aluguel de pedalinhos, barcos, promoção de festas, boates, conjuntos de dança folclórica, escolas de samba, além do comércio de lembranças e locação de veículos. O autor acredita que o turismo tem o poder de colaborar para a redução da pobreza através da geração de renda e ocupação

Segundo o Ministério do Turismo, em dez anos o turismo no Brasil deverá movimentar US$ 140 bilhões, e deve se apoiar cada vez mais no mercado interno.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de revisão e manutenção de embarcações

Empresa de revisão e manutenção de embarcações
Apresentação do Negócio
Quando se fala de barcos a manutenção é, sem dúvida, um dos componentes que merecem maior atenção. Dela tanto depende um grande dia de lazer ou trabalho como a própria segurança de tripulantes e passageiros.
 
Independentemente das condicões de navegação em mar aberto ou hidrovias interiores, a parceria entre marinheiro e mecânicos na realização da correta manutenção de uma embarcação permite que seus ocupantes tenham maiores chances de usufruir de momentos tranquilos e chegarem ao porto em segurança. Peças, engrenagens ou partes de sistemas de equipamentos expostos às condições de salinidade, calor, umidade, etc. ficam sujeitas a quebras ou mau funcionamento. Para realizar revisões ou mesmo evitar que falhas ocorram, o mecânico naval provê os serviços de manutenção adequados, previstos pelo fabricante da embarcação, quando solicitada por seu marinheiro e/ou proprietário.
 
Para quem tem um barco realizar a manutenção é uma tarefa constante, e contar com uma boa empresa de prestação de serviços de revisões e manutenção é essencial. Para os empreendedores que possuem habilidades gerenciais e técnicas em áreas como carpintaria, mecânica, eletricidade dentre outras e que gosta de atividades náuticas, este é um segmento que oferece oportunidades de trabalho e renda num ambiente cercado de água, emoção e responsabilidade.
 
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.
 
Empresa de revisão e manutenção de embarcações
Mercado
O potencial náutico do Brasil é um dos maiores do mundo, devido à sua grande e diversificada costa, imensas bacias hidrográficas e clima quente propício ao uso de embarcações para esporte ou trabalho. Todavia, somos ainda um mercado pequeno. A relação de barco por habitante no país é de aproximadamente 1/1600, de acordo com pesquisa recente divulgada pela ACOBAR – Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos.
 
Esta mesma relação nos EUA é de 1/20, na Inglaterra de 1/66, na Itália de 1/125. A quantidade de embarcações no Brasil é ainda muito pequena se compararmos com estes países. Calcula-se que, em condições econômicas internas mais favoráveis, o Brasil deveria ter perto de 300.000 embarcações (relação de 1/1500) de esporte e recreio hoje, o que significa um déficit de 200.000 barcos, aproximadamente. A nossa produção atual não passa dos 3.000 barcos/ano, enquanto somente um estaleiro norte americano produz 50.000 unidades/ano.
 
Hoje no país, temos registrado aproximadamente 112.000 barcos de recreio, 900 lojas, 400 clubes e marinas, gerando cerca de 117.000 empregos diretos e indiretos.
 
A indústria náutica é um setor pulverizado e constituído de pequenas e médias empresas. A construção de barcos cristaliza uma enorme quantidade de mão-de-obra pelo fato de ser uma atividade predominantemente artesanal.
 
Em relação aos barcos de trabalho a nova política brasileira para o petróleo, que permite contratos com empresas estrangeiras para a exploração de novos campos na plataforma continental, fez com que não só a Petrobrás expandisse a sua área de atuação, mas também, que outras companhias se instalassem no Brasil, aumentando sensivelmente a demanda de embarcações e equipamentos de Apoio Marítimo.
 
O setor tem outras características tais como:
Exigência de pequeno investimento fixo;
Capacidade de gerar 7.400 empregos diretos e indiretos por cada 1000 embarcações construídas.
Grande capacidade de gerar empregos em toda a cadeia náutica composta de: fornecedores de insumos e serviços, fornecedores de motores, lojas, clubes, marinas, cursos, manutenção, turismo e eventos;
Matérias primas básicas utilizadas: fibra de vidro, resina, gel, madeira e aço inox;
 
Existem hoje 151 estaleiros (formalmente registrados) em atividade no país e a produção média é de 3,3 mil barcos/ano (dado de 2005). Cerca de 73% das embarcações construídas têm até 23 pés de tamanho.
   
Outros números do setor:
Marinas, iates clubes e garagens náuticas: 654;
Oficinas, acessórios e implementos: 1.242.
 
Fonte: ACOBAR – Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
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Como Abrir - Montar uma Empresa de outdoors

Empresa de outdoors
Apresentação do Negócio
A tradução literal da palavra outdoor é “do lado de fora da porta”. Em vários países do mundo, a palavra outdoor designa todo e qualquer tipo de propaganda, mídia, colocada externamente, ao ar livre.
Mídia exterior é a denominação genérica dos meios de comunicação que expõem propaganda ao ar livre. Atualmente, a mídia exterior tem apresentado crescimento significativo no meio publicitário nacional. Pode também ser chamada mídia extensiva, mídia ao ar livre ou mídia alternativa.
São exemplos de mídia exterior: o outdoor, frontlight, backlight, busdoor, taxidoor, mídia em metrô, painel digital, triedro, letreiro luminoso, painel rodoviário, mobiliário urbano, painel de relógio de rua, testeira de ponto de ônibus, protetor de árvore, sinalizador de nome de rua ou placa de esquina, barreira de pedestre, lixeira urbana.
Importante observar que, segundo a Central de Outdoors, no Brasil, há uma diferenciação entre outdoor e propaganda ao ar livre em geral. Mesmo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa prevê dois significados para a palavra: "(1) Designação genérica de qualquer propaganda (painel, letreiro luminoso, parede pintada, etc.) exposta ao ar livre e que se caracteriza por forte apelo visual e comunicação instantânea. (2) Restritivamente, grande cartaz com essas qualidades colocado no exterior, à margem das vias públicas ou em pontos de boa visibilidade."
O fato é que, por costume ou convenção, atualmente, no Brasil, denomina-se o outdoor a tabuleta de 9 metros de comprimento por 3 de altura, onde são afixadas 16 ou 32 folhas de papel que, em seu conjunto, formam a mensagem.
Todos os demais tipos de propaganda ao ar livre não devem ser considerados como outdoor. Assim, o outdoor é uma das formas de se fazer propaganda ao ar livre. Todo outdoor é uma propaganda ao ar livre, mas nem toda propaganda ao ar livre é um outdoor.

Empresa de outdoors
Mercado
O bom desempenho da economia brasileira em 2007 se refletiu também no mercado publicitário, que atingiu um faturamento total de R$ 26 bilhões, de acordo com dados do Projeto Inter-Meios. O resultado é 9% superior ao de 2006, o que, considerando-se a inflação do período, representa um crescimento real de 5%. O cálculo inclui as verbas destinadas à produção de peças publicitárias e os investimentos em veiculação. Veja a evolução em faturamento anual do mercado publicitário brasileiro:
• 1998 – R$ 8,6 bilhões;
• 1999 – R$ 8,8 bilhões;
• 2000 – R$ 10,9 bilhões;
• 2001 – R$ 10,4 bilhões;
• 2002 – R$ 10,7 bilhões;
• 2003 – R$ 12,2 bilhões;
• 2004 – R$ 15,4 bilhões;
• 2005 – R$ 17,7 bilhões;
• 2006 – R$ 19,3 bilhões.
O segmento de mídia exterior ficou em 5º lugar em faturamento publicitário em 2007. Veja a participação dos meios nesse ano:
• TV – 59,2%;
• Jornal – 16,3%;
• Revista – 8,5%;
• Rádio – 4,0%;
• Mídia exterior – 2,8%.
Segundo a Central de Outdoor (dados de 30/01/08), existem 33.053 outdoors em mais de 17600 locais no Brasil, distribuídos da seguinte forma por região:
• Norte: 1328 outdoors em 847 locais;
• Nordeste: 7847 outdoors em 4576 locais;
• Sudeste: 12788 outdoors em 6222 locais;
• Sul: 8323 outdoors em 4491 locais;
• Centro-Oeste: 2767 outdoors em 1501 locais.
Contudo, devido a novas políticas municipais de “limpeza urbana”, algumas cidades (como São Paulo) estão aprovando leis que limitam ou até proíbem a utilização de mídia exterior. O objetivo é diminuir a poluição visual causada pelo uso excessivo dos meios disponíveis de mídia exterior.
Diante deste contexto, faz-se necessário uma pesquisa aprofundada sobre a legislação vigente e sobre projetos de lei na sua cidade relativos ao segmento publicitário, principalmente de mídia exterior, antes de investir em uma empresa de outdoor. 
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
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Como Abrir - Montar uma Empresa de Mudanças

Empresa de mudanças
Apresentação do Negócio
Mudanças é um negócio que está relacionado ao transporte e apoio para mudanças residenciais e comerciais.

Atualmente o transporte é realizado em veículos modernos, com a utilização de equipamentos que propiciam o transporte e acondicionamento de móveis, objetos e aparelhos eletrônicos que exigem cuidados especiais.

