sábado, janeiro 07, 2012

Como Abrir - Montar uma Empresa de Venda e recarga de extintores de incêndio

Venda e recarga de extintores de incêndio
Apresentação do Negócio
As palavras chaves quando se pensa em extintores são: segurança e confiança. A maioria das pessoas não se preocupa com a sua necessidade, sendo que talvez, somente em uma situação de emergência se descubra realmente à importância de um extintor de incêndio.
 
O segmento exige muita seriedade e conhecimento do empreendedor e de sua equipe de trabalho, pois o negócio se relaciona diretamente com a segurança e integridade de vidas humanas, bem como a preservação do patrimônio.
 
O empreendedor deve atentar também, em seguir e observar várias normas, especificações, instruções e regulamentos técnicos, que disciplinam as atividades que serão executadas pela empresa, tanto na venda, e principalmente quanto a recarga e manutenções dos extintores de incêndio. Todos os produtos, serviços e procedimentos, são normalizados e fiscalizados periodicamente pelos órgãos responsáveis, sendo eles, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO, a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e o Corpo de Bombeiros Militar.
 
Todos os estabelecimentos sejam eles edifícios residenciais, comerciais, indústrias, órgãos públicos, hospitais entre outros, necessitam e estão obrigados por lei, a dispor de extintores de incêndio, conforme definido pelo corpo de bombeiros, para que estejam aptos a serem habitados e utilizados pela população em geral.
 
A legislação brasileira de trânsito obriga também, que todos os veículos automotores, nacionais ou importados, tenham um extintor de incêndio, como equipamento de segurança.
Os serviços de recarga e manutenção dos extintores são as principais fontes de faturamento da empresa, neste ramo de negócio, em função do prazo de validade e vida útil, dos componentes e produtos químicos, utilizados nos extintores. As verificações devem ser realizadas semestralmente e/ou anualmente, conforme o tipo de classificação do extintor, e as recargas devem ser realizados nos intervalos de 12 a 36 meses, também de acordo com o tipo de extintor e sua classe, a saber:
 
Classe A - Para incêndios em materiais sólidos cuja queima deixa resíduos ocorrendo em superfície e em profundidade, como madeira, papel, tecidos, borracha. Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo água ou espuma.
Classe B - Para incêndios em líquidos e gases cuja queima não deixam resíduos e ocorre apenas na superfície, como a gasolina, o álcool, o GLP (gás liquefeito de petróleo). Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo espuma, dióxido de carbono e pó químico.
Classe C - Para incêndios que envolva materiais condutores que estejam potencialmente conduzindo corrente elétrica. Neste caso o agente extintor não pode ser um condutor para não eletrocutar o operador. Para esta classe devem ser utilizados apenas os extintores contendo dióxido de carbono e pó químico.
Classe D - Para incêndio que envolva metais pirofóricos como, por exemplo, potássio, alumínio, zinco ou titânio. Requerem extintores com agentes especiais que extinguem o fogo por abafamento, como os de cloreto de sódio.
 
Este documento não substitui um plano de negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae.

Venda e recarga de extintores de incêndio
Mercado

O mercado para este segmento de negócios é bastante abrangente, em razão da legislação e das normas de segurança contra incêndio  exigida para todos os tipos de edificações e construções, bem como para o comércio, indústrias, órgãos públicos, instituições financeiras, centros de convenções, estádios, shoppings centers, feiras e demais locais previstos em lei, excluindo somente as residências.
Outro fator que impulsiona o setor é a crescente verticalização das cidades de médio porte e a consolidação dos edifícios nas grandes cidades, principalmente os prédios residenciais, em virtude de diversos fatores, tendo como preponderante, a violência urbana. Sendo assim o mercado, de venda, recarga e manutenção de extintores têm um crescimento permanente, vez que, todos os edifícios necessitam de extintores de incêndios, bem como de recargas e manutenções periódicas. O crescimento do mercado imobiliário, também representa o desenvolvimento do segmento.
De acordo com empresários do setor, atualmente, a tendência das empresas, é de realizar contratos de manutenções preventivas e corretivas, principalmente para clientes corporativos, condomínios residenciais e comerciais, instituições financeiras, órgãos públicos, entre outros, garante a consolidação das empresas deste segmento no mercado.
O aumento constante da frota de veículos em circulação, bem como o envelhecimento desta; conjugada com as exigências da legislação de trânsito, a qual determina que todos os veículos em circulação, deverão portar extintores de incêndios, com carga de pó, tipo ABC, obrigatoriamente a partir de 01 de janeiro de 2009, sejam nacionais ou importados. Esta mudança estimula o mercado consumidor, em razão das substituições dos extintores antigos, tipo BC, que equipam grande parte da frota nacional e do prazo de validade dos extintores tipo ABC ser de no máximo 05 anos, caso não venha a sofrer nenhum dano anteriormente.


Venda e recarga de extintores de incêndio
Estrutura
A estrutura para a instalação de uma empresa de venda, recarga e manutenção de extintores, deverá ser de no mínimo 100 m2, sendo o ideal dispor de 200 m2, que poderão ser  divididos em:
 
1) Atendimento e Recepção dos clientes;
2) Local para Almoxarifado;
3) Local para realização dos serviços de inspeção técnica e manutenção de extintores de incêndio com 80 m², no mínimo, englobando: oficina, devidamente coberta; recebimento e triagem; desmontagem; decapagem química ou jateamento; pintura, incluindo sistema de exaustão e coleta de pó, quando utilizada pintura com tintas em pó; cabinas de pó, com operações de envasamento separadas para pós incompatíveis; secagem; área de ensaios de alta e baixa pressão; envasamento; local de armazenamento do pó químico retirado; tanque de estanqueidade; montagem e expedição;
4) Escritório para realização das atividades Administrativas.
 
O local deverá contar preferencialmente com pisos e paredes de material que permitam a fácil manutenção, de preferência cerâmica, para que não acumule poeira, pó e outras substâncias residuais. A iluminação deve estar adequada, de preferência a aproveitar a luz natural e quando artificial, optar pelas as lâmpadas fluorescentes.
 
O empreendedor deverá contar obrigatoriamente com um veiculo utilitário médio, sempre a disposição da empresa, para realizar os atendimentos externos, tais como: visitas técnicas, retiradas e devolução dos extintores para recarga, e, manutenção, transporte e entrega das mercadorias vendidas, etc. 


Venda e recarga de extintores de incêndio
Pessoal
A quantidade de colaboradores está relacionada principalmente quanto à demanda no atendimento e estrutura do negócio. A contratação de mão-de-obra, especializada e qualificada, é de suma importância para garantir credibilidade da empresa e a satisfação dos clientes, bem como para o sucesso e crescimento do negócio.
O empreendedor deverá ser criterioso, na seleção dos profissionais, por se tratar de atividade que envolve grande responsabilidade por parte dos seus colaboradores, vez que, em caso de acidentes ocorridos em função de falhas na manutenção de extintores, a responsabilidade civil e até criminal, recai sobre a empresa responsável pelo serviço.
Como estimativa para a operação básica de uma empresa neste segmento, considera-se a necessidade inicial mínima de 05 colaboradores, um para o atendimento e vendas, um vendedor, um auxiliar para serviços externos e dois técnicos habilitados para as manutenções e recargas, além do empreendedor em tempo integral na administração da empresa.
Características desejáveis aos funcionários:
AdministradorCapacidade para lidar com imprevistos;
Reconhecer e definir problemas,
Atuar preventivamente;
Ter raciocínio lógico, crítico e analítico;
Ter conhecimento de gestão empresarial;
Habilidade de relacionamentos;
Habilidade para negociar;
Pró-atividade;
Inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos;
Disciplina.
Atendenteatenção a detalhes
capacidade de concentração
capacidade de lidar com o público
capacidade de organização
método
perseverança
conhecimento de assuntos gerais
saber trabalhar sob pressão
saber administrar bem o tempo
saber lidar com números
boa comunicação
boa memória
bom humor
paciência
confiabilidade
Auxiliar para serviços externosatenção a detalhes
capacidade de concentração
capacidade de organização
método
perseverança
conhecimento de assuntos gerais
saber trabalhar sob pressão
saber administrar bem o tempo
saber lidar com números
boa comunicação
boa memória
bom humor
paciência
confiabilidade
Vendedorpaciência
responsabilidade
honestidade
simpatia
capacidade de se relacionar com as pessoas
capacidade de comunicação
visão de projeto
capacidade de organização
capacidade de negociação
capacidade de observação
flexibilidade
agilidade
raciocínio rápido
destreza
conhecimento do produto
Técnico de manutenção e recargaAgilidade;
Flexibilidade;
Capacidade de adaptação a novas situações;
Habilidade com máquinas e equipamentos;
Atenção a detalhes;
Interesse por novas técnicas e tecnologias;
Raciocínio espacial e abstrato desenvolvido;
Habilidade para trabalhar em equipe;
Capacidade de concentração;
Senso prático;
Iniciativa;
Precisão;
Dinamismo;
Capacidade de organização;
Capacidade de planejamento;
Conhecimento das regras de segurança, saúde e higiene;
Habilidade manual.

