Como Abrir um Negócio

sábado, janeiro 07, 2012

Como Abrir - Montar uma Vidraçaria

Vidraçaria
Apresentação do Negócio

Quem não se encanta com um espaço bem estruturado, confortável, e que se traduz em beleza em cada um dos detalhes do projeto, onde os elementos se combinam em cores, iluminação e definição de espaços? O vidro nos últimos anos tornou-se um elemento indispensável para compor esses projetos de forma harmônica e com uma infinidade de variações estéticas. Utilizado para as várias funções na ambientação de casas, escritórios, ou mesmo de lojas comerciais. O negócio de vidraçaria está relacionado à ambientação com conforto, funcionalidade e beleza.

A história do vidro inicia-se em 5.000 a.C., por acidente, quando mercadores fenícios fundiram por acaso nitrato de sódio e areia gerando um líquido transparente. Somente por volta de 100 a.C. os romanos iniciaram a indústria do vidro desenvolvendo a técnica de sopro em moldes. Atualmente o vidro é composto basicamente por areia (sílica), calcário, barrilha, alumina e corante, no qual para os vidros comuns a areia representa cerca de 70% do total.

De fato, o crescimento do mercado nacional de vidros planos, muitas vezes com taxas superiores ao desenvolvimento do país, além de criar um parque de oportunidades, torna o mercado muito mais competitivo. Isto faz com que as vidraçarias tenham que se profissionalizar para poder enfrentar a concorrência e ofertar ao seu público produtos e serviços com maior valor agregado.

Nesta Ideia de Negócio estarão descritos os principais aspectos necessários para o empreendedor montar uma vidraçaria, ou seja, um estabelecimento onde se corta e comercializa vidros, espelhos, cristais, peças de arte feitas em vidro e etc. Dependendo do interesse do empreendedor, também podem ser realizados trabalhos específicos de jateamento, laminação e pintura.

Esse segmento permite uma linha com grande variedade de produtos, que abrange desde o vidro de utilização mais comum, até vidros especiais, como é o caso dos vidros blindados.

O mercado pode ser divido em pessoa física e pessoa jurídica. No mercado de pessoa física encontra-se uma variedade muito ampla de segmentos que podem ser atendidos, desde a pessoa física proprietária de imóvel que está em fase de construção ou manutenção, até os que envolvem projetos especiais. No segmento de pessoa jurídica pode-se considerar as construtoras, que adquirem produtos em grande quantidade, além de condomínios habitacionais, lojas comerciais, fábricas, empresas de arquitetura e ambientação, empresas públicas, autarquias e outros segmentos.
Este documento não substitui um plano de negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae.

Vidraçaria
Mercado
Em 2006, segundo dados do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, a capacidade instalada da indústria do vidro no Brasil era de 3,1 milhões de toneladas, sendo que vidro plano, vidro para embalagem e vidro para uso doméstico representaram 90% desse total.

A maior demanda por produtos de vidro é dada pelo setor de construção civil (em sua maioria, vidro temperado), seguido das indústrias automobilística (basicamente, vidro laminado), moveleira/decoração e de eletrodomésticos.

A expansão atual do mercado de vidraçarias se deve, principalmente, ao aumento do poder aquisitivo, impulsionado pelas facilidades que as novas políticas de crédito vêm proporcionando, e também ao crescimento do setor da construção civil no Brasil, que possibilita a realização de investimentos maiores em novas construções e reformas.

Em conseqüência do aquecimento das vendas do setor imobiliário, cresce paralelamente o mercado de decoração que, aliado aos avanços tecnológicos, transformaram o vidro em elemento de diferenciação e inovação para os artigos de construção e acabamento. Devido a características como estética, qualidade, design, transparência, resistência, variedade de cores, leveza, segurança, a cada dia surgem novas formas e possibilidades de uso para este material, nos mais variados tipos de projetos comerciais e residenciais.

O principal mercado das empresas de vidraçaria é, geralmente, o de pequenas obras e reformas, uma vez que em obras de maior porte, as compras tendem a ser realizadas diretamente nas grandes fábricas. Ou seja, para uma pequena vidraçaria, predomina a maior quantidade e variedade de pedidos com menores valores. Como exemplo de serviços prestados de grande quantidade e menor valor estão os cortes de vidro comum para quadros e preparação de espelhos.

É importante ressaltar que, nesse setor, muitos negócios são fechados por meio do contato direto com arquitetos, fabricantes de móveis, engenheiros, decoradores e profissionais do ramo da construção civil e vidreiro. Razão pela qual é fundamental manter um contato muito próximo com esses profissionais.

De fato, na indústria da decoração e da engenharia, a utilização dos vidros se destaca por representar alternativas simples e práticas, com grande vantagem para fornecer soluções estéticas de maneira eficaz. No entanto, é importante ressaltar que, no Brasil, o padrão de consumo de produtos de vidro é segmentado por região, independente das condições econômicas de cada localidade.

Segundo dados do BNDES, os fabricantes do setor estimam taxas de crescimento anuais em torno de 8%, acompanhando o crescimento previsto da construção civil e da economia como um todo. A indústria de vidro deve se beneficiar também do crescimento de novos mercados que vêm aumentando a utilização dos componentes de vidro em seus produtos, como é o caso dos setores moveleiro e de eletrodomésticos.

O mercado consumidor das vidraçarias está se tornando cada vez mais exigente em termos de concorrência, qualidade e garantia dos produtos oferecidos. Por isso os empreendedores precisam se planejar e buscar a melhoria contínua dos materiais utilizados, bem como dos métodos de instalação e montagem de vidraçarias.

Segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho o segmento de comércio denominado outros serviços especializados para construção alcançou em janeiro de 2011 um estoque de 161.556 empregos formais, representando uma evolução de 45,61%, relativo a janeiro de 2007.

Em meio a toda essa evolução do setor, o cenário indica que os próximos anos serão de crescimento, ampliando cada vez mais as oportunidades para o empreendedor que desejar estabelecer-se com o negócio de vidraçaria. 


Vidraçaria
Estrutura
A estrutura de uma vidraçaria é bastante simples, composta basicamente por uma área de atendimento com showroom, área para corte e processamento dos pedidos, uma área para depósito, além de um pequeno escritório para administração.

A área de atendimento e showroom deve possibilitar a exposição dos diversos tipos de vidros ofertados e proporcionar bem-estar ao cliente.

O escritório da administração pode ser pequeno, bastando um espaço que seja suficiente para a realização das atividades básicas de relacionamento com fornecedores, registros e controles sobre o negócio. 
 
Vidraçaria
Pessoal
A quantidade de profissionais está relacionada ao porte do empreendimento. Para uma vidraçaria de pequeno porte, que comercialize e preste serviço de colocação de vidros, pode-se começar com oito empregados, distribuídos da seguinte forma:
- 01 técnico;
- 02 montadores;
- 01 auxiliar de montagem;
- 01 auxiliar de limpeza;
- 01 auxiliar administrativo;
- 02 atendentes.

As contratações dos colaboradores e o treinamento para atendimento de qualidade devem ser orientados pelas competências descritas a seguir:

- Técnico: Esse profissional deve possuir conhecimento sobre projetos de ambientação, além de ser profundo conhecedor das diversas soluções que podem ser implementadas, a partir da variedade da linha de produtos ofertados. Deverá ainda ter noções de configuração espacial, saber realizar cálculos, coletar medidas, preparar orçamentos, ser organizado, comunicativo e compromissado com a satisfação do cliente.
- Atendente: Deve ser um profissional-chave na empresa, pois a ele caberá o primeiro contato com os clientes para levantamento das necessidades e identificação do serviço a ser realizado, registrando a demanda do cliente e enviando um técnico para fazer o levantamento in loco, que subsidiará a elaboração do orçamento e proposta. Esse profissional deve ter facilidade de comunicação, boa postura pessoal, ser capaz de dispensar atendimento de excelência ao cliente, gerar confiança e conduzir o processo de venda.
- Auxiliar de limpeza: Deve saber manusear equipamentos de limpeza, ter noção da importância da higiene e limpeza no relacionamento com a clientela, além de demonstrar interesse e comprometimento com a qualidade dos serviços prestados.
- Montador: Deve ter experiência em manuseio de vidros e equipamentos para corte e preparo para montagem e/ou instalação. Deve aplicar os princípios de segurança no trabalho, evitando acidentes e proporcionando um serviço de qualidade. Deve ser organizado, responsável e comprometido com a satisfação do cliente, cumprindo prazos e dispensando um tratamento respeitoso e cordial.
- Auxiliar de montagem: Deve saber preparar e organizar os diversos insumos que serão utilizados no processamento das peças de vidro, manusear ferramentas e equipamentos e saber realizar os pequenos serviços de cortes de vidro comum e espelhos. Deve ser organizado, ter iniciativa, conhecimento das características de cada produto utilizado e sua funcionalidade.
- Auxiliar administrativo: Deve ser capaz de realizar as atividades básicas relacionadas a registros sobre o relacionamento com clientes, fornecedores, colaboradores, controles financeiros e bancários, operando sistemas tecnológicos apropriados para esse fim, além de demonstrar habilidade de relacionamento interpessoal e comprometimento com a qualidade dos serviços prestados pela empresa.

A apresentação pessoal dos empregados da loja também é fator de grande importância nesse negócio, sendo aconselhável o uso de uniforme e fardamento adequado aos colaboradores, de acordo com as características de cada setor.

É necessário cuidado especial com o manejo dos vidros, porque é uma atividade de alta periculosidade.

Investir constantemente no aperfeiçoamento dos colaboradores através de cursos, palestras, workshops que são oferecidos no mercado, ou em atividades de desenvolvimento realizadas na própria empresa, deve ser preocupação permanente do empreendedor.

O empresário deverá participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e sintonizado com as tendências do setor.

Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências desagradáveis. 
 
Vidraçaria
Equipamentos
São necessários os seguintes móveis e equipamentos:

Mobiliário para a área administrativa
- Cadeiras 4 – R$ 400,00;
- Estante/armário 1 – R$ 1.350,00;
- Impressora 1 – R$ 300,00;
- Mesas 2 – R$ 700,00;
- Microcomputador completo 2 – R$ 2.400,00;
- Telefone 2 – R$ 100,00;
Total mobiliário: R$ 5.250,00.

Equipamentos e móveis para a área de atendimento e processamento:
- Computadores 2 – R$ 2.400,00;
- Impressora de cupom fiscal 2 – R$ 1.580,00;
- Gaveteiro para guardar numerário 2 – R$ 460,00;
- Balcão de atendimento 1 – R$ 7.200,00;
- Cadeiras 8 – R$ 800,00;
- Mesa de madeira para corte 2 – R$ 1.800,00;
- Furadeira elétrica de impacto 2 – R$ 930,00;
- Brocas diamantadas – R$ 300,00;
- Canetas de corte (vídia) 3 – R$ 360,00;
- Equipamentos para instalação – R$ 1.000,00;
- Furadeira para vidro 1 – R$ 700,00;
- Furadeira para vidro duplo 1 – R$ 900,00;
- Lixadeira para vidro 1 – R$ 600,00;
- Instrumentos de medição – R$ 200,00;
- Mesa de apoio forrada com carpet (2m x 3m) – R$ 1.300,00;
- Equipamentos de proteção individual (botas, capacetes, luvas, máscaras respiratórias, óculos, protetor auricular, etc.) – R$ 1.340,00;
- Estante/armário 5 – R$ 1.750,00;
- Veículo utilitário de pequeno porte – a critério 1 – R$ 30.000,00;
Total dos equipamentos: R$ 53.620,00. 
 