O negócio de transporte de mudanças envolve uma série de atividades tais como:
- Embalagem de móveis, eletrônicos, microcomputadores, espelhos, tampos de vidro, objetos de mármore e granito, roupas;
- Transporte;
- Guarda de móveis, equipamentos e objetos de arte e decoração;

Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.
 
Empresa de mudanças
Mercado
O mercado de transporte de cargas, envolvendo mudanças, é realizado através de veículos pesados, e o sua expansão pode ser identificada pelo crescimento do volume de vendas de veículos novos. Segundo informações da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotivos – FENABRAVE -, o mercado de venda de veículos pesados teve um crescimento expressivo de 24% em 2008. Foram 149.619 caminhões e ônibus em 2008 contra 120.846 em relação ao ano anterior. As projeções para 2009, somente relacionadas ao segmento de caminhões indicam um crescimento de 2,30%.

Ótimas oportunidades no ramo de mudanças estão surgindo no segmento corporativo, quando as empresas estão terceirizando várias atividades com o objetivo de reduzir custos, entre elas a que está recebendo atenção especial é o transporte de móveis, máquinas e equipamentos.

Um nicho de serviço que vem ocupando espaço está relacionado à guarda temporária de móveis, equipamentos, utensílios de casa ou escritório. Este serviço é bastante procurado por pessoas que precisam acomodar por algum tempo os seus pertences, seja por motivo de viagem de natureza diversa, ou até fechar um negócio de imóvel residencial ou comercial. Envolve o transporte, a guarda temporária, e novo transporte.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
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Como Abrir - Montar uma Empresa de limpeza, manutenção e polimento de pisos e pedras

Empresa de limpeza, manutenção e polimento de pisos e pedras
Apresentação do Negócio
A rotina atribulada das pessoas, a preocupação com o bem-estar, o aumento da expectativa de vida, a dedicação de mais tempo ao esporte e ao lazer, entre outros fatores, têm aumentado a demanda por serviços no Brasil. Paralelamente, o triunfo da Terceirização como conceito gerencial e estratégico alavancou o mercado de prestação de serviços, e fez florescer um contingente significativo de novas empresas.
Ao todo, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o setor já emprega mais de 13 milhões de pessoas - pouco menos que os trabalhadores do comércio e indústria somados. De acordo com analistas, a forte alta dos serviços serviu para amortecer os efeitos da crise mundial no mercado de trabalho. Em 2009, um em cada dois empregos criados no Brasil foi alocado no setor de serviços.
A Federação Nacional de Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) acredita que metade do mercado de limpeza institucional na área privada (que representa 40% do mercado total) funcione no modelo de Terceirização. A fatia é maior nos grandes centros e nas regiões Sul e Sudeste do País. No setor público, que representa cerca de 60% desse mercado, o índice de terceirização se aproxima dos 90%, segundo a Febrac.
Ambiente limpo é um dos critérios básicos que as pessoas levam em conta ao decidir por um produto ou serviço. Um local sujo ou mal cuidado, portanto, afugenta o consumidor. Assim, a limpeza constitui-se num atributo obrigatório para hotéis, restaurantes, lanchonetes, clubes, hospitais, supermercados, shopping centers, academias de ginástica, salões de beleza, entre outros.
Em geral, por razões estéticas, de manutenção e de durabilidade, as instalações físicas desses estabelecimentos utilizam diversos tipos de pedras ornamentais em pisos e paredes. Genericamente, as rochas aplicadas na arquitetura e decoração dividem-se em duas categorias: naturais e tratadas. As primeiras são usadas sem polimento, com seu aspecto original preservado. Oferecem boa resistência às intempéries, razão pela qual detém a preferência dos arquitetos e decoradores na hora de escolher o revestimento de áreas externas como fachadas, beiras de piscina, composições de paisagismo. As pedras permitem um variado leque de tratamento, com a finalidade de explorar o potencial de brilho e valorizar texturas e cores.
Entre os pisos frios mais utilizados em projetos de arquitetura e decoração encontram-se: ardósia, cerâmica, granito, granilite, lajota, mármore, marmorite, pedra goias, mineira, de São Tomé, mosaico, Miracema, cimento, basalto, além dos emborrachados (plurigoma) e vinílicos (tipo paviflex/ decorflex), entre outros.
De maneira geral, pisos e pedras são limpos em procedimentos secos ou úmidos. A limpeza seca utiliza uma vassoura hidrostática ou um “mop”, espécie de vassoura com panos absorventes na extremidade, que serve tanto para retirar a sujeira quanto para aplicação de produtos. A limpeza úmida pode ser feita manualmente ou de forma mecanizada, com o uso de lavadoras automáticas. Em ambos os casos, utiliza-se detergentes adequados ao tipo de sujeira existente.
A manutenção costuma ser realizada com o uso de selantes e impermeabilizantes. Estes não resistem aos danos provocados por óleos, graxas, solventes, entre outras substâncias. Além dos produtos básicos para tratamento e proteção de pisos e pedras, existem aqueles destinados a dar brilho, que podem ser aplicados cumulativamente. Porém, após um período de tempo, torna-se necessário retirar todas as camadas sobrepostas - por meio de um processo chamado limpeza profunda - e refazer a proteção.
Independente do tipo de pedra utilizada no revestimento, é recomendável o uso de produtos que garantam proteção adicional, evitando que a sujeira penetre no piso. A conservação da camada protetora dependerá de variáveis como tipo de piso e frequência de tráfego, entre outras.
Pisos tratados e impermeabilizados propiciam manutenção rápida e econômica. Os poros fechados dificultam a penetração de sujidades, reduzindo a utilização de ceras, removedores, discos para enceradeiras, água, energia elétrica e equipe de limpeza. Quanto mais tempo o piso permanecer tratado, maior será sua vida útil.
 
Empresa de limpeza, manutenção e polimento de pisos e pedras
Mercado
De acordo com a Associação Brasileira do Mercado Institucional de Limpeza (Abralimp), o setor de limpeza profissional movimenta cerca de R$ 8,4 bilhões ao ano, congrega 13 mil empresas e emprega 1,5 milhão de pessoas. A maioria (70%) são pequenos empreendimentos, com menos de vinte funcionários.
O mercado está concentrado nas Regiões Sul e Sudeste. Impulsionado pelos contratos governamentais, o Distrito Federal também aparece como forte consumidor deste tipo de serviço. A Região Sudeste responde pela maior parte do faturamento e do número de funcionários do setor, enquantoo Nordeste supera a Região Sul nesses dois quesitos.
Antes de abrir um negócio de limpeza, manutenção e polimento de pisos e pedras, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
•        Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado alvo;
•        Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
•        Participação em seminários especializados.
Após investigar e analisar as variáveis de mercado, o empreendedor estará apto a se posicionar melhor neste segmento.
De acordo com empresários do setor, uma pequena empresa de limpeza de pisos pode faturar, em média, R$ 200 mil por ano, e lucrar 25% em igual período. O prazo estimado para retorno do investimento situa-se ente 12 e 15 meses. Além da limpeza, os serviços prestados incluem manutenção, restauração, impermeabilização, conservação e tratamento de pisos frios internos e externos. 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
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Como Abrir - Montar uma Empresa de criação de website

Empresa de criação de website
Apresentação do Negócio
Antes de começarmos a abordar o tema Empresa de Web Site, é importante falarmos sobre a história da Internet, no Brasil e no mundo. Como e quando surgiu.
A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria. Criada com objetivos militares seria uma das formas das forças armadas norte-americanas manterem as comunicações em caso de ataques inimigos que destruíssem os meios convencionais de telecomunicações. Nas décadas de 1970 e 1980, além de ser utilizada para fins militares, a Internet também foi um importante meio de comunicação acadêmico. Estudantes e professores universitários, principalmente dos EUA, trocavam idéias, mensagens e descobertas pelas linhas da rede mundial.
Foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a população em geral. Neste ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Muitos dizem que foi a maior criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950.
A década de 1990 tornou-se a era de expansão da Internet. Para facilitar a navegação pela Internet, surgiram vários navegadores (browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator. O surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços online contribuiu para este crescimento. A Internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais.
A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991, com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Até hoje a RNP é o "backbone" principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.
Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.
Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.
Os estudantes passaram a buscar informações para pesquisas escolares, enquanto jovens utilizavam para a pura diversão em sites de games. As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para um bate-papo virtual a qualquer momento. Desempregados iniciaram a busca de empregos através de sites de agências de empregos ou enviando currículos por e-mail. As empresas descobriram na Internet um excelente caminho para melhorar seus lucros e as vendas online dispararam, transformando a Internet em verdadeiros shoppings centers virtuais.
Nos dias atuais, é impossível pensar no mundo sem a Internet. Ela tomou parte dos lares de pessoas do mundo todo. Estar conectado a rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos locais, possibilitando acesso às informações e notícias do mundo em apenas um click.
Nos últimos anos, temos visto uma nova fase da comercialização. Originalmente, esforços comerciais eram dirigidos aos vendedores que proviam os produtos básicos da rede e aos provedores que ofereciam conectividade e serviços básicos da Internet.
A Internet agora se tornou quase uma "commodity" e muita atenção tem sido dada recentemente ao uso de sua estrutura global de informação para suportar outros serviços comerciais. Isto tem sido tremendamente acelerado pela rápida adoção dos browsers e da tecnologia Web, permitindo aos usuários acessar a informação “linkada” em qualquer lugar do globo.
Produtos estão disponíveis para facilitar a provisão desta informação e muito dos últimos desenvolvimentos em tecnologia tem sido no sentido de permitir cada vez mais sofisticados serviços de informação no topo da base das comunicações de dados da Internet.
É neste universo eletrizante que surgem as empresas “especializadas” em desenvolvimentos e criação de Sites.