Venda e recarga de extintores de incêndio
Equipamentos
A empresa de venda, recarga e manutenção de extintores, deverá possuir no mínimo, os seguintes equipamentos:
 
1. Sistema de ar comprimido (Compressor);
2. Calibradores de rosca cônica para verificação de rosca 3/4" NPT e NGT, e 3/8"NPT;
3. Machos 3/4" NPT e NGT, e 3/8" NPT , para limpeza das roscas dos cilindros;
4. Paquímetro: faixa de medição até 150 mm, com menor divisão de 0,01mm;
5. Trena de 5m(mínimo);
6. Torquímetro com fundo de escala de 4 a 6 Kgf.m e resolução 0,5 Kgf.m;
7. Alicates (corte, bico, universal e de pressão);
8. Esmeril;
9. Furadeira (manual ou de bancada);
10. Bancada;
11. Torno de bancada (morsa);
12. Arco de serra/serra;
13. Jogos de chaves: de boca, de fenda e phillips; martelos, limas e chave de grifa;
14. Jogos de punções numéricos de 3 mm e alfanumérico de 5 mm;
15. Punção personalizado da empresa de 5 mm;
16. Chaves tipo soquete para instalação das válvulas dos cilindros de CO2 ou chave adaptada;
17. Dispositivo fixo para imobilização do cilindro de CO2, quando da montagem da válvula do cilindro;
18. Balanças, com resolução compatível com a aplicação;
19. Manômetros com escala tal que a pressão utilizada corresponda ao seu terço médio;
20. Cronômetro;
21. Termo-Higrômetro - escala de umidade: 0 a 100% - Resolução de umidade: 1% - Resolução de Temperatura: 1ºC;
22. Dispositivo de Iluminação Interna dos Cilindros, corrente contínua;
23. Dispositivo para recarga dos extintores com cargas de pó, CO2 (quando aplicável), e água;
24. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), específicos para os tipos de serviços realizados, tais como: máscara para poeira, máscara com filtro para pintura, protetor facial, óculos de proteção, luvas, calçados de segurança e avental;
25. Dispositivo de secagem interna;
26. Lupa;
27. Tarracha para abrir rosca no tubo sifão;
28. Dispositivo para medir o comprimento do tubo sifão;
29. Equipamento de regulagem da válvula de alívio e da válvula redutora de pressão dos extintores;
30. Conjuntos para testes hidrostáticos de baixa e alta pressão constituídos de bombas, camisa de água, e acoplamentos para os respectivos ensaios e buretas graduadas;
31. Dispositivo para proteção do operador durante a pressurização.
 
Caso a empresa não venha a optar pela manutenção de extintores de incêndio de alta pressão, não necessitará de equipamentos para os ensaios de alta pressão.
Os equipamentos acima relacionados são obrigatórios e serão avaliados, verificados e testados pelo INMETRO e pelo Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, para receberem o credenciamento de equipamento certificado e aprovado, estando aptos a funcionar.
 
Além dos equipamentos operacionais obrigatórios, lembramos os administrativos, sendo: telefone, fax, microcomputador, impressora, entre outros para a devida organização administrativa e financeira da empresa.
 
O empresário deve avaliar se existe necessidade de instalação de sistema de alarmes, instalação de câmeras, bem como a contratação de seguro para os equipamentos e estoque, considerando os riscos pertinentes à região ou local em que a empresa está instalada.
 
Fornecedores Equipamentos:
 
Melisam Extintores
Diagonal Catalinas 5770 (D54), San Martín
CP: B1650FIB –
Buenos Aires - Argentina
Tel: (5411) 5648-6996/7
E-mail: ventas@extintoresmelisam.com.ar
 
Warme
Rua Nossa Senhora da Conceição, 14
CEP 07400-000
Arujá – SP
Tel.: (11) 4652-5052
Fax: (11) 4652-5687
Website: http://www.warme.com.br
 
Venda e recarga de extintores de incêndio
Investimentos
Podemos definir como investimento, o capital empregado para iniciar e viabilizar o empreendimento, ou o recurso necessário disponibilizado pelo empreendedor para concretização do negócio, até o momento de sua auto-sustentação.
 
O investimento pode ser desmembrado em três níveis:
 
Investimento fixo - compreende a aquisição de equipamentos operacionais, utensílios, móveis, computadores, instalações e veículos;
Investimentos pré-operacionais – são as despesas para regularização do negócio, honorários profissionais, divulgação e propaganda, entre outros gastos iniciais.
Capital de giro - o capital de giro é o capital necessário para suportar todos os custos iniciais, gastos e despesas, geradas pela atividade da empresa, nos meses iniciais de funcionamento.
Neste tipo de empreendimento, o investimento varia de acordo com a estrutura, a localização e instalações. Apresentamos abaixo uma previsão de investimento médio, para instalação de uma pequena empresa de venda, recarga e manutenção de extintores, que varia inicialmente entre R$ 65.000,00 a R$ 90.000,00, a ser aplicado na aquisição dos seguintes itens relacionados abaixo:
Lembramos que os valores apresentados são para equipamentos novos, sendo que muitos equipamentos adquiridos podem ser usados, em bom estado para uso, reduzindo assim o valor inicial para o investimento, excluindo, neste caso, os equipamentos de precisão (ex. paquímetro, calibradores), que obrigatoriamente devem ser novos.

Compressor profissional - R$1.909,05
Calibradores de rosca cônica para verificação de rosca 3/4"NPT e NGT, e 3/8" NPT - R$1.800,00
Machos 3/4" NPT e NGT, e 3/8" NPT , para limpeza das roscas dos cilindros - R$70,00
Paquímetro: faixa de medição até 150 mm, com menor divisão de 0,01mm - R$300,00
Trena de 5m no mínimo - R$10,00
Torquímetro com fundo de escala 4 a 6 Kgf - R$270,00
Alicates (corte, bico, universal e de pressão) - R$140,00
Esmeril - R$180,00
Furadeira (Manual ou Bancada) - R$500,00
Bancada - R$380,00
Torno de bancada (morsa) - R$680,00
Arco de serra /serra - R$20 00
Jogos de chaves: de boca, de fenda e phillips; martelos, limas e chave de grifa - R$260,00
Jogos de punções numéricos de 3mm e alfanumérico de 5mm - R$160,00
Chaves tipo soquete para instalação das válvulas dos cilindros de CO2 ou chave adaptada - R$230,00
Balanças, com resolução compatível com a aplicação.- 1.600,00
Manômetros com escala tal que a pressão utilizada corresponda ao seu terço médio - R$240,00
Cronômetro - R$50,00
Termo higrômetro  digital- escala de umidade: 0 à 100% - Resolução de umidade: 1% - Resolução de Temperatura: 1ºC - R$330,00
Equipamentos de Proteção Individual - R$350,00
Reforma e Instalações - R$19.186,91
Veiculo leve utilitário - R$23.000,00
Capital de Giro - R$17.987,73
Total - R$69.653,00

Alem dos equipamentos operacionais, devemos acrescentar, os equipamentos administrativos, tais como:
 
Computador - R$1.600,00
Impressora - R$400,00
Móveis p/ escritório - R$1600,00
Fax - R$400,00
Total - R$4.000,00
 
Para informações mais detalhadas sobre o investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo de plano de negócio disponível no portal SEBRAE – www.sebrae.com.br.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de Venda de flores artificiais

Venda de flores artificiais
Apresentação do Negócio
 
A venda de flores artificiais oferece uma solução prática e de baixo custo para as pessoas que desejam uma casa florida e bem cuidada o ano inteiro. Hoje as flores e plantas artificiais em nada lembram as de anos atrás: são bonitas, bem acabadas e tão perfeitas que enganam aos olhos menos preparados. Formam uma ótima opção de decoração quando misturadas com plantas e flores naturais.

Representam uma opção permanente e barata em relação às flores naturais: enquanto uma orquídea artificial custa em torno de R$ 8,00, uma verdadeira, que vive cerca de duas semanas saí por cerca de R$ 50,00. Por isso os empresários do setor preferem chamá-la de flor permanente em substituição ao termo artificial.

Segundo o empresário Eliseu Neto, que trabalha nesse segmento há 15 anos e vende 12 mil plantas artificiais por mês, “a flor permanente é necessária em todos os ambientes, por falta de luz e por falta justamente de claridade nos ambientes do dia-a-dia” - (PEGN TV Globo Programa nº 699 12/2005).

É possível encontrar no mercado uma enorme variedade de plantas e flores artificiais
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração do plano consulte o SEBRAE mais próximo. 
 
Venda de flores artificiais
Mercado
O mercado de flores artificiais faz parte do segmento de flores que movimenta algo em torno de R$ 2 bilhões ao ano. O mercado de flores está em franco crescimento, sendo que, nos últimos anos, apresentou um aumento de cerca de 20% ao ano. As expectativas são de que o mercado continue crescendo, porque o Brasil tem um potencial de 150 milhões de consumidores.

As flores artificiais ainda possuem uma pequena participação no faturamento total do segmento, mas já apresenta uma tendência crescente. Geralmente, importados da China, esses produtos têm conquistado um espaço próprio.