Vidraçaria
Investimentos
Investimento compreende todo o capital empregado para iniciar e viabilizar o negócio até o momento de sua auto-sustentação. Pode ser caracterizado como:
- investimento fixo – compreende o capital empregado na compra de imóveis, equipamentos, móveis, utensílios, instalações, reformas etc.;
- investimentos pré-operacionais – são todos os gastos ou despesas realizadas com projetos, pesquisas de mercado, registro da empresa, projeto de decoração, honorários profissionais e outros;
- capital de giro – é o capital necessário para suportar todos os gastos e despesas iniciais, geradas pela atividade produtiva da empresa. Destina-se a viabilizar as compras iniciais, pagamento de salários nos primeiros meses de funcionamento, impostos, taxas, honorários de contador, despesas de manutenção e outros.

Para a atividade de uma vidraçaria de pequeno porte o empreendedor deverá dispor de aproximadamente R$ 107.370,00 para fazer frente aos seguintes itens de investimento:
- Mobiliário para a área administrativa – R$ 5.250,00;
- Reforma e/ou adaptação de instalações – R$ 20.000,00;
- Equipamentos e móveis para área de atendimento e processamento – R$ 53.620,00;
- Despesas de registro da empresa, honorários profissionais, taxas etc. - R$ 3.500,00;
- Capital de giro para suportar o negócio nos primeiros meses de atividade – R$ 25.000,00. 
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de Venda e recarga de extintores de incêndio

Venda e recarga de extintores de incêndio
Apresentação do Negócio
As palavras chaves quando se pensa em extintores são: segurança e confiança. A maioria das pessoas não se preocupa com a sua necessidade, sendo que talvez, somente em uma situação de emergência se descubra realmente à importância de um extintor de incêndio.
 
O segmento exige muita seriedade e conhecimento do empreendedor e de sua equipe de trabalho, pois o negócio se relaciona diretamente com a segurança e integridade de vidas humanas, bem como a preservação do patrimônio.
 
O empreendedor deve atentar também, em seguir e observar várias normas, especificações, instruções e regulamentos técnicos, que disciplinam as atividades que serão executadas pela empresa, tanto na venda, e principalmente quanto a recarga e manutenções dos extintores de incêndio. Todos os produtos, serviços e procedimentos, são normalizados e fiscalizados periodicamente pelos órgãos responsáveis, sendo eles, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO, a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e o Corpo de Bombeiros Militar.
 
Todos os estabelecimentos sejam eles edifícios residenciais, comerciais, indústrias, órgãos públicos, hospitais entre outros, necessitam e estão obrigados por lei, a dispor de extintores de incêndio, conforme definido pelo corpo de bombeiros, para que estejam aptos a serem habitados e utilizados pela população em geral.
 
A legislação brasileira de trânsito obriga também, que todos os veículos automotores, nacionais ou importados, tenham um extintor de incêndio, como equipamento de segurança.
Os serviços de recarga e manutenção dos extintores são as principais fontes de faturamento da empresa, neste ramo de negócio, em função do prazo de validade e vida útil, dos componentes e produtos químicos, utilizados nos extintores. As verificações devem ser realizadas semestralmente e/ou anualmente, conforme o tipo de classificação do extintor, e as recargas devem ser realizados nos intervalos de 12 a 36 meses, também de acordo com o tipo de extintor e sua classe, a saber:
 
Classe A - Para incêndios em materiais sólidos cuja queima deixa resíduos ocorrendo em superfície e em profundidade, como madeira, papel, tecidos, borracha. Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo água ou espuma.
Classe B - Para incêndios em líquidos e gases cuja queima não deixam resíduos e ocorre apenas na superfície, como a gasolina, o álcool, o GLP (gás liquefeito de petróleo). Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo espuma, dióxido de carbono e pó químico.
Classe C - Para incêndios que envolva materiais condutores que estejam potencialmente conduzindo corrente elétrica. Neste caso o agente extintor não pode ser um condutor para não eletrocutar o operador. Para esta classe devem ser utilizados apenas os extintores contendo dióxido de carbono e pó químico.
Classe D - Para incêndio que envolva metais pirofóricos como, por exemplo, potássio, alumínio, zinco ou titânio. Requerem extintores com agentes especiais que extinguem o fogo por abafamento, como os de cloreto de sódio.
 
Este documento não substitui um plano de negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae.