Empresa de criação de website
Mercado
"Economia do século 21", "Economia digital emergente", "Economia clique aqui”, "Webeconomia". Esses são alguns dos termos utilizados para definir a abrangência da economia baseada na Internet, bem como seus impactos na economia tradicional.
O uso da Internet visando à geração de negócios ainda é muito baixo no Brasil. Entre as empresas que possuem página na Internet, 48% disponibilizam preços e catálogo de produtos e serviços para os consumidores, 34% oferecem suporte pós-venda, 23% aceitam pedidos e reservas de produtos e serviços e 10% possuem recursos para transações completas e meios de pagamentos via web.
A discrepância do ponto de vista dos negócios é que os números mostram um ávido exército de consumidores circulando nas páginas da Internet e, ainda assim, mais da metade das empresas não possui um espaço na Internet. Entre as que possuem, 37% não apresentam nenhum dos recursos pesquisados.
Empresas do mercado de TI, como "montadoras de computadores", consultoria de redes, desenvolvedoras de softwares, também resolveram se aventurar no mercado de Internet, e julgam-se preparadas para planejar e implementar um projeto WEB profissional.
Com esta oferta enorme de empresas de WEB, infelizmente os preços e, principalmente, a qualidade dos projetos caíram a níveis nunca imaginados. Empresas profissionais e especializadas são obrigados a concorrer com profissionais recém-formados, sobrinhos, netos, primos, e quase toda a família dos clientes, que sempre tem alguém que diz "saber fazer um site" ou "entender de Internet".
Concorrem com empresas que não fazem idéia do que seja o planejamento e estudo de um projeto para Internet, questões ligadas ao marketing, a identidade visual, análise do público que se deseja atingir, de que forma conseguir que o cliente esteja bem posicionado nas pesquisas dos mecanismos de busca, questões legais que podem trazer prejuízos graves aos clientes.
Concluindo, estamos diante do completo amadorismo na Internet brasileira. Todos se acham capazes de planejar e desenvolver um projeto WEB. As empresas, infelizmente, estão fazendo sua seleção principalmente pelo fator preço e não qualidade, deixando de lado análises mais minuciosas do que estão contratando, e sem saber se o serviço contratado os atenderão de forma objetiva, dentro dos prazos, e com resultados para aquilo que esperam, analisa Helton Falusi, diretor da HTC.

Empresa de criação de website
Estrutura
O espaço físico suficiente para a implantação da empresa é de 35 metros quadrados.
Precisa haver espaço para pelo menos três pessoas trabalharem, com suas devidas mesas e cadeiras, computadores, impressoras, aparelhos de fax, telefones.
O importante também é que o espaço físico da empresa, os documentos, as pessoas, as máquinas, enfim, tudo aquilo que está interagindo para um objetivo final, seja um produto ou serviço, precisa estar bem ordenado, limpo, transmitir uma boa impressão a quem visitar o ambiente e também às pessoas que irão trabalhar no local.
Todos os recursos da empresa precisam estar muito bem ordenados para aperfeiçoar o processo que leva ao produto final ou à prestação do serviço.

Empresa de criação de website
Equipamentos
O empreendedor que for abrir uma empresa de desenvolvimento de Web Site, com certeza já terá conhecimento dos equipamentos necessários, visto que o perfil do empreendedor, neste caso, exige um bom conhecimento da atividade e estar com as pesquisas atualizadas.
Neste nicho de mercado existem grandes disputas e as grandes corporações tendem a dominar os espaços. O empreendedor precisa se preparar no quesito equipamento para poder participar de igual para igual nas disputas dos clientes. A tecnologia, neste caso, passa a ser um meio de tornar essa disputa mais justa, visto que a mesma está disponível tanto para os grandes quanto para os pequenos, basta estes saberem escolher as opções certas.
Segue abaixo uma descrição (mínima) dos equipamentos e tecnologia para uma empresa iniciar sua operação:
  • Computador para servidor (com configuração mais completa e pesada);
  • Computador para programador e Webdesigner (ou Notebooks);
  • Impressora / Copiadora;
  • Softwares (CorelDraw, Photoshop, Dreamweaver, Flash, Fireworks, Apache, MySQL, etc);
  • Rede wireless. 
     
    Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Empresa de consultoria virtual

Empresa de consultoria virtual
Apresentação do Negócio
Uma empresa de consultoria virtual é a nova forma encontrada por empresas para se diferenciar dos serviços ditos convencionais, ao realizar suas atividades através da internet, facilitando assim, a divulgação e o aumento da comercialização de produtos ou serviços, conquista de novos clientes e melhoria de sua  rede de relacionamentos.

A empresa deste perfil de negócio está num mercado considerado promissor, pois seu canal para a realização de negócios, a internet, está em franco  crescimento, expansão e sofisticação, com um público a cada dia maior. Além de ser um tipo de atividade que não requer um investimento inicial elevado, podendo ser montado com valores variando entre R$ 8.000,00 e R$ 40.000,00, este último com cinco funcionários.

A expectativa de retorno também é bastante aceitável e irá variar de acordo com o cliente e suas demandas e com os tipos de trabalho e serviços ofertados pelo empresário virtual. Uma empresa de consultoria virtual poderá realizar os mesmo serviços que uma empresa que atua de forma presencial, sendo esta a sua  melhor característica. Porém, este pode ser considerado também um limitador dos serviços, uma vez que o trabalho é feito a distância, sem que o consultor virtual realize visita in loco nas empresas contratantes dos serviços.

Diversas são as possibilidades para uma empresa de consultoria virtual atuar, mas o empreendedor deve buscar aquela na qual possui maior domínio técnico. As áreas de atuação mais buscadas nos ambientes virtuais são gestão empresarial, econômica, financeira, trabalhista, jurídica, contábil e comunicação. Contudo, o foco dessa Idéia de Negócio é a consultoria empresarial, cujos principais serviços oferecidos são a elaboração de planos de negócio, organização e elaboração de planilhas financeiras, realização de estudos econômicos, financeiros e de mercado, desenvolvimento de estratégias competitivas, planos de  financiamento e amortização, dentre outros.

Outra característica bastante importante está associada ao perfil dos profissionais, que devem possuir nível superior, estarem constantemente atualizados nas  ferramentas que surgem no mercado e nas diferentes tecnologias para a execução dos serviços, ter conhecimento técnico profundo e, preferencialmente, referências sólidas de trabalhos anteriores.

Empresa de consultoria virtual
Mercado
Atualmente, o Brasil se apresenta como um excelente país para se investir em negócios relacionados à prestação de serviços através da internet. Conforme  pesquisa realizada pela Razorfish, o Brasil possui a cultura mais digital do planeta e o maior percentual de pessoas conectadas à internet do mundo,  incluindo a classe C, com uma média de 26,7 horas por mês de conexão.

Segundo Antonioli (2010), há no Brasil cerca de 67 milhões de internautas, ficando este país em quinto lugar no mundo com conexões na internet. Nas áreas urbanas há uma maior concentração: 44% da população e 23,8% dos lares e residências estão conectados ao mundo virtual.

As empresas brasileiras, 97% do total, já perceberam esse nicho de mercado, que no ano de 2009 faturou R$ 4,8 bilhões e a expectativa para 2010 é de R$ 10 bilhões. O valor médio das compras pela internet é de R$ 323,00. (ANTONIOLI, 2010)

"Em quase todas as escalas, o brasileiro é o povo mais digital do planeta. Com programas como o novo Plano Nacional de Banda Larga do governo, o acesso se tornará ainda mais amplo e profundo”, afirmou Joseph Crump, vice-presidente sênior de estratégia e planejamento da Razorfish, ao ressaltar a importância da  classe C para essa mudança de paradigma. 

Dados de 2008 mostram que 33% da audiência da classe C hoje está na internet, em comparação a 44% da televisão, e que esta mesma classe deverá representar 45% do total do mercado de internet, destacando-se que 51% das compras online são de consumidores das classes C, D e E.

Conforme Venkatraman (2000), outra importante característica importante do mercado virtual é a inexistência de barreiras à entrada de custos reduzidos de  operação, principalmente se for um negócio de pequeno porte.

Além das características que o mercado digital tem apresentado, cabe destacar que o Brasil está em franco crescimento econômico, tornando-se um local  propício para a abertura de novas empresas e negócios. Conforme Oliveira (2010), a estimativa para aumento do PIB brasileiro tem terceiro aumento  consecutivo. A expectativa de crescimento do setor industrial brasileiro é de 11,37% e, para 2011, uma média de 4,5%. Em relação ao investimento direto  estrangeiro no país (recursos para o sistema produtivo), a expectativa é que no ano que vem o valor alcance R$ 38 bilhões. É justamente nesse foco que a  empresa virtual poderá operar.