Ricardo Vinha, empreendedor que comercializa flores artificiais em um box instalado na Ceagesp – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, afirma que seu negócio vem crescendo 40% ao ano. É procurado todas as manhãs por um número expressivo de arquitetos, decoradores, promotores de eventos e donas de casa, em razão do aumento da qualidade das flores que vende - (SEBRAE/SC – valor on line).
  
Venda de flores artificiais
Estrutura
A estrutura de uma loja para a venda de flores artificiais é bastante simples, composta basicamente por um show room para exposição dos artigos colocados à venda, balcão para atendimento dos pedidos e caixa, área para acesso e circulação de clientes, estoque, além de um pequeno escritório para administração. 
 
Venda de flores artificiais
Pessoal
A quantidade de profissionais está relacionada ao porte do empreendimento. Para uma loja de venda de flores artificiais de pequeno porte pode-se começar com quatro empregados, sendo:
- dois atendentes;
- um florista;
- um entregador – pode ser terceirizado.
Durante as datas festivas é necessário contratar mão-de-obra temporária.

O atendimento é um item que merece a maior preocupação do empresário, já que as flores possuem um apelo psicológico e requerem como complemento um conjunto de serviços qualificados e condizentes com as diversas expectativas dos clientes.

O treinamento dos funcionários deve ter como objetivo o desenvolvimento das seguintes competências:
- capacidade de percepção para entender as expectativas dos clientes, uma vez que as necessidades podem variar desde a celebração de momentos de alegria e felicidade, até mensagens de dor e sofrimento;
- desenvolvimento do conhecimento da atividade, especialmente quanto às características de cada flor, e seu significado para criar o estado de satisfação pretendido pelo cliente;
- arte e produção de arranjos;

O empreendedor deverá participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e sintonizado com as tendências do setor.

Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências desagradáveis.

O Sebrae da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e o treinamento adequado.  

Venda de flores artificiais
Equipamentos
São necessários os seguintes móveis e equipamentos:

Mobiliário para a área administrativa:
- microcomputador completo 1 – R$ 1.600,00;
- impressora 1 – R$ 350,00;
- telefone 2 – R$ 100,00;
- mesas 2 – R$ 500,00
- cadeiras 6 – R$ 720,00
- armário para o escritório 1 – R$ 500,00
Total mobiliário: R$ 3.770,00

Equipamentos:
- balcão 1 – R$ 2.000,00
- vitrines – R$ 7.200,00
- prateleiras 10 – R$ 2.000,00
- impressora de cupom fiscal 1 – R$ 300,00
- estantes expositoras 1 – R$ 2.000,00
- veículo utilitário usado para entregas 1 – R$ 25.000,00 (decisão do empreendedor)
Total dos equipamentos: R$ 38.500,00 
 
Venda de flores artificiais
Investimentos
Investimento compreende todo o capital empregado para iniciar e viabilizar o negócio até o momento de sua auto-sustentação. Pode ser caracterizado como:
- investimento fixo – compreende o capital empregado na compra de imóveis, equipamentos, móveis, utensílios, instalações, reformas etc.;
- investimentos pré-operacionais – são todos os gastos ou despesas realizadas com projetos, pesquisas de mercado, registro da empresa, projeto de decoração, honorários profissionais e outros;
- capital de giro – é o capital necessário para suportar todos os gastos e despesas iniciais, geradas pela atividade produtiva da empresa. Destina-se a viabilizar as compras iniciais, pagamento de salários nos primeiros meses de funcionamento, impostos, taxas, honorários de contador, despesas de manutenção e outros.

Para uma atividade de venda de flores artificiais o empreendedor deverá dispor de aproximadamente R$ 78.270,00 para fazer frente aos seguintes itens de investimento:
- Mobiliário para a área administrativa – R$ 3.770,00;
- Construção e reforma de instalações – R$ 20.000,00
- equipamentos – R$ 38.500,00
- despesas de registro da empresa, honorários profissionais, taxas etc.- R$ 3.000,00
- capital de giro para suportar o negócio nos primeiros meses de atividade – R$ 13.000,00.  

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Como Abrir - Montar uma Temakeria - Sushi em cone de alga

Temakeria - Sushi em cone de alga
Apresentação do Negócio

Desde a década de 1980 a culinária japonesa vem conquistando cada vem mais espaço no gosto dos brasileiros. Com um novo conceito em fast-food étnicos, os temakis, tipo de sushis em forma de cones, preparados basicamente com arroz acompanhado de peixes e legumes enrolados com alga, têm atraído à preferência de um público numeroso que quer comer rápido e de maneira nutritiva.

De origem japonesa “Te” significa mão e “maki” enrolado. O temaki diferentemente dos demais alimentos japoneses que são enrolados com a esteirinha de bambu, é feito somente com as mãos. Saudáveis e de baixa caloria, os cones, como também são conhecidos aqui no Brasil, originalmente eram feitos para reaproveitar alimentos que sobravam do preparo dos sushis e, desde que chegaram ao nosso país, já mudaram de tamanho, além de já terem sido adaptados da maneira de cada estado brasileiro, ganhando sabores, cores e ingredientes regionais.

Vida corrida, muito trabalho, stress e preocupação com o aumento de peso e a saúde, são temas bastante atuais da sociedade brasileira. Numa época em que às 24 horas do dia não são mais suficientes para fazermos tudo o que precisamos e queremos, as temakerias tem se transformado também em uma nova opção de renda e trabalho para muitos empreendedores.

Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.


Temakeria - Sushi em cone de alga
Mercado
O setor de alimentação é bastante competitivo, mas há certo grau de complementaridade entre os estabelecimentos. Podem-se encontrar temakerias bares, restaurantes e lanchonetes convivendo lado a lado, criando-se pólos de alimentação e opções diversificadas para o consumidor. Segundo a ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, hoje o setor de alimentação fora do lar (incluindo Temakerias, bares, restaurantes e lanchonetes) representa 2,4% do PIB brasileiro, além disso, o hábito de alimentação fora de casa é cada vez mais crescente e já corresponde a 26% dos gastos dos brasileiros com alimentos, sendo ainda responsável pela geração de 6 milhões de empregos em todo o Brasil.

O público das temakerias são na maioria jovens entre 18 e 30 anos, principalmente por ser fast-food, mais rápidos e mais barato que a comida japonesa. Por não ser um produto barato, os freqüentadores são em geral de classes sociais mais altas. Afinal, cada temaki custa entre R$9,00 e R$15,00, se houver consumo de bebida um lanche sai em média R$30 reais, que para lanche não é barato. 
 
Temakeria - Sushi em cone de alga
Estrutura
As estruturas geralmente são pequenas, pois as pessoas não ficam muito tempo na temakeria - elas chegam, comem e vão embora. Podem até comer em pé, encostadas no balcão. Por isso, este tipo de empreendimento são instalados em lojas de cerca de 40 m². O espaço deve ser dividido entre as áreas de produção e de atendimento. Um arquiteto poderá ajudá-lo a definir o layout ideal, de acordo com o imóvel escolhido para funcionamento da sua temakeria, lhe orientando em questões tais como: fluxo de operação, instalação de equipamentos, letreiros e sinalização, cores mais adequadas (que estimulam o apetite, que provoquem animação, etc.). A cor das temakerias, geralmente, é puxada para o laranja por causa do salmão, que é o símbolo deste tipo de alimentação. O estilo pode variar desde o rústico até o moderníssimo. O que deve ser a preocupação é o tipo de público, que segundo os entrevistados está entre 18 e 30 anos, ou seja, um público bastante jovem.

As temakerias devem ser mantidas nas mais perfeitas condições de ordem e higiene, inclusive no que se refere ao pessoal e ao material. A legislação de cada estado estabelece entre outras coisas, as instalações mínimas necessárias para funcionamento de estabelecimentos desta natureza. Além disso, a empresa deve proporcionar aos seus funcionários e clientes instalações físicas adequadas, com um ambiente arejado, limpo, com claridade e dentro das normas de segurança pré-estabeleciadas pelo Corpo de Bombeiros, que irá fazer a vistoria e liberar o funcionamento da temakeria. A área reservada para estoque deverá ser bem protegida, arejada e separada do público. A
área destinada ao público deverá ter banheiros masculinos e femininos. Em instalações com área reduzida, com apenas um pequeno balcão e sem lugar para sentar, poderá ter apenas um lavabo. O que é indispensável é que o tamanho seja suficiente para alocar o mobiliário e os equipamentos sem prejudicar o fluxo dos empregados.
A disposição dos equipamentos deve estar de acordo com a seqüência de utilização, para que haja o menor trânsito possível de pessoal, e os equipamentos fixos devem permitir fácil acesso e limpeza adequada.
Pisos e paredes: Material lavável, de preferência azulejos, e de cor branca.
Ralos: Devem ter tampa tipo ‘abre-fecha’ ou as tradicionais cobertas com plástico para não permitir a entrada de insetos.
Iluminação: Aproveite a luz natural sempre. Quanto às artificiais, dê preferência para as lâmpadas fluorescentes.
Local de armazenamento e manipulação: Local independente, onde não devem transitar substâncias tóxicas, com área independente para higiene e guarda de utensílios de preparação.
Higiene: Deve possuir lavatórios exclusivos e em posição estratégica para que os funcionários façam a higienização das mãos e vestiário com armários individuais e chuveiro. Para maiores informações, consulte a Secretaria de Estado e Saúde de seu estado. 
 