Venda e recarga de extintores de incêndio
Mercado

O mercado para este segmento de negócios é bastante abrangente, em razão da legislação e das normas de segurança contra incêndio  exigida para todos os tipos de edificações e construções, bem como para o comércio, indústrias, órgãos públicos, instituições financeiras, centros de convenções, estádios, shoppings centers, feiras e demais locais previstos em lei, excluindo somente as residências.
Outro fator que impulsiona o setor é a crescente verticalização das cidades de médio porte e a consolidação dos edifícios nas grandes cidades, principalmente os prédios residenciais, em virtude de diversos fatores, tendo como preponderante, a violência urbana. Sendo assim o mercado, de venda, recarga e manutenção de extintores têm um crescimento permanente, vez que, todos os edifícios necessitam de extintores de incêndios, bem como de recargas e manutenções periódicas. O crescimento do mercado imobiliário, também representa o desenvolvimento do segmento.
De acordo com empresários do setor, atualmente, a tendência das empresas, é de realizar contratos de manutenções preventivas e corretivas, principalmente para clientes corporativos, condomínios residenciais e comerciais, instituições financeiras, órgãos públicos, entre outros, garante a consolidação das empresas deste segmento no mercado.
O aumento constante da frota de veículos em circulação, bem como o envelhecimento desta; conjugada com as exigências da legislação de trânsito, a qual determina que todos os veículos em circulação, deverão portar extintores de incêndios, com carga de pó, tipo ABC, obrigatoriamente a partir de 01 de janeiro de 2009, sejam nacionais ou importados. Esta mudança estimula o mercado consumidor, em razão das substituições dos extintores antigos, tipo BC, que equipam grande parte da frota nacional e do prazo de validade dos extintores tipo ABC ser de no máximo 05 anos, caso não venha a sofrer nenhum dano anteriormente.


Venda e recarga de extintores de incêndio
Estrutura
A estrutura para a instalação de uma empresa de venda, recarga e manutenção de extintores, deverá ser de no mínimo 100 m2, sendo o ideal dispor de 200 m2, que poderão ser  divididos em:
 
1) Atendimento e Recepção dos clientes;
2) Local para Almoxarifado;
3) Local para realização dos serviços de inspeção técnica e manutenção de extintores de incêndio com 80 m², no mínimo, englobando: oficina, devidamente coberta; recebimento e triagem; desmontagem; decapagem química ou jateamento; pintura, incluindo sistema de exaustão e coleta de pó, quando utilizada pintura com tintas em pó; cabinas de pó, com operações de envasamento separadas para pós incompatíveis; secagem; área de ensaios de alta e baixa pressão; envasamento; local de armazenamento do pó químico retirado; tanque de estanqueidade; montagem e expedição;
4) Escritório para realização das atividades Administrativas.
 
O local deverá contar preferencialmente com pisos e paredes de material que permitam a fácil manutenção, de preferência cerâmica, para que não acumule poeira, pó e outras substâncias residuais. A iluminação deve estar adequada, de preferência a aproveitar a luz natural e quando artificial, optar pelas as lâmpadas fluorescentes.
 
O empreendedor deverá contar obrigatoriamente com um veiculo utilitário médio, sempre a disposição da empresa, para realizar os atendimentos externos, tais como: visitas técnicas, retiradas e devolução dos extintores para recarga, e, manutenção, transporte e entrega das mercadorias vendidas, etc. 


Venda e recarga de extintores de incêndio
Pessoal
A quantidade de colaboradores está relacionada principalmente quanto à demanda no atendimento e estrutura do negócio. A contratação de mão-de-obra, especializada e qualificada, é de suma importância para garantir credibilidade da empresa e a satisfação dos clientes, bem como para o sucesso e crescimento do negócio.
O empreendedor deverá ser criterioso, na seleção dos profissionais, por se tratar de atividade que envolve grande responsabilidade por parte dos seus colaboradores, vez que, em caso de acidentes ocorridos em função de falhas na manutenção de extintores, a responsabilidade civil e até criminal, recai sobre a empresa responsável pelo serviço.
Como estimativa para a operação básica de uma empresa neste segmento, considera-se a necessidade inicial mínima de 05 colaboradores, um para o atendimento e vendas, um vendedor, um auxiliar para serviços externos e dois técnicos habilitados para as manutenções e recargas, além do empreendedor em tempo integral na administração da empresa.
Características desejáveis aos funcionários:
AdministradorCapacidade para lidar com imprevistos;
Reconhecer e definir problemas,
Atuar preventivamente;
Ter raciocínio lógico, crítico e analítico;
Ter conhecimento de gestão empresarial;
Habilidade de relacionamentos;
Habilidade para negociar;
Pró-atividade;
Inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos;
Disciplina.
Atendenteatenção a detalhes
capacidade de concentração
capacidade de lidar com o público
capacidade de organização
método
perseverança
conhecimento de assuntos gerais
saber trabalhar sob pressão
saber administrar bem o tempo
saber lidar com números
boa comunicação
boa memória
bom humor
paciência
confiabilidade
Auxiliar para serviços externosatenção a detalhes
capacidade de concentração
capacidade de organização
método
perseverança
conhecimento de assuntos gerais
saber trabalhar sob pressão
saber administrar bem o tempo
saber lidar com números
boa comunicação
boa memória
bom humor
paciência
confiabilidade
Vendedorpaciência
responsabilidade
honestidade
simpatia
capacidade de se relacionar com as pessoas
capacidade de comunicação
visão de projeto
capacidade de organização
capacidade de negociação
capacidade de observação
flexibilidade
agilidade
raciocínio rápido
destreza
conhecimento do produto
Técnico de manutenção e recargaAgilidade;
Flexibilidade;
Capacidade de adaptação a novas situações;
Habilidade com máquinas e equipamentos;
Atenção a detalhes;
Interesse por novas técnicas e tecnologias;
Raciocínio espacial e abstrato desenvolvido;
Habilidade para trabalhar em equipe;
Capacidade de concentração;
Senso prático;
Iniciativa;
Precisão;
Dinamismo;
Capacidade de organização;
Capacidade de planejamento;
Conhecimento das regras de segurança, saúde e higiene;
Habilidade manual.