Corroborando com este tipo de negócio, está cada vez mais fácil encontrar equipamentos sofisticados por preços acessíveis para a montagem de empresas e negócios que explorem a consultoria virtual. Por outro lado, do ponto de visto negativo, facilita também o acesso ao mercado, fazendo surgir um grande número  de concorrentes. 
 
Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Empresa de animação 3D

Empresa de animação 3D
Apresentação do Negócio
A representação de imagens em três dimensões remonta ao período da Renascença, quando pintores e arquitetos desenvolveram a técnica da perspectiva, o que possibilitou a representação de imagens em três dimensões sobre superfícies bidimensionais.
      Com o avanço tecnológico, foram desenvolvidos softwares que possibilitaram a produção gráfica em escala industrial e também a animação gráfica.
      Quando se fala em animação gráfica, fala-se em dar movimento, dinamismo, às imagens. “Essas representações, geradas no computador como instrumento de execução são comumente chamadas de ‘desenho animado’, ‘animação 3D’ e ‘maquetes eletrônicas’(JARCEM, 2008, pag. 2).
      O primeiro desenho animado foi produzido pelo artista plástico e ilustrador inglês James Stuart Blackton  e foi chamado de Homurous Phases of Funny Faces (Fases hilárias de rostos engraçados), em 1906.
      A animação ganha o cinema e aumenta a complexidade das produções. Para conseguir realizar produções de qualidade para um público cada vez mais exigente, os profissionais da animação utilizam  o conceito de Layout (ou storyboard). O storyboard  é a história representada em papel, com início, meio e fim, como se fosse uma revista em quadrinho, mas sem os balões de fala ou pensamento, nem as onomatopéias. As imagens são passadas para o computador e animadas.
      O empreendedor que trabalha com Empresa de Animação Gráfica em  3D, realiza esse trabalho: coloca imagens gráficas no computador e as anima, dando-lhes movimento e dinamismo.
      Nos anos 2000, as técnicas avançaram e atualmente tem-se animações em três dimensões nas áreas de entretenimento, marketing e publicidade e educação.
      O principal público das pequenas empresas de Animação Gráfica em 3D são as grandes produtoras de trabalhos em computação gráfica e as agências de propaganda e publicidade.
      Nesta “Idéia de Negócio” serão apresentadas informações importantes para o empreendedor que tem intenção de abrir uma Empresa de Animação Gráfica em 3D. Entretanto, este documento não substitui o Plano de Negócios, que é imprescindível para iniciar um empreendimento com alta probabilidade de sucesso. Para a elaboração do Plano de Negócio, deve ser consultado o SEBRAE mais próximo.

Empresa de animação 3D
Mercado
    O crescente número de longas-metragens com desenhos animados, e a chegada da televisão digital, traz consigo um conjunto de novas tendências que apontam uma estimativa de crescimento da produção de animações gráficas em 3D.
      Existem ainda, alguns mercados para a animação desconhecidos pelo grande público e que estão prestes a explodir nos próximos anos. Um deles é a animação para os novos modelos de celular que captam vídeos e imagens coloridas.
      O mercado publicitário também se mostra como uma grande oportunidade. Para esse público, a grande vantagem de utilizar animação gráfica em 3D é o fato de  não depender de locação de espaço para filmagens e de câmeras para gravação. Por isso, demonstra-se como uma opção mais barata que as existentes no mercado.
Ameaças e oportunidades
      As oportunidades de negócios são definidas pelas possibilidades de bons resultados que o empreendedor vislumbra ao implantar um novo empreendimento.
      O conhecimento real das possibilidades de sucesso somente será possível através de pesquisa de mercado.
      Uma pesquisa não precisa ser sofisticada, dispendiosa - em termos financeiros - ou complexa. Ela pode ser elaborada de forma simplificada e aplicada pelo próprio empresário, para estudar a concorrência já instalada, o tipo de público predominante na região em termos de capacidade aquisitiva, os gostos pessoais, a cultura e as expectativas que as pessoas têm em relação a uma Empresa de Animação Gráfica  em 3D.
      Também é importante pesquisar os preços praticados pelos concorrentes, o padrão de qualidade ofertado dos concorrentes, tanto em produtos quanto em serviços (atendimento).
      É muito grande o risco de abrir as portas sem conhecimento dos mercado concorrente e consumidor .
      As ameaças são representadas por todas as possibilidades de insucesso que o futuro empresário pode identificar para o novo negócio. A realização da pesquisa fornece subsídios para a previsão de dificuldades que poderão aparecer pelo caminho.
      Algumas ameaças e oportunidades desta atividade empresarial merecem destaque:
      Ameaças:
      - Retenção do consumo provocada pelo aumento do desemprego gerado pela crise econômica mundial afetando a demanda por produtos e serviços em todos os setores da economia.
      Oportunidades:
      - Vender serviços para empresas estrangeiras. O mercado de jogos e produções para TV é muito grande fora do Brasil. As empresas estrangeiras buscam em outros países, principalmente Índia e Brasil mão de obra especializada para realização de serviços por um custo inferior, como a moeda estrangeira vale o dobro da nacional esta oportunidade torna-se vantajosa.
      - Animação para celular.

Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Empresa de administração de arquivos digitais

Empresa de administração de arquivos digitais
Apresentação do Negócio
A humanidade gerou a mesma quantidade de informação nos últimos 50 anos que nos 5 mil anteriores. Esse número duplicará nos próximos 26 meses. Em 2010, a informação duplicará a cada 11 horas.
Cada vez mais estamos gerando mais documentos em papel. Segundo a AIIM International – Association for Information and Image Management International, EUA, a maior associação do mundo sobre gerenciamento da documentação, 95% das informações dos Estados Unidos estavam em papel em 1990. Este ano, cerca de 92% das informações ainda estarão em papel.
Essa avalanche de papel gera a cada dia maiores problemas:
  • Um executivo gasta em média quatro semanas por ano procurando documentos.
  • Faz-se, em média, 19 cópias de cada documento.
  • A imagem de um documento digitalizada a 200 dpi (pontos por polegada) e comprimida a 10:1 requer 50KB de armazenamento. Um gigabyte acomoda 20 mil imagens.
  • Quinhentas páginas de texto requerem 1 MB de armazenamento.
  • Um arquivo de quatro gavetas, com 2.500 folhas de papel por gaveta, comporta, em média 10 mil imagens de documento.
  • Um CD-R mede 120mm de diâmetro e pode armazenar até 650 MB de informação. Isso corresponde a 13 mil páginas de documentos.
  • Estudos revelam que os escritórios criam cerca de 1 bilhão de páginas de papel por dia. Segundo uma pesquisa do IDC, EUA, esse total é constituído de 600 milhões de páginas de relatórios de computador, 234 milhões de fotocópias e 24 milhões de documentos diversos. Isso somente nos Estados Unidos.
Saber o que deve ser guardado e por quanto tempo, obtendo um sistema de custódia extremamente seguro e confiável é o desafio para preservar as informações.
Resolver questões como o que fazer com tanta informação, como selecioná-la dentro do processo de cada negócio, como e em que lugar armazená-la e localizá-la é a responsabilidade das EMPRESAS DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE ARQUIVOS.

Empresa de administração de arquivos
Mercado
Em 2006, uma pesquisa, conduzida pela AIIM International – Association for Information and Image Management International (EUA), State of ECM Industry 2006, mostrou que, em nível mundial, 89% dos respondentes acreditam que o gerenciamento de documentos é importante para os objetivos estratégicos de suas empresas. Essa pesquisa foi realizada em nove países, incluindo o Brasil. No nosso País, a pesquisa foi realizada em conjunto com o CENADEM. No Brasil, 72% dos entrevistados acreditam na importância desse fator.
As Tecnologias voltadas para a gestão completa de documentos, que envolvem etapas como a digitalização e indexação dos materiais, entre outras, estão sendo cada vez mais difundidas no meio corporativo. Com isso, o mercado brasileiro de GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) e ECM (Enterprise Content Management) avança e gera faturamento anual bruto de R$ 1,5 bilhão, segundo o Cenadem (Centro Nacional de Desenvolvimento do Gerenciamento da Informação). "Acreditamos que o setor será ampliado em 10% em 2010, pois o dinamismo das companhias pede redução de espaço físico, aumento da base de dados e acesso on line aos documentos", destaca Antonio Carlos Macedo, presidente da Macdata, empresa especializada no desenvolvimento de soluções corporativas de TI.
Nesse cenário, o setor ainda tem muito a crescer, já que, atualmente, 75% da documentação das empresas permanecem em papel, de acordo com estudo do Cenadem. "Esse cenário vem mudando. Os gestores de mercados como financeiro, jurídico, varejo, tecnológico, por exemplo, estão notando os benefícios dessa tecnologia e está claro que para se manter competitivo no mercado é preciso gerenciar o grande volume diário de documentos físicos e eletrônicos e não somente arquivá-los", diz Macedo.

Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Empresa de Telentrega

Empresa de Telentrega
Apresentação do Negócio
Nos últimos anos, a motocicleta vem se firmando como importante alternativa de transporte e de obtenção de renda no Brasil, graças a características como praticidade, versatilidade, agilidade e economia.