Temakeria - Sushi em cone de alga
Pessoal
A composição da equipe de trabalho irá depender da estrutura do empreendimento. Basicamente, ela deverá ser composta por um sushiman, atendentes para balcão, auxiliar de cozinha e caixa, este ultimo pode exercer a função de gerente do estabelecimento.

Temakeria - Sushi em cone de alga
Equipamentos
Os itens básicos são:
- freezer;
- geladeira;
- balcões refrigerados;
-fritadeira elétrica ou a gás industrial;
- processadores de alimentos,
- balcões térmicos – frio com bancada de mármore para preparo dos temakis;
- mini-balcões tipo vitrine refrigerados para exposição dos peixes;
- utensílios de cozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas, portas-guardanapo e facas especiais para corte de peixe);
- caixa registradora;
- mesas suspensas;
- material de escritório em geral;
- fax e telefone;
- caixa registradora.

Temakeria - Sushi em cone de alga
Investimentos
O valor necessário para investimento irá variar muito de acordo com o porte do empreendimento. Por esta razão sugerimos a elaboração de um Plano de Negócio, onde os recursos necessários, em função dos objetivos estabelecidos, poderão ser determinados. (vide modelo disponível em: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/integra_bia?ident_unico=1440). Estimamos que a montagem de uma temakeria requeira um investimento inicial de cerca de R$ 30 mil, a ser alocado majoritariamente na aquisição dos seguintes itens (não inclui gastos com aquisição do ponto comercial):
- Abertura da empresa - R$ 1.100,00;
- Balcão seco (atendimento) com bancada de mármore para preparo dos temakis - R$ 3.800,00;
- Bancada copa - R$ 1.200,00;
- Caixa Registradora ou PDV com impressora fiscal – R$ 3.000,00
- Estoque inicial de descartáveis (guardanapos, hashi, canudos para refrigerantes, etc.) - R$320,00;
- Estoque inicial de embalagens - R$ 500,00;
- Fax e telefone - R$ 400,00;
- Fritadeira elétrica ou a gás industrial - R$ 700,00;
- Geladeira - R$ 800,00;
- Luminoso -R$ 850,00;
- Marketing inicial - R$ 1.500,00;
- Mobiliário (armários, prateleiras, mesas e cadeiras para o atendimento) - R$ 1.800,00;
- Reformas e adaptação do imóvel (inclui projeto de arquitetura e decoração) - R$ 8.500,00;
- Sistema Eletrônico de Controle (software) – R$ 1.200,00
- Sistema exaustão /Ventilação / Refrigeração Ambiental - R$ 2.000,00;
- Uniformes para empregados - R$ 500,00;
- Utensílios de cozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas, portas-guardanapos, facas para sushi, etc.) - R$ 600,00.
- Vitrine / expositor refrigerado de Balcão – R$ 1.800,00 
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como ser Taxista - Como Abrir - Montar uma empresa de Taxi

Taxista
Apresentação do Negócio

Em muitos países os serviços de táxi são atividades de interesse público e como tal reguladas pelo governo. No Brasil, os carros que prestam este serviço são autorizados a trabalhar através de licenças emitidas pelas Prefeituras, bem como, os taxistas (condutores autorizados) só podem exercer a atividade, após credenciados no órgão municipal de trânsito responsável.

Portanto, para se tornar um taxista (condutor credenciado) o interessado em exercer a atividade irá precisar de um carro também licenciado. Como o número de interessados (condutores), em geral, é superior as licenças disponíveis (Permissões ou Alvarás como também são conhecidas), comumente, estas licenças adquirem um valor de mercado elevado em algumas cidades, podendo chegar a cerca de R$ 300 mil, dependendo do tipo (livre ou privativa) e do ponto de estacionamento, como é o caso das licenças privativas para estacionamento no Aeroporto de Congonhas localizado na cidade de São Paulo.

Para aquelas pessoas que não puderem ou não quiserem gastar com uma licença, ela pode optar em trabalhar com um taxi de frota. Taxis de frotas são veículos de empresas de taxis que ficam disponíveis para taxistas em troca do pagamento de um valor diário, semanal ou mensal. Em São Paulo, esse valor diário pode variar entre 85 e 115 reais + combustível. Outras alternativas disponíveis em algumas cidades brasileiras é de alugar um taxi de uma Associação ou Cooperativa, ou mesmo alugar um carro de outro taxista (também chamado de preposto ou auxiliar).
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.


Taxista
Mercado
Segundo a ADETAXI – Associação de Taxi de Frota do Município de São Paulo somente nas capitais brasileiras existem cerca de 140.000 taxis em circulação. No Brasil a maior frota pertence ao município de São Paulo que tem cerca de 33.000 carros, seguido por Rio de Janeiro (32.000) e Salvador (7.800).

Comparação feita pelo Jornal Extra (disponível em http://extras.ig.com.br/infograficos/taxi. Acesso em 15 mai 2011) mostra que a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, é a Capital com a menor relação de táxi por habitante (1 táxi para cada 1.632 habitantes), seguida por Goiânia (1.058/habitante) e Curitiba (776/habitante). O Rio de Janeiro é a cidade que cobra o maior valor de bandeirada inicial e, Belém é a capital que apresenta o maior preço por km percorrido.

O incremento populacional de pequenas e médias cidades brasileiras associados ao aumento do poder de compra da população do país, observado nos últimos anos, são fatores que, aliados a perspectiva da realização de jogos da Copa do Mundo de 2014 em algumas capitais brasileiras, potencializam a geração de grandes oportunidades para o setor.

Em 19 de junho de 2008 foi aprovada a Lei 11.705, modificando o Código de Trânsito Brasileiro. Apelidada de "lei seca", proíbe o consumo da quantidade de bebida alcoólica superior a 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro (ou 2 dg de álcool por litro de sangue) por condutores de veículos. A entrada em vigor desta Lei fez aumentar o uso dos serviços de táxi em muitas cidade brasileiras.

Os serviços de táxi são inegavelmente um serviço público essencial e, sob o ponto de vista do interesse da população, seria mais bem regulado pelas Prefeituras se fossem observados princípios como: características urbanas, demográficas, renda, relação táxi por habitante, concorrência, disponibilidade de outros meios de transporte, fluxo turísticos peculiares a cada cidade, dentre outros fatores.

Contudo, o modelo atual adotado em muitas cidades brasileiras é aquele onde os operadores são selecionados através de licitação, mas, em alguns casos, autorizando-se a transferência de permissão. Especialistas acreditam que esta seja a causa de distorções observadas em relação aos serviços de táxi em muitas cidades: permissões com preços muito elevados contrastando com serviços de baixa qualidade, alto custo das tarifas, número total de remissões / alvarás concedidos em desacordo com a real necessidade da cidade, transporte clandestino (“táxi-pirata”), dentre outros problemas. 
 
Taxista
Estrutura
Para os taxistas autônomos (carro próprio, co-proprietário ou auxiliar), em geral não é exigida estrutura própria de apoio, para concessão da licença. Normalmente estes profissionais utilizam serviços terceirizados de mecânica, funilaria, pintura, abastecimento, etc. Uma opção para os taxistas autônomos que queiram contar com uma estrutura de apoio é associar-se a uma cooperativa ou associação de taxistas onde serviços tais como central de chamadas, mecânica, etc. podem ser compartilhados mediante determinado pagamento.

Da pessoa jurídica que pretende explorar o serviço de transporte de passageiros em veículos de aluguel a taxímetro, outra forma de definir a atividade, é comum os municípios exigirem prova de que estas dispõem de garagem com capacidade mínima para recolhimento de 60% (sessenta por cento) da frota total, com áreas equivalentes a 20 m2 por veículo e com superfície coberta de pelo menos 20% (vinte por cento), para execução de serviços gerais de manutenção.

Taxista
Pessoal
Embora a licença para exploração do serviço de taxi seja concedida, em muitas cidades, para profissionais autônomos e empresas legalmente constituídas, o serviço, propriamente dito, de transporte de passageiro no táxi é prestado por um único profissional, sem a necessidade de colaboradores. 
 