Venda e recarga de extintores de incêndio
Equipamentos
A empresa de venda, recarga e manutenção de extintores, deverá possuir no mínimo, os seguintes equipamentos:
 
1. Sistema de ar comprimido (Compressor);
2. Calibradores de rosca cônica para verificação de rosca 3/4" NPT e NGT, e 3/8"NPT;
3. Machos 3/4" NPT e NGT, e 3/8" NPT , para limpeza das roscas dos cilindros;
4. Paquímetro: faixa de medição até 150 mm, com menor divisão de 0,01mm;
5. Trena de 5m(mínimo);
6. Torquímetro com fundo de escala de 4 a 6 Kgf.m e resolução 0,5 Kgf.m;
7. Alicates (corte, bico, universal e de pressão);
8. Esmeril;
9. Furadeira (manual ou de bancada);
10. Bancada;
11. Torno de bancada (morsa);
12. Arco de serra/serra;
13. Jogos de chaves: de boca, de fenda e phillips; martelos, limas e chave de grifa;
14. Jogos de punções numéricos de 3 mm e alfanumérico de 5 mm;
15. Punção personalizado da empresa de 5 mm;
16. Chaves tipo soquete para instalação das válvulas dos cilindros de CO2 ou chave adaptada;
17. Dispositivo fixo para imobilização do cilindro de CO2, quando da montagem da válvula do cilindro;
18. Balanças, com resolução compatível com a aplicação;
19. Manômetros com escala tal que a pressão utilizada corresponda ao seu terço médio;
20. Cronômetro;
21. Termo-Higrômetro - escala de umidade: 0 a 100% - Resolução de umidade: 1% - Resolução de Temperatura: 1ºC;
22. Dispositivo de Iluminação Interna dos Cilindros, corrente contínua;
23. Dispositivo para recarga dos extintores com cargas de pó, CO2 (quando aplicável), e água;
24. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), específicos para os tipos de serviços realizados, tais como: máscara para poeira, máscara com filtro para pintura, protetor facial, óculos de proteção, luvas, calçados de segurança e avental;
25. Dispositivo de secagem interna;
26. Lupa;
27. Tarracha para abrir rosca no tubo sifão;
28. Dispositivo para medir o comprimento do tubo sifão;
29. Equipamento de regulagem da válvula de alívio e da válvula redutora de pressão dos extintores;
30. Conjuntos para testes hidrostáticos de baixa e alta pressão constituídos de bombas, camisa de água, e acoplamentos para os respectivos ensaios e buretas graduadas;
31. Dispositivo para proteção do operador durante a pressurização.
 
Caso a empresa não venha a optar pela manutenção de extintores de incêndio de alta pressão, não necessitará de equipamentos para os ensaios de alta pressão.
Os equipamentos acima relacionados são obrigatórios e serão avaliados, verificados e testados pelo INMETRO e pelo Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, para receberem o credenciamento de equipamento certificado e aprovado, estando aptos a funcionar.
 
Além dos equipamentos operacionais obrigatórios, lembramos os administrativos, sendo: telefone, fax, microcomputador, impressora, entre outros para a devida organização administrativa e financeira da empresa.
 
O empresário deve avaliar se existe necessidade de instalação de sistema de alarmes, instalação de câmeras, bem como a contratação de seguro para os equipamentos e estoque, considerando os riscos pertinentes à região ou local em que a empresa está instalada.
 
Fornecedores Equipamentos:
 
Melisam Extintores
Diagonal Catalinas 5770 (D54), San Martín
CP: B1650FIB –
Buenos Aires - Argentina
Tel: (5411) 5648-6996/7
E-mail: ventas@extintoresmelisam.com.ar
 
Warme
Rua Nossa Senhora da Conceição, 14
CEP 07400-000
Arujá – SP
Tel.: (11) 4652-5052
Fax: (11) 4652-5687
Website: http://www.warme.com.br
 
Venda e recarga de extintores de incêndio
Investimentos
Podemos definir como investimento, o capital empregado para iniciar e viabilizar o empreendimento, ou o recurso necessário disponibilizado pelo empreendedor para concretização do negócio, até o momento de sua auto-sustentação.
 
O investimento pode ser desmembrado em três níveis:
 
Investimento fixo - compreende a aquisição de equipamentos operacionais, utensílios, móveis, computadores, instalações e veículos;
Investimentos pré-operacionais – são as despesas para regularização do negócio, honorários profissionais, divulgação e propaganda, entre outros gastos iniciais.
Capital de giro - o capital de giro é o capital necessário para suportar todos os custos iniciais, gastos e despesas, geradas pela atividade da empresa, nos meses iniciais de funcionamento.
Neste tipo de empreendimento, o investimento varia de acordo com a estrutura, a localização e instalações. Apresentamos abaixo uma previsão de investimento médio, para instalação de uma pequena empresa de venda, recarga e manutenção de extintores, que varia inicialmente entre R$ 65.000,00 a R$ 90.000,00, a ser aplicado na aquisição dos seguintes itens relacionados abaixo:
Lembramos que os valores apresentados são para equipamentos novos, sendo que muitos equipamentos adquiridos podem ser usados, em bom estado para uso, reduzindo assim o valor inicial para o investimento, excluindo, neste caso, os equipamentos de precisão (ex. paquímetro, calibradores), que obrigatoriamente devem ser novos.