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas e Bicicletas - Abraciclo, cerca de 22% dos consumidores a utilizam principalmente como ferramenta de trabalho no País. Reflexo disso é o surgimento de profissões relacionadas ao uso da motocicleta e a popularização de serviços que utilizam este meio de transporte, dentre eles o serviço de tele-entrega, ou moto frete, popularmente conhecido como motoboy ou courrier.

Os serviços de entrega sobre duas rodas difundiram-se rapidamente no País, facilitando o dia-a-dia das pessoas, tornando-se uma alternativa indispensável para o envio dos mais variados tipos de encomendas. A agilidade e rapidez proporcionadas por essa atividade são as principais causas do enorme crescimento registrado no setor nos últimos anos, fenômeno observado em muitas cidades do país, principalmente nos grandes centros.

Os autores Douglas M Lambert, James R. Stock e Lisa M. Ellram, na obra Fundamentals of Logistics Management, definem tele-entrega como o serviço de entrega de documentos, comida, cheques, dinheiro, faturas, brindes, presentes, serviços, produtos ou qualquer tipo de material que lhe for solicitado, em um determinado local, de acordo com pedido através do telefone ou internet pelo cliente ou consumidor.

Este documento não substitui o Plano de Negócio. Para elaboração do plano consulte o SEBRAE mais próximo.

Empresa de Telentrega
Mercado
Dados do Sindicato das Transportadoras de Cargas do Estado de São Paulo (Setcesp) mostram que, apenas na Grande São Paulo existem hoje 4 mil empresas especializadas em moto frete, empregando cerca de 500 mil motociclistas na região. Enquanto que se estima que existam cerca de um milhão de pessoas no Brasil que atuam como motoboys, mensageiros, moto taxi e etc.


Segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, o segmento de serviços de atividades de malote e de entrega alcançou em janeiro de 2010 um estoque de 40.141 empregos formais, representando uma evolução de 16,04%, em relação a janeiro de 2007.

Em todo o país, os principais usuários destes serviços são restaurantes, farmácias e empresas de pequeno, médio e grande porte que precisam de agilidade na circulação de encomendas e pequenas cargas.

O moto frete cresce no Brasil na ausência, em muitas cidades do país, de serviços de coleta e entrega de encomendas expressas, devido a diversos fatores, entre eles:
- crescimento das vendas a distância (via internet, telemarketing, catálogos, etc.) dos mais diversos tipos de produtos que, com a maior segurança nas transações financeiras eletrônicas, vêm aumentando o hábito do brasileiro em utilizar essa comodidade;
- aumento do tráfego de veículos causando congestionamento no trânsito e maximizando o tempo de entrega do material pelo remetente.

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Como Abrir - Montar uma Empresa de Comércio Exterior - Comex

Empresa comercial importadora e exportadora
Apresentação do Negócio
O barateamento dos meios de transporte e o desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação aprofundaram o processo de integração econômica mundial. O capitalismo promoveu a ampliação do mercado de consumo para os países em desenvolvimento, aproximando pessoas e empresas. Atualmente, qualquer empresa pode comprar e vender bens e serviços no mundo inteiro, com custos de transação bem reduzidos.
Com a intensificação das relações comerciais mundiais, os países passaram a se especializar na produção e consumo de determinados bens e serviços. Assim, o Brasil tornou-se um importante produtor de commodities (principalmente soja, algodão, carne e minério de ferro), a China fabrica materiais eletrônicos e tecidos, a Índia gera serviços de tecnologia e de call center, a Rússia produz gás e petróleo, a União Européia vende vinhos e serviços financeiros e os Estados Unidos tornaram-se o grande consumidor mundial. Esta especialização internacional, aliada ao fenômeno de globalização, abre oportunidades para pequenas empresas atuarem no processo de intermediação de bens e serviços, ofertando produtos nacionais no exterior (exportação) ou ofertando produtos estrangeiros no Brasil (importação). Estas empresas exportadoras e importadoras normalmente comercializam no mercado business-to-business, ou seja, compram e vendem para outras empresas.
O mais importante para o empreendedor que deseja exportar ou importar é o relacionamento com os parceiros comerciais. Nas transações internacionais, o compromisso com prazos, quantidades e preços é a condição básica para que se tenha credibilidade e acesso ao mercado externo. No caso de exportação, o governo brasileiro ainda oferece benefícios fiscais e linhas de crédito facilitadas.
O setor é muito suscetível às cotações cambiais e aos humores externos. Subsídios, embargos, normas sanitárias, barreiras alfandegárias, acordos comerciais, incentivos fiscais, blocos econômicos e política cambial afetam diretamente o negócio, podendo trazer instabilidade ao negócio e elevando o seu nível de risco. Para lidar com todas estas variáveis e obter mais informações sobre a viabilidade comercial do empreendimento, sugere-se a elaboração de um plano de negócios. Para a construção deste plano, consulte o SEBRAE mais próximo.

Empresa comercial importadora e exportadora
Mercado
Segundo dados da Organização Mundial do Comércio, o mundo girou mais de US$ 15 trilhões em transações comerciais no ano de 2008. O Brasil ainda possui uma participação de 1,3% das exportações mundiais, com US$ 198 bilhões, e 1,1% das importações mundiais, com US$ 182 bilhões. Porém, nos últimos anos, o país vem registrando taxas de crescimento de 23% em exportações e 44% em importações, enquanto o comércio mundial cresceu 15%.
Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre o segmento;
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
• Participação em seminários especializados.

Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Empacotadora de cereais

Empacotadora de cereais
Apresentação do Negócio
Cereais (comestíveis) são as plantas cultivadas por intermédio do plantio de seus frutos (do tipo cariopse), normalmente chamados grãos, e são na maior parte gramíneas.
Os cereais são produzidos em todo mundo, em maiores quantidades do que qualquer outro tipo de produto e são os que mais fornecem calorias ao ser humano. Em alguns países são praticamente a dieta inteira da população. Nos países desenvolvidos, o consumo é moderado mas ainda substancial. O tradicional “prato” dos brasileiros é composto por um cereal, que é o arroz.
A palavra “cereal”, tem sua origem na deusa grega Ceres, que era a deusa das plantas que brotam (particularmente dos grãos) e do amor maternal. E o nome Ceres provém de “ker”, de raiz Indo-Europeia e que significa “crescer”, também é raiz das palavras “criar” e “incrementar”.
Durante o Governo de Getúlio Vargas, na década de 1940, foi instalada a primeira colônia agrícola do Brasil. Essa colônica agrícola foi estruturada no Centro-Norte Goiano, e foi denominada de Ceres, que até hoje existe, não mais como colônia agrícola, mas sim como a cidade de Ceres.
O serviço prestado por uma empacotadora de cereais deverá ser concebido com visão profissional, desde o seu projeto embrionário, o que irá requerer uma avaliação objetiva sobre a forma de atuação, bem como as expectativas comerciais que esse tipo de empreendimento requer. Sendo assim será necessário que seja montado um plano de negócio. E para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.

Empacotadora de cereais
Mercado
O setor de grãos no Brasil sempre teve uma grande produção, mas nas duas últimas décadas vem apresentando um crescimento bastante expressivo. Isto devido, principalmente, ao incentivo do Governo Federal, via política agrícola com vultosas somas de recursos em financiamentos para esse setor.
Com esse contínuo crescimento produtivo de grãos, a instalação de empacotadora de cereais apresenta-se como uma opção bastante satisfatória, em especial quando instalada em regiões com tendência agrícola.
No entanto ressalta-se que é um mercado com forte concorrência, e geralmente composto por grandes grupos empresariais. Além da questão da concorrência, tem também o fato que o ideal é beneficiar os grãos, para na sequência serem empacotados. Mas isto não significa, necessariamente, que montar uma empresa nesse segmento, sem o beneficiamento, poderá ensejar em fracasso.
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Como Abrir - Montar uma Empacotadora de carvão

Empacotadora de carvão
Apresentação do Negócio
A produção de carvão vegetal é o resultado da queima ou carbonização da madeira.
O carvão vegetal é bastante usado como combustível de aquecedores, lareira, churrasqueiras e fogões a lenha, além de abastecer alguns setores industriais tais como as siderúrgicas. Além do uso citado nesse parágrafo, o carvão, quando ativado é usado em algumas áreas da medicina, desde que seja oriundo de determinadas madeiras de aspecto mole e que não sejam resinosas.
A utilização de carvão vegetal data-se desde a antiguidade, como exemplo pode-se citar a civilização egípcia, que usava o carvão em queima para purificar óleos de uso medicinal. Na Segunda Guerra serviu para a retirada de gases tóxicos a partir de sua elevada capacidade de absorver impurezas sem alterar sua estrutura química, devido a sua composição porosa.
No Brasil os índios usavam o carvão vegetal misturado com gorduras de animais com finalidade de combater doenças como tumores e úlceras. O carvão também se destaca na condução de oxigênio, já que é um eficiente disseminador de toxinas.
Uma empacotadora de carvão deverá ser concebida com visão profissional, desde o seu projeto embrionário, o que irá requerer uma avaliação objetiva sobre a forma de atuação, bem como as expectativas comerciais que esse tipo de empreendimento requer. Sendo assim será necessário que seja montado um plano de negócio. E para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.