Taxista
Equipamentos
O equipamento imprescindível para o exercício da atividade é o carro. Para serem utilizados no serviço de transporte de passageiros na forma de táxi, em geral os carros devem satisfazer além das exigências do CTB e Legislação correlata, as seguintes exigências estabelecidas pelos municípios:
I. Encontrar-se em bom estado de conservação e funcionamento;
II. Utilizar a pintura padronizada e demais caracterização para táxi exigida pelo município.
III. Fabricação não superior a 08 (oito) anos;
IV. Estarem equipados com:
a) extintor de incêndio de capacidade proporcional à categoria do veículo Táxi e no modelo aprovado por resolução do Conselho Nacional de Trânsito;
b) taxímetro ou aparelhos registradores, em modelo aprovados, devidamente aferidos e lacrados pela autoridade competente;
c) caixa luminosa com a palavra “TÁXI”, sobre o teto, dotada de dispositivo que apague sua luz interna automaticamente, quando do acionamento do taxímetro;
d) dispositivo que indique a situação “livre” ou “em atendimento”;
e) cintos de segurança em perfeitas condições;
f) luz de freio elevada (brake light), na parte inferior interna (vidro traseiro);
V. conterem nos locais indicados:
a) a identificação do proprietário e do condutor;
b) o dístico “É PROIBIDO FUMAR”;
c) o número da placa de registro pintado nas portas dianteiras e a parte externa do teto, logo acima do vidro traseiro e internamente no painel;
d) identificação externa da empresa proprietária, através de siglas e símbolos previamente aprovados;

Nota: Estas exigências podem mudar de cidade para cidade, tais como número de portas do veículo, potência do motor, ar-condicionado, etc.  

Taxista
Investimentos
Para ter seu próprio táxi, além de comprar um veículo nos padrões exigidos pela Secretaria de Transporte do Município, o interessado deve obter um alvará, concedido pelo Município ou repassado por proprietários de uma dessas permissões.
Após comprar o alvará e o veículo (a aquisição do veículo “zero quilometro” goza de benefícios de isenção de IPI e ICMS – vide item LEGISLAÇÃO APLICÁVEL), o interessado deve colocar o taxímetro e pagar as taxas municipais.
Estimamos que, em média, nas capitais brasileiras, a compra de um carro próprio com alvará fique em torno de R$ 160.000,00. Isto sem considerar a compra da vaga para estacionar ou cota para ingressar em cooperativas, pratica comum nas grandes cidades, que podem chegar a valores adicionais em torno de até R$ 50.000,00.
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Tapiocaria

Tapiocaria
Apresentação do Negócio

Tal como a rapadura e a feijoada, a tapioca é uma comida típica do Brasil, integrando o patrimônio gastronômico e cultural nacional. Seu consumo entre nós é herança indígena, vinculada a outra tradição alimentar de nossa cultura - a mandioca.
Muito consumida em todo o norte e nordeste brasileiro a tapioca está, aos poucos, marcando a sua presença nos cardápios de todo o Brasil. Cada lugar tem um jeito próprio de fazer esta delícia. Pode ser salgada ou doce e o recheio incluir ingredientes como banana, chocolate, camarão, carne-de-sol, conforme o gosto do freguês, mas a mais tradicional é feita com coco e queijo.
Produto saboroso, de rápido consumo e principalmente barato, seja como substituta do lanche vespertino, ou do jantar, a tapioca que era uma iguaria típica do norte e nordeste, virou coqueluche em outras regiões do Brasil. A cada dia surgem novos pontos especializados na venda do produto, as chamadas Tapiocarias, cujo carro-chefe é a venda de tapioca com recheios inusitados e outros produtos a base de mandioca a reboque do sucesso.
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae. 
 
Tapiocaria
Mercado
O fluxo migratório e turístico do país transformou a tapioca de vedete da culinária do norte e nordeste em iguaria disputada em muitos restaurantes de outras regiões brasileiras. Sua versatilidade e possibilidade de combinação com diversos ingredientes também conquistou consumidores de todas as classes sociais, sendo servida em ambientes bem diferenciados que vão desde barraquinhas de rua até restaurantes sofisticados.
 
As tapiocarias fazem parte do chamado mercado de alimentação fora do lar (Food Service) que, no Brasil, cresce a taxas acima de 10% ao ano, confirmando uma tendência de mudança no comportamento das famílias brasileiras.
 
Comer fora de casa com maior freqüência se tornou um hábito do brasileiro, que já supera a média de algumas economias de países desenvolvidos.  É o que aponta o estudo "Alimentação fora do lar na visão do consumidor brasileiro", desenvolvido pela Gouvêa de Souza - GS&MD, consultoria de consumo especializada em varejo, (disponível http://bgasystems.blogspot.com/2010/11/alimentacao-fora-do-lar-da-classe.html. Acesso em 05 mar 2011). De acordo com o levantamento, nos últimos 10 anos, a alimentação fora do lar subiu de 17% para 31,1% das despesas familiares com alimentação no Brasil. O número ultrapassa a média de 27 países da União Européia, como Alemanha (20%), França (22%) e Itália (14%).
 
O Estudo revela ainda que a  força do segmento se mostra mais forte na Classe A, onde a participação nas despesas com alimentação supera a média do país do fast food, maior consumidor de alimentos fora do lar. As classes A1 e A2 registraram, respectivamente, uma participação de 49,3% e 42,2%, enquanto os Estados Unidos tem uma média de 42%. Analistas destacam que o fato das despesas com o gasto de comer e beber fora casa dessas classes estar compatível com o grande consumidor do mundo no segmento é realmente impressionante. E a tendência é de aumento no Brasil com o crescimento da classe C.
 
O mercado de Food Service  movimenta atualmente cerca de 181,1 bilhões de reais no País. Na região Sudeste é onde está concentrado o maior percentual do país, com 37,2% da participação nas despesas com alimentação.
 
O tipo de alimentação fora de casa é bastante variado e abrange todas as refeições do dia, do café da manhã aos lanches fora de hora. Entre os critérios de escolha na hora de fazer essa refeição fora do lar a prioridade é o produto (alimento), com 32%. O estabelecimento (19%), o preço (18%), a conveniência (16%) e o serviço (15%), aparecem na seqüência como quesitos que mais pesam na escolha.
 
Tapiocaria
Estrutura
Uma pequena tapiocaria requer uma estrutura com cerca de 40m² a 50m², com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio. Esta área inclui a produção dos beijus, o atendimento aos clientes e o espaço necessário para mesas, cadeiras e banheiros. O estabelecimento deve ser mantido em perfeitas condições de ordem e higiene.
Segundo orientações da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), os banheiros e vestiários não devem se comunicar diretamente com as áreas de preparo e de armazenamento dos alimentos. O banheiro deve estar sempre limpo e organizado, com papel higiênico, sabonete, anti-séptico, papel toalha e lixeiras com tampa e pedal.
Para instalações em áreas mais reduzidas, onde não há necessidade de banheiros, mesas e cadeiras (quiosques e shopping centers, por exemplo), a estrutura deve prever um balcão de atendimento, uma bancada para a produção dos beijus, com espaço para acomodar as cubas com os recheios utilizados e local reservado a instalação do caixa. Além de local de estoque de produtos utilizados no preparo da tapioca e geladeria. A área reservada para estoque deve ser bem protegida, arejada e separada do público.
A disposição dos equipamentos deve estar de acordo com o processo produtivo de confecção dos beijus, reduzindo o trânsito desnecessário dos funcionários. Os equipamentos fixos devem permitir fácil acesso e limpeza adequada.
É preferível que a área de preparo dos beijus esteja visível ao público, através de balcões e divisórias de vidro. Isso atrai a atenção dos transeuntes e aumenta a sensação de segurança e higiene dos clientes mais exigentes.
O ambiente deve ser arejado, limpo, claro e dentro das normas de segurança pré-estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. O local de trabalho deve ser organizado e acima de tudo limpo, pois a sujeira acumulada propicia a multiplicação de micróbios. O piso, a parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos.
Para impedir a entrada e o abrigo de insetos e outros animais, as janelas devem possuir telas. Os objetos sem utilidade devem ser retirados das áreas de trabalho. O local deve ser mantido bem iluminado e ventilado e as lâmpadas protegidas contra quebras.
As superfícies que entram em contato com os ingredientes, como bancadas e mesas, devem ser mantidas em bom estado de conservação, sem rachaduras, trincas e outros defeitos.
Os produtos de limpeza não podem ser guardados juntamente com os alimentos. Eles devem conter no rótulo o número do registro no Ministério da Saúde ou a frase “Produto notificado na Anvisa”. A limpeza do ambiente é importante para prevenir e controlar baratas, ratos e outras pragas. Os venenos devem ser aplicados somente quando necessário e sempre por empresa especializada.
Profissionais qualificados (arquitetos, engenheiros, decoradores) poderão ajudar a definir as alterações a serem feitas no imóvel escolhido para funcionamento da empresa, orientando em questões sobre ergonometria, fluxo de operação, cores que estimulam o apetite, design dos móveis, iluminação, ventilação, etc.
Os pisos e paredes devem ser de material lavável de cor clara, de preferência azulejos, cerâmicas e porcelanatos. Decks de madeira também são excelentes opções.
Sempre que possível, deve-se aproveitar a luz natural. No final do mês, a economia da conta de luz compensa o investimento. Quanto às artificiais, a preferência é pelas lâmpadas fluorescentes, que ressaltam as cores das frutas.
O local de armazenamento e manipulação precisa ser independente, onde não se transitam substâncias tóxicas, com área independente para higiene e guarda de utensílios de preparação.
O lixo, além de atrair insetos e outros animais para a área de preparo dos alimentos, é o meio ideal para a multiplicação de micróbios patogênicos. Por isso, a cozinha deve ter lixeiras de fácil limpeza, com tampa e pedal e o lixo deve ser retirado para fora da área de preparo de alimentos em sacos bem fechados. Após o seu manuseio, devem-se lavar as mãos.
Tapiocaria
Pessoal
O número de empregados irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento e horário de funcionamento da Casa. Em geral uma tapiocaria convencional (instalada em um imóvel comercial) exige uma equipe composta de:
 - Gerente: pode ser o proprietário. Deve ter conhecimento de gestão e do processo produtivo. Também será o responsável pelas atividades administrativas, financeiras, de controle de estoque e de supervisão das regras de higiene.
- Manipulador (es) ou cozinheiro(s): responsável por preparar os beijus de tapioca, colocar os recheios e atender aos pedidos (comandas) das mesas entregue pelos garçons. Devem ser extremamente higiênicos, cuidadosos e interessados em novas receitas. As mulheres devem utilizar cabelos presos, cobertos com redes ou toucas, retirar brincos, pulseiras, anéis, aliança, colares, relógio e maquiagem. Os homens devem evitar bigodes, barba e costeleta. O uniforme deve ser usado somente na área de preparo dos beijus, com troca diária.
- Garçons / Atendentes / Auxiliares: responsáveis pelo atendimento ao público, tirar dúvidas, servir os produtos e auxiliar na arrumação das mesas, cozinha, etc.
- Caixa: responsável pela manipulação de dinheiro e outros meios de pagamento. Deve ser confiável, rápido e com raciocínio matemático. Não pode ter qualquer contato com os alimentos. Muitas vezes, essa função é desempenhada também pelo próprio gerente do estabelecimento.
 De acordo com o horário de funcionamento e o comportamento de vendas ao longo do dia (atenção aos horários de pico), podem ser necessários dois turnos de trabalho e a contratação de mais funcionários. Esta expansão do negócio precisa ser planejada conforme o aumento do faturamento.
Tapiocaria
Equipamentos
Os itens básicos para a operação de uma tapiocaria são:
- bancada de mármore com cubas separadas para colocação de cada recheio  e queimadores  para o preparo da tapioca;
- caixa registradora com impressora fiscal;
- cortador de frios e laticínios;
- descartáveis (guardanapos, filtro de papel, etc.);
- embalagens;
- fax e telefone;
- fogão industrial;;
- freezer;
- geladeira;
- material de escritório em geral;
- mesas e cadeiras para os clientes;
- mini-balcões tipo estufa;
- processadores de alimentos, liqüidificadores e espremedores industriais de frutas;
- sistema exaustor;
- uniformes.
- utensílios de cozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas, portas-guardanapo, saleiro, etc.);
 