Compressor profissional - R$1.909,05
Calibradores de rosca cônica para verificação de rosca 3/4"NPT e NGT, e 3/8" NPT - R$1.800,00
Machos 3/4" NPT e NGT, e 3/8" NPT , para limpeza das roscas dos cilindros - R$70,00
Paquímetro: faixa de medição até 150 mm, com menor divisão de 0,01mm - R$300,00
Trena de 5m no mínimo - R$10,00
Torquímetro com fundo de escala 4 a 6 Kgf - R$270,00
Alicates (corte, bico, universal e de pressão) - R$140,00
Esmeril - R$180,00
Furadeira (Manual ou Bancada) - R$500,00
Bancada - R$380,00
Torno de bancada (morsa) - R$680,00
Arco de serra /serra - R$20 00
Jogos de chaves: de boca, de fenda e phillips; martelos, limas e chave de grifa - R$260,00
Jogos de punções numéricos de 3mm e alfanumérico de 5mm - R$160,00
Chaves tipo soquete para instalação das válvulas dos cilindros de CO2 ou chave adaptada - R$230,00
Balanças, com resolução compatível com a aplicação.- 1.600,00
Manômetros com escala tal que a pressão utilizada corresponda ao seu terço médio - R$240,00
Cronômetro - R$50,00
Termo higrômetro  digital- escala de umidade: 0 à 100% - Resolução de umidade: 1% - Resolução de Temperatura: 1ºC - R$330,00
Equipamentos de Proteção Individual - R$350,00
Reforma e Instalações - R$19.186,91
Veiculo leve utilitário - R$23.000,00
Capital de Giro - R$17.987,73
Total - R$69.653,00

Alem dos equipamentos operacionais, devemos acrescentar, os equipamentos administrativos, tais como:
 
Computador - R$1.600,00
Impressora - R$400,00
Móveis p/ escritório - R$1600,00
Fax - R$400,00
Total - R$4.000,00
 
Para informações mais detalhadas sobre o investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo de plano de negócio disponível no portal SEBRAE – www.sebrae.com.br.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de Venda e instalação de carpetes

Venda e instalação de carpetes
Apresentação do Negócio

O carpete pode ser definido como um tecido sob medida utilizado para a forração de pisos e paredes. Trata-se de uma derivação do tapete, cuja origem provém há 2.500 anos na Ásia Central, onde os povos nômades utilizavam peles de carneiro e tecidos para o aquecimento contra os invernos rigorosos, enfeite das tendas e base para as orações.
Hoje, a escolha do carpete como piso de um ambiente se dá por questões decorativas, beleza, segurança, conforto térmico, facilidade de manutenção, rapidez de instalação e isolamento acústico. Nos últimos dez anos, os fabricantes investiram maciçamente em tecnologia para reduzir custos e evitar a concentração de resíduos nas fibras, que causam problemas alérgicos. As lojas especializadas em venda e instalação dispõem de uma ampla variedade de modelos e cores. O produto é vendido por metro quadrado, com a instalação já inclusa no preço.
Contudo, o mercado de carpete sofre com a forte concorrência de outros tipos de pisos. A cerâmica e o porcelanato adquiriram muito espaço em residências e escritórios, devido à sua grande variedade de tamanhos, cores e texturas. E o piso laminado, ou flutuante, conquistou a preferência dos consumidores residenciais, por imitar tonalidades de madeira, tornar ainda mais simples a sua limpeza e manutenção e apresentar propriedades antialérgicas e garantia de 10 anos. Muitas lojas de carpetes tiveram que oferecer também o piso laminado para se manterem competitivas no mercado.
Mas ainda há demanda do mercado para a instalação de carpetes, principalmente no segmento corporativo, tais como escritórios, hotéis, lojas, restaurantes, cassinos, bingos, repartições públicas, shopping centers, cinemas, auditórios, aeroportos, feiras e exposições. Nestes ambientes, o carpete ainda responde por 80% dos pisos adquiridos. Para que a concorrência não puxe o seu tapete, o empreendedor deve procurar mais informações sobre o negócio por meio da elaboração de um plano de negócios.

Venda e instalação de carpetes
Mercado
Segundo a Abric – Associação Brasileira das Indústrias de Tapetes e Carpetes, o faturamento anual da indústria de carpetes gira em torno de R$ 250 milhões, com uma produção física de 19,2 milhões de metros quadrados. O parque fabril brasileiro conta com 120 empresas e 6 mil trabalhadores.
A balança comercial do setor ainda apresenta um déficit de R$ 6,2 milhões, registrando exportações de R$ 28,8 milhões e importações de R$ 35 milhões. Os principais estados exportadores são São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. Já os principais destinos das exportações são a América do Sul, México, Panamá e Europa. Nossos concorrentes no mercado mundial são os Estados Unidos da América, Inglaterra, Alemanha, Bélgica e México.
Nos últimos anos, o setor vem apresentando um crescimento anual de 3% de produção física e de 8% de faturamento bruto. Os investimentos em máquinas e equipamentos nos últimos cinco anos totalizam o montante de R$ 50 milhões.
Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado alvo.
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre carpetes. Trata-se de um instrumento fundamental para fazer uma análise da concorrência, selecionando concorrentes por bairro, faixa de preço e especialidade.
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho.
• Participação em seminários especializados.

Venda e instalação de carpetes
Estrutura
Para uma estrutura mínima com um ponto comercial, estima-se ser necessária uma área de 200 m2, com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio. Os ambientes podem ser divididos em área de atendimento e depósito para estoque.
É importante que as vitrines externas permitam a maior transparência para o interior da loja e que exponham, de forma organizada, uma boa variedade de produtos. Porém, em cidades grandes e em locais pouco seguros, a fachada deve ter dispositivos adicionais de segurança como alarmes, câmeras de vigilância e grades de ferro.
Todo o ambiente deve ser limpo e organizado. A parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos. O piso da loja deve ser o próprio mostruário, para que os clientes pisem e experimentem os diversos tipos de carpetes oferecidos no estabelecimento.