Empacotadora de carvão
Mercado
O mercado de carvão vegetal no Brasil tem se mantido em continuo crescimento, em especial, considerando que o brasileiro é um povo que gosta muito de churrasco, e para se obter um bom sabor na carne assada, segundo os “entendidos no ramo” é ideal que se use carvão.
Assim a demanda por carvão vegetal, aliado ao controle rígido dos Governos em reduzir as queimadas de florestas e árvores em geral, vem fazendo com que reduza o nível de oferta desse produto no mercado.
Diante disto o mercado apresenta boas opções para novos entrantes, mas desde que o novo empreendedor tenha condições de trabalhar com madeira de reflorestamento e ou manejo sustentável, segundo normas definidas pelo IBAMA.
A concorrência para uma empacotadora de carvão é bastante expressiva, pois tem médias e grandes empresas nesse segmento, além de ter que concorrer com os “produtores de carvão clandestinos”.
O empreendedor deverá avaliar bem a condição desse mercado antes de seu ingresso, pois de nada adiantará se tornar um empresário desse segmento e não haver a garantia de se ter fornecedores devidamente registrados e certificados pelas autoridades ambientais nacionais, segundo sua demanda de empacotamento e venda.
O mercado de madeira de reflorestamento tem apresentado grandes transformações nos últimos tempos, o que irá requerer ao longo desse período novos ajustes a uma realidade que poderá predominar no mercado da madeira de reflorestamento no Brasil.
O mercado de reflorestamento de madeira, visando a produção de carvão vegetal observam uma grande tendência a crescimento da concorrência, o que para as empacotadoras de carvão, em primeiro momento, é interessante mas em momento seguinte poderá ensejar em desistência dos produtores de madeira para carvão. Fato que poderá dificultar a manutenção de fornecedores de matéria-prima.
O consumo de carvão vegetal de madeira de origem nativa, em 1997 era de 5.800.000 mdc, e o originário de florestas plantadas era de 17.800.000 mdc, já no ano de 2008, os consumos citados acima foram de 15.630.000 mdc e 17.339.000 mdc, o que corresponde ao consumo total no último ano um total geral de 33.437.000 mdc.
O consumo de carvão vegetal, setorizado apresentou os seguintes números, em 1.000 mdc:
1. Usinas Integradas de aço – 1997: 4.500 mdc
2. Prod. Independente de Ferro Gusa – 1997: 14.300 mdc
3. Ferroligas – 1997: 1.200 mdc
4. Tubos de Ferros Nodular – 1997: ZERO
5. Outros* – 1997: 3.600 mdc
1. Usinas Integradas de aço – 2007: 5.527 mdc
2. Prod. Independente de Ferro Gusa – 2007: 25.706 mdc
3. Ferroligas – 2007: 3.097 mdc
4. Tubos de Ferros Nodular – 2007: 288 mdc
5. Outros* – 2007: 2.160 mdc
Fontes: AMS- SINDIFER- ASICA - ABRAFE - IEF - Empresas
(*) Carvão consumido por churrascarias, forjas artesanais, calcinações, acetileno e indústria cimenteira.
Obs.: A partir de 2008 só foi computado o carvão vegetal consumido pelas siderúrgicas e pelas ferroligas.
Assim percebe-se um crescimento em todos os setores consumidores desse produto, no entanto o consumo no segmento que será atendido por uma empacotadora de carvão vegetal decaiu. Mas isto não significa que o mercado não seja atraente, apenas requerer um estudo bem mais amplo, visando a implantação de um nova empacotadora de carvão vegetal.

Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Editora de revista em quadrinhos

Editora de revista em quadrinhos
Apresentação do Negócio
Inicialmente inseridos nas páginas de jornal com o objetivo de incrementar as vendas, as histórias com personagens ilustrados começaram a complementar o prazer da leitura das notícias, ganhando o gosto dos adultos e fazendo a festa da criançada. Com o tempo, as ilustrações foram se desvencilhando das notícias e trilhando um caminho próprio, iniciando um novo gênero narrativo: as Histórias em Quadrinhos, também conhecida pelos aficionados como a “nona arte” ou, simplesmente, HQs.
 
Em 1929, com a criação do marinheiro Popeye e, um ano mais tarde, com o ratinho Mickey, as revistas exclusivamente com histórias em quadrinhos, começaram a ser publicadas, logo tornando populares outros personagens, como o detetive Dick Tracy e o aventureiro do espaço Buck Rogers. Em 1938 uma revolução aconteceu no mundo das HQs. Um alienígena com poderes jamais vistos desembarca na Terra para liderar uma nova legião de personagens: os super-heróis. Escondido sob a personalidade do tímido Clark Kent, Super-Homem, de Joel Schuster e Jerry Siegel tornou-se um mito e referência para as HQs de todos os tempos. Desde então, gerações de leitores têm se divertido com estes e muitos outros personagens dentre eles Tin-Tin, Batman, X-Men, Tio Patinhas, etc. (vide histórico em http://pt.wikipedia.org/wiki/Quadrinhos ).
 
Hoje a criação de personagens de histórias em quadrinhos tornou-se um grande negócio. Não é difícil perceber que muitos personagens extrapolaram as páginas dos gibis, sendo reproduzidos em materiais escolares, artigos de decoração, estamparias, animações e muitas outras mídias, gerando royalties para seus criadores. 
 
Apesar de todos os meios digitais disponíveis atualmente as revistas em quadrinhos continuam com sua incrível capacidade de entreter e educar. Hoje as HQ´s são também excelente aliadas dos professores, incentivando novos leitores para o hábito da leitura de livros e auxiliando a educação de jovens e adultos, como por exemplo através de cartilhas de orientação à vacinação, segurança e medicina do trabalho, programas de conscientizarão ambiental e muitas outras formas.
 
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.
 

Editora de revista em quadrinhos
Mercado
Conforme comentário postado no blog especializado em quadrinhos UOL Jovem, vide http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br, baseado em comparação feita em 2007, entre o mercado atual de quadrinhos e aquele existente em 1967, podemos perceber que o mercado brasileiro de HQ’s passou por significativas transformações nos últimos 40 anos. O trabalho realizado por um grupo de pesquisadores da Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, revelou que neste período o mercado brasileiro vivenciou uma diversificação dos canais de vendas, a entrada de novas editoras e o ingresso de novas gerações de criadores, editores e leitores. Além disso, os mangás e manhwás, nomes como são conhecidos, respectivamente, os quadrinhos japoneses e sul-coreanos ganharam espaço, dentre muitas outras transformações, conforme detalhes abaixo:
 
Bancas
-O número de títulos regulares lançados nas bancas em 2007 foi menor se comparado com o levantamento anterior.
-Houve uma média de 121 publicações regulares entre agosto e novembro de 1967.
-O levantamento de 40 anos atrás incluiu fotonovelas como um dos gêneros dos quadrinhos. Essas histórias eram publicadas em revistas voltadas ao público feminino, como “Capricho” e “Contigo”, e representavam 15,7% dos lançamentos.
-Em 2007, que não registra mais fotonovelas, a média foi de 84 títulos regulares. Esse número, no entanto, aumenta se forem somadas as publicações não regulares, como álbuns, minisséries e revistas sem periodicidade fixa. Nesse outro cenário, 2007 registra média de 110 títulos.
 
Editoras
-Há mais editoras hoje atuando nas bancas do que há 40 anos.
-São pelo menos 11 em 2007, contra dez na época da primeira pesquisa.
-Hoje, investem no setor as editoras Abril, Conrad, Globo, JBC, Lumus, Mythos, Panini, Pixel, New Tokyo, On-Line e LB3. Esse número, entretanto, é maior. Há outras editoras, como HQM, L&PM e Devir, que mantêm títulos esporadicamente em algumas bancas de grande porte.
-Há 40 anos, as editoras eram Ebal (Editora Brasil-América Ltda.), Rio Gráfica Editora, O Cruzeiro, Vecchi, Bloch, Abril, La Selva, Novo Mundo, Taika e Graúna.
-Abril e Rio Gráfica (esta rebatizada de Globo) foram as únicas que se mantiveram no mercado de quadrinhos nesse período.
 
Material estrangeiro
-Segundo a pesquisa feita em 1967, 70% das obras vendidas nas bancas tinham material estrangeiro.
-Esse número, hoje, é maior. 84,1% das revistas de banca têm conteúdo importado de outros países, principalmente Estados Unidos e Japão.
-as 15,9% revistas com histórias nacionais, todas são infantis.
 
Troca de gêneros
- Terror e fotonovela, dois gêneros com títulos regulares em 1967, sumiram das bancas em 2007.
-As fotonovelas, em especial, representavam as maiores vendagens da época. A recordista era a “Capricho”, com tiragem média de 461.776 exemplares.
-A título de comparação, a revista infantil de maior tiragem era “Mickey”: média de 334.508 exemplares por mês.
-No lugar do terror e da fotonovela, há presença em 2007 dos mangás e manhwás. Os mangás e manwás representaram entre agosto e dezembro de 2007 18,6% dos quadrinhos regulares e não-regulares vendidos em bancas.
 