Tapiocaria
Investimentos
O valor necessário para investimento na instalação de uma tapiocaria irá variar muito de acordo com o modelo de negócio definido pelo empreendedor. Por esta razão sugerimos a elaboração de um Plano de Negócio, onde os recursos necessários, em função dos objetivos estabelecidos de retorno e alcance de mercado, poderão ser determinados. (vide modelo disponível em: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/integra_bia?ident_unico=1440).
Estimamos que a montagem de uma pequena tapiocaria em um imóvel de cerca de 40m² requeira um investimento inicial de cerca de R$ 45 mil (não inclui valor de aquisição ou luvas do ponto comercial), a ser alocado majoritariamente na instalação e aquisição dos seguintes itens:
- Abertura da empresa – R$ 3.000,00
- Aparelho de fax e telefone - R$ 400,00;
- Caixa Registradora ou PDV com impressora fiscal – R$ 3.000,00
- Capital de giro inicial - R$ 8.000,00
- Equipamentos diversos – R$ 6.000,00.
- Letreiro -R$ 1.200,00;
- Marketing inicial - R$ 1.500,00;
- Mobiliário (balcão, Mesas e cadeiras para clientes) - R$ 12.000,00;
- Obras para adaptação do imóvel – R$ 10.000,00
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
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Como Abrir - Montar uma empresa de Software para loja virtual

Software para loja virtual
Apresentação do Negócio
As lojas virtuais surgiram durante a década de 1990 e hoje desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na internet. Embora toda loja virtual seja um web site, nem todo site web pode ser considerado loja virtual. Na prática, lojas virtuais são plataformas de interação entre usuários que dispensam as presenças físicas do comprador e do vendedor, geralmente acopladas à página principal da empresa,
 
Comprar online não requer manuseio de papel-moeda e nem a existência física do produto no momento da transação comercial. Lojas virtuais são sites de e-commerce onde o cliente escolhe o produto ou serviço, coloca-o no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line.
 
A decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador, além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação. Para tanto, os produtos precisam interessar ao visitante e serem ofertados a um preço justo.
 
A plataforma virtual engloba tanto a frente de loja que o usuário irá acessar para realizar suas compras quanto à ferramenta de gestão para o lojista administrar o dia-a-dia. Este software também será responsável por apresentar os produtos aos usuários e colocar à disposição deles os meios de pagamento. Quanto mais opções, melhor para os clientes.
 
O correto funcionamento de uma loja virtual - 24 horas diárias durante 365 dias por ano - dependerá também de um bom provedor de serviços de hospedagem. O lojista precisará atrair imensa quantidade de visitantes porque a taxa de conversão destes em clientes é pequena, geralmente em torno de 1%. Significa dizer que a loja virtual necessitará de mil internautas para fechar uma dezena de vendas.
 
Em sua maioria, o software para loja virtual se encaixa num dos seguintes modelos:
 
- Aluguel de licença:as empresas desenvolvem uma plataforma padrão e comercializam a licença de uso em troca do pagamento de mensalidade. Ela pode ser fixa ou variar conforme o número de produtos cadastrados, páginas exibidas (page views) ou taxa de consumo de banda no servidor onde a loja ficará hospedada. Esses critérios quase sempre são cumulativos. O lojista pagará também a instalação (ou set-up) do software.
 
- Venda de licença de uso: semelhante ao modelo de aluguel, mas não possui mensalidade. Da mesma forma que nas plataformas de aluguel, a propriedade do código-fonte pertence à empresa que o desenvolveu. Ajustes e melhorias pretendidas pelo lojista devem ser realizados exclusivamente pelo desenvolvedor.
 
- Código aberto: os códigos-fonte encontram-se disponíveis gratuitamente na internet. O lojista poderá contratar uma empresa especializada na plataforma de código aberto escolhida para adaptá-la ao seu negócio
 
Em geral, softwares que permitem criar uma loja virtual no site da empresa apresentam, entre outras, as seguintes funcionalidades:
 
- Administração via internet: dispensa downloads. O lojista acessa apenas o painel administrativo de sua loja virtual.
 
- Cadastro de clientes: banco de dados que reúne informações relativas à clientela da loja, tais como dados pessoais, endereço, comentários, data de criação da conta, número de visitas, data do último acesso, compras realizadas. A ferramenta possibilita ao lojista diversas maneiras de se pesquisar no banco.
 
- Configuração de frete: determina as modalidades de frete que a loja irá utilizar, bem como os respectivos valores, em percentuais, para cada entrega. O lojista poderá trabalhar com Sedex, Sedex 10, Sedex a cobrar, Encomenda Normal, Carta Registrada e Entrega Local.
 
- Configuração das formas de pagamento: estabelece as formas e o desconto para cada uma. As principais são: Depósito Bancário, Boleto Bancário, cartões Visa, Mastercard e Diners e PagSeguro.
 
- Editor de texto: cria e modifica o descritivo de apresentação da loja. Permite ao lojista inserir imagens, fazer colagens de um texto já montado e formatar fontes e cores.
 
- Controle de usuários: estabelece níveis de permissão de acesso aos departamentos da loja virtual – administração, chat online, etc. Registra o histórico de acessos e atendimentos.
 
- Limite de crédito: define o limite que cada cliente terá para compra faturada, assim como o prazo e a quantidade de parcelas a serem pagas. Se o limite for excedido, o cliente será avisado.
 
- Cadastro de categorias: organiza a loja em níveis (por exemplo: sessão, categoria e subcategoria), facilitando ao cliente encontrar o que procura.
 
- Cadastro de produtos: insere informações importantes do produto tais como fotografias, modelo, fabricante, características técnicas, detalhes de funcionamento, garantia.
 
- Controle de estoque: realiza a baixa automática dos itens vendidos.
 
- Gerenciamento de anúncios: atualiza automaticamente o arquivo XML dos produtos que estão sendo anunciados na própria loja virtual e nos sites definidos pelo lojista.
 
- Cupom de desconto: define o valor ou percentual para cada produto; indicado para campanhas promocionais.
 
- Envio de newsletter: remete o material promocional para clientes cadastrados diretamente da administração da loja virtual.
 
- Controle de estatísticas: permite verificar informações sobre os acessos à loja virtual – data, hora, páginas mais acessadas, localização dos internautas que entraram na loja, etc.
 
- Controle de vendas: fornece informações referentes às transações efetuadas, tais como data da compra, dados de entrega, pagamento, descrição dos produtos. Também possibilita ao lojista definir status do pedido, enviar mensagens ao cliente e imprimir relatórios,
 
- Relatórios gerenciais: gera informações sistematizadas sobre clientes, vendas, desempenho individual dos produtos, faturamento, lucro, etc. Os mais avançados estão integrados às ferramentas de e-commerce Google Analytics, Omniture, Webtrends e outras.
 