As paredes devem ser pintadas com tinta acrílica. Tons claros são adequados para ambientes pequenos, pois proporcionam a sensação de amplitude. Texturas e tintas especiais na fachada externa personalizam e valorizam o ponto.
A utilização de forros de gesso proporciona a criação de diferentes efeitos de iluminação. Sancas com lâmpadas embutidas podem iluminar indiretamente o ambiente, ao mesmo tempo em que focos direcionados a vitrines e prateleiras destacam os produtos. Sempre que possível, deve-se aproveitar a luz natural. No final do mês, a economia da conta de luz compensa o investimento. Quanto às artificiais, a preferência é pelas lâmpadas fluorescentes.
Profissionais qualificados (arquitetos, engenheiros, decoradores) poderão ajudar a definir as alterações a serem feitas no imóvel escolhido para funcionamento da loja, orientando em questões sobre ergometria, fluxo de operação, design dos móveis, iluminação, ventilação, etc.

Venda e instalação de carpetes
Pessoal
O fator humano é fundamental para o sucesso de uma loja de carpetes. Contar com profissionais qualificados e comprometidos deve estar no topo da lista de prioridades do empreendedor.
O número de funcionários da loja vai variar de acordo com seu o tamanho. Em geral, uma pequena loja pode contar com dois vendedores e dois instaladores, além do empreendedor. Suas atribuições são:
• Empreendedor: responsável pelas atividades administrativas, financeiras, de controle de estoque e da comercialização. Deve ter conhecimento da gestão do negócio, do processo produtivo e do mercado;
• Vendedor: responsável pelo atendimento aos clientes e venda dos produtos. Suas principais qualidades devem ser:
o Conhecer em profundidade os produtos oferecidos;
o Entender as necessidades dos clientes;
o Conhecer a cultura e o funcionamento da empresa;
o Conhecer as tendências do mercado;
o Desenvolver relacionamentos duradouros com os clientes;
o Transmitir confiabilidade e carisma;
o Atualizar-se sobre as novidades do segmento;
o Zelar pelo bom atendimento após a compra.
• Instalador: responsável pela instalação do carpete no domicílio do cliente. Deve ser educado, organizado e eficiente para instalar o carpete sem provocar grandes transtornos.
Normalmente, a loja funciona em horário comercial das 10 horas às 18 horas. Lojas situadas em shopping centers seguem o horário do centro comercial, normalmente das 10 horas às 22 horas. Sábados e domingos são dias de grande faturamento. Dependendo do movimento e da época do ano, pode ser necessária a ampliação do horário de funcionamento, exigindo a contratação temporária de mais vendedores. Esta expansão do negócio precisa ser planejada conforme o aumento do faturamento.
O atendimento é um item que merece uma atenção especial do empresário, visto que nesse segmento de negócio há uma tendência ao relacionamento de longo prazo com os clientes. E os clientes satisfeitos ajudam na divulgação da loja para novos clientes.
A qualificação de profissionais aumenta o comprometimento com a empresa, eleva o nível de retenção de funcionários, melhora a performance do negócio e diminui os custos trabalhistas com a rotatividade de pessoal. O treinamento dos colaboradores deve desenvolver as seguintes competências:
• Capacidade de percepção para entender e atender as expectativas dos clientes;
• Agilidade e presteza no atendimento;
• Capacidade de apresentar e vender os serviços da loja;
• Motivação para crescer juntamente com o negócio.
Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos Trabalhadores nessa área, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências desagradáveis.
O empreendedor pode participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e sintonizado com as tendências do setor. O SEBRAE da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e treinamentos adequados.


Venda e instalação de carpetes
Equipamentos
Os materiais básicos para a instalação de uma loja de carpetes são:
• Mesas e cadeiras para atendimento;
• Estiletes, lixas, tesouras e apetrechos de instalação.
• Microcomputador e impressora.
Ao fazer o layout da loja, o empreendedor deve levar em consideração a ambientação, decoração, circulação, ventilação e iluminação. Na área externa, deve-se atentar para a fachada, letreiros, entradas, saídas e estacionamento.

Venda e instalação de carpetes
Investimentos
O investimento varia muito de acordo com o porte do empreendimento. Uma loja de carpetes, estabelecida em uma área de 200 m², exige um investimento inicial estimado em R$ 40 mil, a ser alocado majoritariamente nos seguintes itens:
• Reforma do local: R$ 5.000,00;
• Mesas e cadeiras para atendimento: R$ 2.000,00;
• Estiletes, lixas, tesouras e apetrechos de instalação: R$ 500,00;
• Microcomputador e impressora: R$ 2.000,00;
• Capital de giro: R$ 4.000,00
• Estoque inicial: R$ 26.500,00.
Para uma informação mais apurada sobre o investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo de plano de negócio disponível no Sebrae.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de Venda de flores artificiais

Venda de flores artificiais
Apresentação do Negócio
 
A venda de flores artificiais oferece uma solução prática e de baixo custo para as pessoas que desejam uma casa florida e bem cuidada o ano inteiro. Hoje as flores e plantas artificiais em nada lembram as de anos atrás: são bonitas, bem acabadas e tão perfeitas que enganam aos olhos menos preparados. Formam uma ótima opção de decoração quando misturadas com plantas e flores naturais.

Representam uma opção permanente e barata em relação às flores naturais: enquanto uma orquídea artificial custa em torno de R$ 8,00, uma verdadeira, que vive cerca de duas semanas saí por cerca de R$ 50,00. Por isso os empresários do setor preferem chamá-la de flor permanente em substituição ao termo artificial.

Segundo o empresário Eliseu Neto, que trabalha nesse segmento há 15 anos e vende 12 mil plantas artificiais por mês, “a flor permanente é necessária em todos os ambientes, por falta de luz e por falta justamente de claridade nos ambientes do dia-a-dia” - (PEGN TV Globo Programa nº 699 12/2005).

É possível encontrar no mercado uma enorme variedade de plantas e flores artificiais
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração do plano consulte o SEBRAE mais próximo. 
 