Tiragem
-Não há dados oficiais ou confiáveis hoje sobre tiragem de quadrinhos no Brasil. Por isso, não foi possível fazer uma comparação entre os dois períodos. Mas é possível perceber alguns sinais de que as vendas são menores.
-A revista de “Recruta Zero” tinha, em 1967, tiragem de 75 mil exemplares/mês.
-Em dezembro de 2006, a editora Mythos recolocou a revista no mercado. A publicação foi cancelada meses depois por falta de compradores.
-Outro dado são as revistas Disney. Quatro delas, “Mickey”, “Tio Patinhas”, “Pato Donald” e “Zé Carioca” (as duas últimas quinzenais), somavam quase 1,114 milhões de exemplares.
-Estima-se que hoje a única franquia que faça frente a esses números seja a dos personagens criados por Mauricio de Sousa. O desenhista e empresário publica mais que o dobro de títulos do que a Disney apresentava há 40 anos. A média é de oito revistas mensais e duas bimestrais. Segundo a assessoria da Panini, que edita a Turma da Mônica, houve neste ano crescimento de 12% das vendas em relação a 2006, quando as revistas eram publicadas pela Globo.
 
Ampliando o escopo da pesquisa, outras diferenças foram observadas em relação a 1967:
 
* Hoje há pelo menos 24 editoras que trabalham especificamente (Panini, Conrad) ou parcialmente (Companhia das Letras, Jorge Zahar) com quadrinhos.
* As bancas continuam sendo o principal ponto de venda. Representam, em 2007, 88% do mercado (se desconsiderada a internet).
* Apesar disso, a maioria das editoras (70,8%) investe em livrarias, que representam 12% do setor. Algumas, como a Panini e a Conrad, vendem tanto em livrarias quanto em bancas.
* A presença nas livrarias diversificou os gêneros de títulos lançados hoje no país, de jornalismo em quadrinhos a adaptações literárias. A ida às livrarias também tem conseguido chamar a atenção de um leitor adulto, com maior poder aquisitivo.
* Livrarias, internet e lojas especializadas em quadrinhos representam novos pontos de venda de quadrinhos, inexistentes em 1967. A editora gaúcha L&PM tem feito parcerias com farmácias também.
* A média de lançamentos entre bancas e livrarias é de 125 títulos por mês (contra 121 nas bancas em 1967, que não levava em conta os títulos não-regulares). O número aumenta se forem consideradas as revistas independentes (que tem média de três a quatro publicações por mês). É bem possível que haja hoje mais quadrinhos publicados do que há 40 anos.
* A Panini é a editora que mais publica quadrinhos no país. De cada dez lançamentos, seis são da editora multinacional. A presença da Panini no Brasil – a editora começou a investir em quadrinhos no país no início do século – mudou o mercado nacional, principalmente o de bancas, que registrava anos atrás um interesse editorial visivelmente menor.
* Super-heróis são o gênero que tem mais títulos lançados no Brasil. Representam média 24,5% dos títulos regulares publicados entre agosto e novembro de 2007. Essa fatia do mercado aumenta se forem considerados os álbuns e minisséries (tidos como não-regulares). Revistas exclusivamente Infantis representam 23,5% das publicações.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.
 

Como Abrir - Montar uma Editora de Livros

Editora
Apresentação do Negócio
A presente idéia de negócio apresenta em seu conteúdo as informações necessárias para que um empreendedor possa abrir uma Editora de Livros. Possui em seu conteúdo informações sobre localização, tipos de segmento a ser buscado, números do setor e dicas importantes para se abrir uma editora. Almeida (2008) afirma que há “três tipos de editoras existentes em nosso país: 1) editoras grandes, que publicam os best-sellers internacionais e autores nacionais consagrados; 2) editoras médias, que publicam livros em parceria (com o próprio autor ou com instituições estatais ou privadas) e fazem pouquíssimas apostas (de bancar o custo integral de um livro); e 3) editoras pequenas, que publicam livros financiados pelo autor.” Ainda segundo Almeida, a distribuição de livros permanece em uma guerra diária de todos contra todos. Frisa ainda que as “grandes editoras compram espaços nas livrarias. A rotatividade de lançamentos é alucinante. As editoras médias precisam dar descontos elevados para conseguir que os seus livros fiquem nas lojas. Editoras pequenas só conseguem algum espaço, mínimo, se tiverem acordo com uma distribuidora, que pode até ser uma editora ou um grupo de editoras ou, ainda, apenas distribuidora.” Mesmo com esse cenário de briga por espaços e lançamentos dos livros, este mercado está em crescimento.
Montar uma editora irá exigir que o empreendedor faça uma busca bem detalhada do tipo de segmento que deseja atuar, o perfil dos livros que irá publicar. Essa é um fator inicial bastante importante, pois permitirá direcionar os esforços para um público-alvo específico.  Nesse tipo de negócio, o editor, nesse caso o empreendedor, deverá sugerir alterações ao autor, com vista a ajustar o livro ao mercado. Essas alterações podem passar pela editoriação do texto, ou pelo acréscimo de elementos que possam beneficiar a utilização/comercialização do mesmo pelo leitor.
Deve-se ter em mente também que boa parte dos livros são comercializados em livrarias, sendo este um excelente canal de distribuição.

Editora
Mercado
"O Brasil se apresenta como um país com excelente potencial e ótimo mercado, em crescimento, para se montar uma Editora de livros. Tal informação é corroborada com a recente pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (FIPE) realizada a pedido da Câmara Brasileira de Livros (CBL) e o Sindicato Nacional de Editoras de Livros (SNEL). Segundo a pesquisa, o número de títulos publicados em primeira edição decaiu 9,03%, de 20.177 em 2006 para 18.356 no ano passado, enquanto que os exemplares produzidos subiram 37,94%, de 81.374.917 para 122.248.282.  Ainda de acordo com os dados da pesquisa, somada as primeiras edições com as reedições, o número de títulos caiu de 46.025 para 45.092 (-2.03%), enquanto que os exemplares impressos subiram de 320.636.824 para 351.396.288 (9,59%). Indicando que há demanda por livros e, por conseqüência, espaço para novas editoras no mercado.  Os principais segmentos que experimentaram crescimento no número de títulos foram os de livros religiosos (+27,08%) e de obras gerais (+10,82%), enquanto os científicos, técnicos e profissionais (CTP) decaíram sensivelmente (-19,04%), os didáticos tiveram alguma redução (-6,03%), embora ainda seja o subsetor que mais editou títulos em 2007, 16.831, seguido pelas obras gerais, com 12.911, CTP, com 9.780, e religiosos, com 5.570 títulos. (DORIGATTI, 2008)  Quando tratamos de montantes financeiros, faturamento, o mercado de livros possui tendência de crescimento, conforme dados apresentados pela pesquisa realizada pela FIPE. As editoras analisadas aumentaram seu faturamento em 6,41%, atingindo um valor de R$ 2,286 bilhões. O setor de livros CTP foi o único que apresentou queda de 0,68%. Os setores com crescimento mais expressivos foram os de obras religiosas, com acréscimo de 12,80%, seguido pelos didáticos, com 11,40%, e as obras gerais, com 1,67%. Em termos de arrecadação, os livros didáticos faturaram R$ 971,5 milhões, os de obras gerais, R$ 626,1 milhões, CTP, com R$ 415,7 milhões, e religiosos, com R$ 273,1 milhões.  Portanto, como pode ser visto o mercado de editora de livros se apresenta como uma boa oportunidade para quem quiser montar um negócio nesse segmento. Os principais segmentos são de livros religiosos, em número de tiragem, e os livros didáticos em termos de faturamento.  

Fonte:
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Como Abrir - Montar uma Farmácia - Drogaria

Drogaria
Apresentação do Negócio
É o sonho de qualquer empreendedor: comercializar um produto de primeira necessidade, com vendas estáveis ao longo do ano, sem sazonalidade e pouco afetado por crises econômicas. Porém, estes fatores, que atraem milhares de empreendedores para o ramo de farmácias e drogarias, não são suficientes para garantir a viabilidade financeira do negócio. A previsão de demanda e o planejamento do negócio são fundamentais para o sucesso do empreendimento.
Cabe aqui um esclarecimento sobre a diferença entre drogaria e farmácia. Segundo a Lei nº. 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que trata do controle sanitário do comércio de medicamentos, as drogarias são estabelecimentos de dispensação e comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos em suas embalagens originais. Já as farmácias são caracterizadas como estabelecimentos que, além da comercialização, atuam na manipulação de fórmulas magistrais e oficinais.
As drogarias respondem por 80% do escoamento de medicamentos da indústria. Os principais fatores de atratividade do setor são a demanda crescente no Brasil para o mercado de remédios; as boas perspectivas para os medicamentos genéricos; o potencial de consumo das classes C e D; a facilidade de acesso a softwares de gestão de drogarias; o envelhecimento da população brasileira e a possibilidade de expansão do portfólio de produtos para artigos de higiene, limpeza, perfumaria e produtos de conveniência. Esta expansão de atuação, inclusive, já viabilizou o surgimento de megastores, com faturamento mensal de mais de R$ 1 milhão por loja.
Outra tendência do setor refere-se à associação das drogarias em cooperativas, com a utilização de logomarca e sinalização visual em comum. A principal vantagem da associação é o desconto obtido junto aos fornecedores, devido à centralização do processo de compra e à aquisição de grandes volumes de produtos. Além disso, as drogarias da rede podem compartilhar boas práticas, adquirir cursos e treinamentos, informatizar processos e reduzir gastos com propaganda e publicidade.
Porém, alguns fatores externos têm gerado dor de cabeça ao empreendedor. A distribuição direta de medicamentos por planos de saúde, o processo de concentração do setor, o aumento da concorrência, a venda direta de medicamentos por supermercados, indústrias farmacêuticas e internet, a rígida regulação dos órgãos públicos e a comercialização de produtos falsificados representam ameaças relevantes ao desenvolvimento do negócio.
Portanto, o melhor remédio para saúde financeira de uma drogaria é a elaboração de um bom plano de negócios. Para a construção deste plano, consulte o SEBRAE mais próximo.