- Back up: permite ao lojista fazer cópias de segurança em seu próprio computador, bem como restaurar toda a estrutura do banco de dados da loja virtual.
 
- Tradução e conversão de moeda: realiza a versão automática do conteúdo do site para os idiomas Inglês e Espanhol,conforme o IP do computador do cliente. Também faz a conversão de moedas (Euro, Dólar e Real), permitindo assim a comercialização de produtos e serviços para diversos países.
- Pesquisa de preços: integra o catálogo de produtos e serviços da loja virtual aos principais portais de comparação de preços do mercado – Buscapé, UOL, BOL, Zura, etc.
Clonagem da loja, invasão de sistemas e acesso a informações sigilosas são alguns dos problemas que ocorrem com maior freqüência em lojas virtuais. O desenvolvedor poderá evitá-los por meio da certificação do site, criptografia de dados e outras medidas de segurança que a tecnologia possibilita.
 
Em 2010, chegaram ao Brasil as primeiras lojas virtuais no modelo “one page shop”. Sem a necessidade de preenchimento de cadastro prévio, o consumidor escolhe o produto desejado e, para concluir a compra, informa na mesma página apenas CPF, nome, telefone e endereço de entrega.
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.

Software para loja virtual
Mercado
Aquecimento da economia interna, abertura de crédito, elevação do poder de compra e do nível de renda dos consumidores. Neste cenário promissor, o comércio varejista brasileiro fechou 2010 com faturamento real superior a R$ 100 bilhões, informou a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo.
Já o comércio eletrônico no Brasil – conhecido também como e-commerce ou comércio virtual - movimentou R$ 15 bilhões em 2010, valor 40% superior aos R$ 10,8 bilhões registrados em 2009, conforme dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).
Fatores como melhoria da segurança online, expansão do setor de viagens e turismo e avanços nas áreas de logística e telecomunicações impulsionam o e-commerce nacional, que possui hoje mais de 23 milhões de adeptos. O custo mínimo de uma loja virtual completa – que inclui software, instalação, personalização, homologação de pagamentos e treinamento – chega a R$ 4 mil no mercado brasileiro hoje.
O comércio virtual ainda é restrito aos jovens adultos com maior poder aquisitivo. Segundo o Ibope Mídia, 61% dos consumidores brasileiros que fazem compras on-line são na classe AB, enquanto 35% são da classe C e 4%, da classe DE. Ao contrário do que pode sugerir a crença popular, os homens (54%) compram mais do que as mulheres (46%) na internet.
 
Outra característica do e-commerce nacional tem sido sua concentração na Região Sudeste do país. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro reúnem 37% dos clientes de lojas virtuais. O gasto médio mensal desses consumidores é R$ 118. Na lista dos produtos preferidos estão livros e assinaturas de revistas e jornais (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%), produtos de tecnologia pessoal (17%) e artigos de vestuário (5%).
O pico de vendas na internet ocorre geralmente durante o período de festas natalinas. Em 2010, cerca de R$ 2,2 bilhões em bens de consumo foram vendidos entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro – o equivalente a seis milhões de transações virtuais. De acordo com a consultoria e-bit, especializada em varejo online, a cifra representa um acréscimo de 40% em relação ao mesmo período de 2009, quando o faturamento atingiu R$ 1,6 bilhão.
As lojas virtuais também avançaram em países da América Latina, principalmente durante o biênio 2007/2009. Estudo realizado pela empresa América Economia Intelligence revelou que o comércio virtual no subcontinente cresceu 39%, em média. O Brasil aparece em posição privilegiada: responde por 60,8% do consumo online total da região, seguido por México (12%) e Chile (5%). 
Software para loja virtual
Estrutura
Ainda que o principal canal de vendas seja a internet, a oferta de serviços de desenvolvimento de software para criação de loja virtual requer uma pequena estrutura física.
A área deve ser suficiente para abrigar a instalação de cadeiras, mesas ou estações de trabalho, estantes ou armários para guardar livros e outros materiais de consulta. O local deve ser dotado de energia elétrica e banda larga para acesso à internet. 
Software para loja virtual
Pessoal
Além do dono, que deve possuir sólidos conhecimentos em e-commerce, apenas dois funcionários são suficientes para a empresa começar a operar – um profissional de TI (tecnoIogia da informação) especialista em desenvolvimento de software e um especialista em varejo e finanças.
É recomendável que o empreendedor organize um cadastro de profissionais autônomos capacitados em marketing digital, logística e em diferentes áreas de TI como web design, acessibilidade, redação para web (webwriting), segurança de sistemas, entre outros. Dependendo do volume e especificidade da demanda, eles poderão ser contratados a qualquer tempo para trabalhar em rede. Fornecedores especializados em equipamentos e softwares de automação comercial, assim como prestadores de serviços de suporte e integração de sistemas, também devem fazer parte desse cadastro.
No início das operações, o ideal é que o empreendedor contrate serviços terceirizados e execute, ele próprio, a gestão administrativo-financeira. Sempre que possível, deve participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio para manter-se atualizado com as tendências do setor.
 
Raciocínio lógico, bom senso e criatividade para encontrar as melhores soluções são características essenciais ao profissional de TI, além de visão sistêmica, capacidade analítica, facilidade de interação e integração com clientes. Predisposição às mudanças e ao aprendizado constante também são fundamentais. Boa comunicação, liderança, atualização tecnológica e domínio do Inglês completam o perfil deste profissional.
Espera-se do especialista em varejo e finanças que aporte ao negócio sua experiência em logística, operações, atendimento ao cliente, análise e gestão de projetos, contabilidade financeira, planejamento tributário, controladoria, entre outras. São ainda requisitos para este profissional: responsabilidade, senso de organização, agilidade e flexibilidade para negociação de preços de produtos e serviços, capacidade de planejar, executar e controlar estratégias comerciais e financeiras.
 
Autônomos
Uma das principais dúvidas dos empreendedores diz respeito à contratação de pessoas físicas (profissionais autônomos) ou jurídicas (empresas) para prestação de serviços sem vínculo empregatício.
A fim de diminuir os encargos sociais, as empresas buscam a “terceirização”. No entanto, é fundamental estar atento ao tipo de atividade que pode ser terceirizada.
Não é possível contratar terceiros para realizarem serviços relacionados às atividades que justificaram a criação da empresa. A contratação pode abranger atividades intermediárias da contratante, desde que não haja relação de emprego entre as partes. Ou seja, a relação entre contratante e contratado não pode ser como aquela existente entre patrão e empregado, caracterizada pelos elementos de subordinação, habitualidade, horário, pessoalidade e salário.
Vantagens da contratação de serviços de terceiros:
·          Mais participação dos dirigentes nas atividades-fim da empresa.
·          Concentração dos talentos no negócio principal da empresa.
·          Maior facilidade na gestão do pessoal e das tarefas.
·          Possibilidade de rescisão do contrato conforme as condições preestabelecidas.
·          Controle da atividade terceirizada por conta da própria empresa contratada.
Desvantagens que este tipo de contratação pode acarretar:
·          Sofrer autuação do Ministério do Trabalho e ações trabalhistas em caso de inobservância das obrigações mencionadas no item acima.
·          Fiscalização dos serviços prestados para verificar se o contrato de prestação de serviços está sendo cumprido integralmente, conforme o combinado.
·          Risco de contratação de empresa não qualificada.
Antes da contratação, recomenda-se verificar se o pessoal disponibilizado pela empresa terceirizada consta como registrado, e se os direitos trabalhistas e previdenciários estão sendo respeitados e pagos. 
Software para loja virtual
Equipamentos
Os seguintes equipamentos são necessários para a montagem de uma empresa de desenvolvimento de software para loja virtual:
-microcomputadores com acesso à internet em alta velocidade;
- notebooks
- modens para conexão à internet via rede móvel 3G;
- impressora multifuncional;
- linha telefônica;
- móveis e utensílios de escritório;
 
Convém que o empreendedor busque informações junto aos fabricantes para conhecer o tempo médio de obsolescência dos equipamentos. Assim, ele poderá realizar a análise de custo-benefício para sua aquisição (se novos ou usados), bem como planejar a reposição quando necessária.
 
Fornecedores:
 
Apple
Associação Linux Brasil
Casas Bahia
 
CTIS Digital
 
Dell
 
Etna Móveis
 
Extra
 
Fnac
 
Free Software Foundation
 
Giroflex
 
Hewlett-Packard (HP)
 
IBM
 
Lojas Americanas
 
Magazine Luiza
 
Marelli Ambientes Racionais
 
Microsoft
 
Ponto Frio
 
Positivo Informática
 
Submarino
 
Tok&Stok
 
Walmart
Software para loja virtual
Investimentos
Investimento compreende todo o capital empregado para iniciar e viabilizar o negócio até o momento em que ele se torna autossustentável. Pode ser caracterizado como:
- investimento fixo: engloba o capital empregado na compra de imóveis (se for o caso), equipamentos, móveis, utensílios, instalações, reformas, veículos;
- investimentos pré-operacionais: são todos os gastos ou despesas realizadas com projetos, pesquisa de mercado, registro da empresa, decoração, honorários profissionais e outros.
 