Drogaria
Mercado
O segmento de farmácias e drogarias no Brasil movimenta em torno de US$ 15 bilhões anuais, posicionando o país como o oitavo mercado mundial de medicamentos. Com mais de 55 mil drogarias em funcionamento, o Brasil é o país com o maior número de farmácias no mundo, com uma proporção de 3,4 farmácias para cada 10 mil habitantes.
Com a informatização dos estoques e dos pontos de venda na década de 80, houve uma expansão do processo de formação de grandes redes de farmácias e drogarias. Há 10 anos, essas redes eram responsáveis por pouco menos de 10% das vendas no setor. Hoje, comercializam 30% do volume total de faturamento.
Este movimento de concentração faz com que, a cada ano, aproximadamente 5.500 farmácias e drogarias encerrem suas atividades e sejam substituídas por novas lojas. Segundo a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABC-Farma), a vida média de uma drogaria gira em torno de cinco anos.
Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre farmácias e drogarias. Trata-se de um instrumento fundamental para fazer uma análise da concorrência, selecionando concorrentes por bairro, faixa de preço e especialidade;
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
• Participação em seminários especializados.

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quarta-feira, março 23, 2011

Como Abrir - Montar uma Distribuidora de Produtos Odontológicos

Distribuidora de produtos odontológicos
Apresentação do Negócio
 A odontologia brasileira modernizou-se e, hoje, é reconhecida como uma das mais bem conceituadas do mundo. O aumento do nível de consciência e informação da população brasileira sobre saúde bucal levou a um boom de demanda por serviços odontológicos. Também contribuíram para o aquecimento do mercado o lançamento de planos odontológicos (que já atendem mais de 11 milhões de pessoas) e a procura por serviços estéticos, como clareamento dos dentes e aparelhos ortodônticos. Tais serviços já são até divulgados na televisão, com planos longos de parcelamento e consórcios.
A expansão da oferta de serviços odontológicos provocou uma elevação da variedade de marcas e produtos dentários e incentivou o surgimento de diversos fabricantes nacionais e importadores destes materiais. Tais produtos, utilizados pelos dentistas nos consultórios, são vendidos em lojas especializadas chamadas de “dental”. Qualquer dental pode ter em seu catálogo mais três mil tipos de materiais, desde amálgamas até estojos cirúrgicos.
Nesse contexto, surge a oportunidade de atuação de uma distribuidora de produtos odontológicos. A distribuidora desempenha o papel de uma ponte entre o fabricante e a loja, adquirindo, promovendo e representando os materiais odontológicos. Dependendo da estrutura, a distribuidora pode vender os produtos diretamente para grandes clínicas, hospitais e franquias de consultórios dentários. O faturamento pode ser expandido com serviços de entrega por telefone, ações de promoção e propaganda e venda pela internet. Trata-se de um atacado no segmento odontológico.
Outra importante fonte de receita são as compras dos órgãos públicos, através das secretarias de saúde estaduais e municipais. As aquisições de grandes volumes são realizadas por meio de licitação ou pregão eletrônico, mas as distribuidoras podem atender diretamente as compras emergenciais de hospitais e consultórios dentários públicos.
Porém, nem tudo são sorrisos para o empreendedor interessado em atuar no setor. O processo de formação de grandes redes de franquias de consultórios dentários, que compram materiais diretamente dos fabricantes, o achatamento de preços provocado por planos odontológicos, a rígida regulação dos órgãos públicos e conselhos de odontologia e a verticalização da cadeia produtiva representam ameaças relevantes ao desenvolvimento do negócio. Por isso, torna-se fundamental a elaboração de um bom plano de negócios. Para a construção deste plano, consulte o SEBRAE mais próximo.

Distribuidora de produtos odontológicos
Mercado

O Brasil possui um dos maiores mercados odontológicos do mundo. Com 961 habitantes para cada dentista, a média de profissionais é 35% maior do que a recomendada pela Organização Mundial de Saúde, de 1.500 habitantes por dentista. E esse número só tende a aumentar, pois os Estados Unidos possuem 40 faculdades de odontologia para uma população de 250 milhões, enquanto o Brasil possui 172 faculdades para 170 milhões. Todo ano, estas faculdades jogam mais 12 mil dentistas no mercado de trabalho.
Porém, o mercado odontológico brasileiro apresenta muitas contradições. A distribuição de dentistas é muito desigual ao longo do país. Se em São Paulo a média habitantes/dentista é de 618, no Maranhão a média é de 4.779, bem pior do que a recomendada pela OMS. Há uma concentração de 62% do mercado na Região Sudeste, enquanto o Norte e o Nordeste carecem de profissionais.
Outra contradição refere-se ao acesso do brasileiro a um consultório dentário. Nos últimos anos, o Brasil viveu uma expansão sem precedentes rumo à universalização dos serviços odontológicos. Contudo, pesquisas apontam que ainda cerca de 40 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista. A prática não constitui uma prioridade para setor público e a maioria dos grandes hospitais públicos e particulares não possui dentistas em seus quadros funcionais.
Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre o segmento. Trata-se de um instrumento fundamental para fazer uma análise da concorrência, selecionando concorrentes por bairro, faixa de preço e especialidade;
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
• Participação em seminários especializados.

Fonte:
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sábado, março 05, 2011

Como Abrir - Montar uma Distribuidora de Medicamentos

Distribuidora de medicamentos
Apresentação do Negócio
O Brasil possui a maior média mundial de farmácias por pessoa: 3,4 farmácias para cada 10 mil habitantes. Além de mostrar a força do setor, a grande quantidade de farmácias no país também oferece excelentes oportunidades de negócios para empresas que trabalham no atacado. Uma distribuidora de medicamentos faz a ponte entre os laboratórios farmacêuticos e grandes compradores como farmácias, drogarias, hospitais, clínicas, consultórios e órgãos públicos.
Segundo a Agência de Vigilância Sanitária – Anvisa, a atividade de distribuição por atacado de produtos farmacêuticos tem o caráter de relevância pública, atribuindo responsabilidade aos distribuidores pelo fornecimento destes produtos em uma área geográfica determinada e pelo seu recolhimento, quando determinado pela autoridade sanitária. Ou seja, é obrigação dos distribuidores, em acordo com os fabricantes, estar em condições de fornecer rapidamente aos estabelecimentos licenciados a dispensar produtos farmacêuticos ao público, os produtos que regularmente distribuem. 
Como se trata de um produto de primeira necessidade, as vendas são relativamente estáveis ao longo do ano, com baixa sazonalidade e pouco afetadas por crises econômicas. Porém, embora pareça um negócio sem risco, as barreiras de entrada para novos players são elevadas e a concorrência é implacável.
A sobrevivência nesse setor depende da parceria das empresas com os laboratórios. As distribuidoras atuam, basicamente, na representação de medicamentos junto à rede médica e na logística de entrega de produtos. O faturamento pode ser expandido com serviços de entrega por telefone e ações de promoção e propaganda. Medicamentos de alto custo, próteses, órteses e materiais cirúrgicos proporcionam uma margem bruta maior do que medicamentos genéricos e similares.
Outra importante fonte de receita são as compras dos órgãos públicos, através das secretarias de saúde estaduais e municipais. As aquisições de grandes volumes são realizadas por meio de licitação ou pregão eletrônico, mas as distribuidoras podem atender diretamente as compras emergenciais de hospitais públicos.
Porém, alguns fatores externos podem gerar dor de cabeça ao empreendedor. O processo de formação de grandes redes de drogarias, que compram diretamente dos laboratórios, a venda direta de medicamentos por indústrias farmacêuticas, supermercados, planos de saúde e internet, a rígida regulação dos órgãos públicos e a verticalização da cadeia produtiva representam ameaças relevantes ao desenvolvimento do negócio. Por isso, torna-se fundamental a elaboração de um bom plano de negócios. Para a construção deste plano, consulte o SEBRAE mais próximo.

Distribuidora de medicamentos
Mercado
O segmento farmacêutico no Brasil movimenta em torno de US$ 15 bilhões anuais, posicionando o país como o oitavo mercado mundial de medicamentos, com mais de 55 mil drogarias em funcionamento.
Com a informatização dos estoques e dos pontos de venda na década de 80, houve uma expansão do processo de formação de grandes redes de farmácias e drogarias. Há 10 anos, essas redes eram responsáveis por pouco menos de 10% das vendas no setor. Hoje, comercializam 30% do volume total de faturamento.
As distribuidoras de medicamentos atuam no atacado para suprir esta demanda. Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre farmácias e drogarias. Trata-se de um instrumento fundamental para fazer uma análise da concorrência, selecionando concorrentes por bairro, faixa de preço e especialidade;
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
• Participação em seminários especializados.
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.