O investimento varia de acordo com o porte do empreendimento. Uma microempresa de desenvolvimento de software para loja virtual, estabelecida em uma área de 20 m² na residência do empreendedor, exige um investimento inicial estimado em R$ 14.000,00, a ser alocado majoritariamente nos seguintes itens:
- Adequação do local e compra de mobiliário: R$ 2.000,00
- Equipamentos: R$ 8.000,00
- Abertura da empresa e divulgação inicial: R$ 4.000,00
 
As informações aqui prestadas servem apenas como referência, a partir de um exemplo hipotético. Os valores acima irão variar conforme a região geográfica que a empresa irá se instalar, necessidade de reforma do imóvel, tipo de mobiliário, etc. Para uma informação mais apurada sobre o investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo de plano de negócio disponível no SEBRAE.
  
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de Software de segurança digital

Software de segurança digital
Apresentação do Negócio
O termo segurança digital aborda as políticas e medidas técnicas utilizadas para impedir o acesso não autorizado, alteração, roubo ou danos físicos e sistemas de informação. Trata-se de um conjunto de procedimentos que garantam a confidencialidade, privacidade, anonimato, integridade e autenticidade de documentos e dados pessoais em ambientes digitais.
A questão da segurança da informação ganhou ainda mais relevância no mercado corporativo, a ponto de surgirem os postos executivos de Chief Information Officer (CIO) e Chief Security Officer (CSO), responsáveis pelas decisões estratégicas sobre o tema.
A massificação das redes computacionais e o estabelecimento da internet como o principal meio de comunicação mundial elevou a quantidade de ataques virtuais. O problema aumenta com as tecnologias de virtualização e de computação em nuvem, ao mesmo tempo em que se intensifica a participação de funcionários corporativos em websites e redes sociais. As principais ameaças cibernéticas são:
• Vírus: programa malicioso desenvolvido por programadores que infecta o sistema, faz cópia de si mesmo e tenta se propagar para outros computadores. Podem provocar perda de desempenho do micro, exclusão de arquivos, alteração de dados, desconfiguração do sistema operacional e inutilização de programas.
• Spyware: programa automático de computador que recolhe e transmite informações sobre o usuário sem o seu consentimento.
• Cavalo de Tróia ou Trojan: programa que domina e manipula o sistema do usuário por um cracker.
• Despreparo e negligência no uso de internet, sistemas de informação, dispositivos eletrônicos e senhas.
• Bugs nos sistemas de informação que permitem brechas na segurança.
Já os principais mecanismos de segurança digital são:
• Firewall: aplicação que controla o tráfego de dados e funciona como uma barreira de proteção entre o computador ou a rede de usuários e a internet.
• Antivírus: programa que detecta e destrói vírus, worms e trojans.
• Anti-spyware: programa que detecta e destrói spywares.
• Certificado digital: arquivo de computador que possui um conjunto de informações referentes à entidade para o qual o certificado foi emitido. Trata-se de um atestado de uma entidade que diz confiar nos dados contidos no certificado.
A empresa de software de segurança digital presta serviços de planejamento, desenvolvimento de soluções, configuração e instalação de programas em ambientes corporativos. Serviços adicionais de proteção digital podem ser instalados em aplicativos de comércio eletrônico, sistemas multimídia, ferramentas de colaboração e conteúdo para internet em celulares, tablets e outros dispositivos móveis. Mais informações sobre a sua viabilidade comercial podem ser obtidas por meio da elaboração de um plano de negócios. Para a construção deste plano, consulte o SEBRAE mais próximo.
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.

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Mercado
Segundo a empresa especializada em segurança digital Trend Micro, circularam 300 milhões de mensagens indesejadas no Brasil em 2010. Cerca de 80% dos spams são utilizados por ladrões virtuais para roubar dados bancários. A mesma pesquisa aponta que o spam não para de crescer a já se tornou um problema mundial. O Brasil é o terceiro país que mais enviou mensagens deste tipo no mundo, com uma participação de 6,8%, atrás apenas dos Estados Unidos (10,3%) e da Rússia (8,9%). A maioria dos ataques faz uso de engenharia social, ajudando em sua camuflagem e tornando-o mais propenso a enganar as vítimas. Já uma pesquisa da Microsoft apontou o Brasil como o segundo país no ranking mundial com infecções por botnets, com 550 mil computadores afetados.
Um estudo da empresa de segurança online McAfee revela que 41% das organizações estão desprotegidas ou desconhecem os riscos à segurança de seus dados e que 40% estão totalmente inseguras em relação à implementação de medidas de proteção digital. O relatório constatou ainda que cerca de metade das empresas planeja investir 21% a mais em soluções de risco e conformidade. A maioria dos profissionais da área de tecnologia da informação (TI) prefere soluções automatizadas e integradas.
Outro estudo, da IDC Brasil, indica um crescimento médio anual de 13% até 2013 no segmento de software de segurança no Brasil.
O Gartner Group afirma que a soma dos investimentos em TI nas empresas da América Latina atingirá US$ 296 bilhões em 2011, cifra que deve crescer 27,7% até 2015, totalizando US$ 378 bilhões. O Brasil responderá pela maior parcela do montante total. Já os gastos mundiais em TI em 2011 serão 4,6% maiores que os registrados em 2010.
Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre o segmento;
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
• Participação em seminários especializados.

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Estrutura
O empreendedor necessita de uma estrutura simples para acomodar os equipamentos necessários para o funcionamento de uma empresa de segurança digital. Uma sala comercial de 50 m² é suficiente para receber os clientes e acomodar os móveis e microcomputadores, com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio.
O local de trabalho deve ser limpo e organizado. O piso, a parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos. O piso deve ser de alta resistência e durabilidade, além de fácil manutenção. Cerâmicas e ladrilhos coloridos proporcionam um toque especial, enquanto granito e porcelanato oferecem luxo e sofisticação ao ambiente. Tons claros são adequados para lugares pequenos, pois proporcionam a sensação de amplitude. Texturas e tintas especiais na fachada externa personalizam e valorizam o ponto.
Profissionais qualificados (arquitetos, engenheiros, decoradores) poderão ajudar a definir as alterações a serem feitas no imóvel escolhido para funcionamento da loja, orientando em questões sobre ergometria, fluxo de operação, design dos móveis, iluminação, ventilação etc. 

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Pessoal
O fator humano é fundamental para o sucesso da empresa, visto que trata-se de uma prestação de serviço especializado. O profissional deve possuir conhecimentos de comunicação e informática, além de estar atualizado com as novas tendências da internet. Noções em inglês também são úteis, visto que a grande maioria dos termos técnicos utilizados é em língua estrangeira.
A qualificação de profissionais aumenta o comprometimento com a empresa, eleva o nível de retenção de funcionários e melhora odesempenho do negócio. O treinamento dos colaboradores deve desenvolver as seguintes competências:
• Capacidade de percepção para entender e atender as expectativas dos clientes;
• Agilidade e presteza no atendimento;
• Capacidade de apresentar e vender os serviços da empresa;
• Motivação para crescer juntamente com o negócio.
Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos Trabalhadores nessa área, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências desagradáveis.
Caso seja fechado algum negócio que exija o aumento imediato da equipe de trabalho, o empreendedor pode contratar freelancers para a demanda. Esta modalidade de contratação destina-se ao atendimento de encomendas esporádicas, pois pode gerar passivos trabalhistas se for implementada continuamente.
O empreendedor pode participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e sintonizado com as tendências do setor. O SEBRAE da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e treinamentos adequados. 


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Investimentos
O investimento varia muito de acordo com o porte do empreendimento. Uma empresa de segurança digital, estabelecida em uma área de 50 m², exige um investimento inicial estimado em torno de R$ 40 mil, a ser alocado majoritariamente nos seguintes itens:
• Reforma do local: R$ 8.000,00;
• Microcomputadores: R$ 17.000,00;
• Impressoras: R$ 2.000,00;
• Scanners: R$ 1.000,00;
• Armários para arquivo: R$ 3.000,00;
• Mesas e cadeiras: R$ 5.000,00;
• Capital de giro: R$ 4.000,00.
Para uma informação mais apurada sobre o investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo de plano de negócio disponível no SEBRAE.
 
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Dicas do Negócio
O contato direto do empreendedor com o cliente é fundamental para o sucesso do negócio. A busca constante por softwares de proteção digital ajuda na identificação da concorrência e gera oportunidades de parcerias e alavancagem da empresa.
Um componente estratégico para o sucesso do empreendimento é o investimento em formação dos funcionários. Uma equipe altamente técnica e competente é essencial para o destaque da empresa no mercado.
Como a educação é o ponto crucial para a garantia da segurança cibernética, a empresa pode oferecer palestras de conscientização e capacitação de usuários. A partir destes serviços, podem ser detectadas carências e necessidades de projetos de segurança digital.
  
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.