Venda de flores artificiais
Mercado
O mercado de flores artificiais faz parte do segmento de flores que movimenta algo em torno de R$ 2 bilhões ao ano. O mercado de flores está em franco crescimento, sendo que, nos últimos anos, apresentou um aumento de cerca de 20% ao ano. As expectativas são de que o mercado continue crescendo, porque o Brasil tem um potencial de 150 milhões de consumidores.

As flores artificiais ainda possuem uma pequena participação no faturamento total do segmento, mas já apresenta uma tendência crescente. Geralmente, importados da China, esses produtos têm conquistado um espaço próprio.

Ricardo Vinha, empreendedor que comercializa flores artificiais em um box instalado na Ceagesp – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, afirma que seu negócio vem crescendo 40% ao ano. É procurado todas as manhãs por um número expressivo de arquitetos, decoradores, promotores de eventos e donas de casa, em razão do aumento da qualidade das flores que vende - (SEBRAE/SC – valor on line).
  
Venda de flores artificiais
Estrutura
A estrutura de uma loja para a venda de flores artificiais é bastante simples, composta basicamente por um show room para exposição dos artigos colocados à venda, balcão para atendimento dos pedidos e caixa, área para acesso e circulação de clientes, estoque, além de um pequeno escritório para administração. 
 
Venda de flores artificiais
Pessoal
A quantidade de profissionais está relacionada ao porte do empreendimento. Para uma loja de venda de flores artificiais de pequeno porte pode-se começar com quatro empregados, sendo:
- dois atendentes;
- um florista;
- um entregador – pode ser terceirizado.
Durante as datas festivas é necessário contratar mão-de-obra temporária.

O atendimento é um item que merece a maior preocupação do empresário, já que as flores possuem um apelo psicológico e requerem como complemento um conjunto de serviços qualificados e condizentes com as diversas expectativas dos clientes.

O treinamento dos funcionários deve ter como objetivo o desenvolvimento das seguintes competências:
- capacidade de percepção para entender as expectativas dos clientes, uma vez que as necessidades podem variar desde a celebração de momentos de alegria e felicidade, até mensagens de dor e sofrimento;
- desenvolvimento do conhecimento da atividade, especialmente quanto às características de cada flor, e seu significado para criar o estado de satisfação pretendido pelo cliente;
- arte e produção de arranjos;

O empreendedor deverá participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e sintonizado com as tendências do setor.

Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências desagradáveis.

O Sebrae da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e o treinamento adequado.  

Venda de flores artificiais
Equipamentos
São necessários os seguintes móveis e equipamentos:

Mobiliário para a área administrativa:
- microcomputador completo 1 – R$ 1.600,00;
- impressora 1 – R$ 350,00;
- telefone 2 – R$ 100,00;
- mesas 2 – R$ 500,00
- cadeiras 6 – R$ 720,00
- armário para o escritório 1 – R$ 500,00
Total mobiliário: R$ 3.770,00

Equipamentos:
- balcão 1 – R$ 2.000,00
- vitrines – R$ 7.200,00
- prateleiras 10 – R$ 2.000,00
- impressora de cupom fiscal 1 – R$ 300,00
- estantes expositoras 1 – R$ 2.000,00
- veículo utilitário usado para entregas 1 – R$ 25.000,00 (decisão do empreendedor)
Total dos equipamentos: R$ 38.500,00 
 
Venda de flores artificiais
Investimentos
Investimento compreende todo o capital empregado para iniciar e viabilizar o negócio até o momento de sua auto-sustentação. Pode ser caracterizado como:
- investimento fixo – compreende o capital empregado na compra de imóveis, equipamentos, móveis, utensílios, instalações, reformas etc.;
- investimentos pré-operacionais – são todos os gastos ou despesas realizadas com projetos, pesquisas de mercado, registro da empresa, projeto de decoração, honorários profissionais e outros;
- capital de giro – é o capital necessário para suportar todos os gastos e despesas iniciais, geradas pela atividade produtiva da empresa. Destina-se a viabilizar as compras iniciais, pagamento de salários nos primeiros meses de funcionamento, impostos, taxas, honorários de contador, despesas de manutenção e outros.

Para uma atividade de venda de flores artificiais o empreendedor deverá dispor de aproximadamente R$ 78.270,00 para fazer frente aos seguintes itens de investimento:
- Mobiliário para a área administrativa – R$ 3.770,00;
- Construção e reforma de instalações – R$ 20.000,00
- equipamentos – R$ 38.500,00
- despesas de registro da empresa, honorários profissionais, taxas etc.- R$ 3.000,00
- capital de giro para suportar o negócio nos primeiros meses de atividade – R$ 13.000,00.  

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como Abrir - Montar uma Empresa de Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda

Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda
Apresentação do Negócio

A transmissão de dados via streaming representa uma nova abordagem corporativa para a promoção de eventos. Trata-se de uma tecnologia inovadora que permite que usuários conectados à internet assistam vídeos ou ouçam áudios, ao vivo ou sob demanda. A transferência de dados é realizada em fluxo contínuo pela web, sem a necessidade de o usuário baixar (ou fazer o download) de um pacote grande de dados.
Com o streaming, o usuário é beneficiado com a experiência de assistir ao evento instantaneamente, sem a frustração de ter que esperar todo o arquivo ser baixado, o que pode prejudicar a aceitação do conteúdo.
A ferramenta democratiza o acesso à informação, permitindo uma experiência multimídia na internet que pode ser utilizada para promoções em vendas, cobertura de eventos, transmissões de discursos e pronunciamentos ou realização de cursos e treinamentos corporativos.
A tecnologia streaming também possibilita que TVs e rádios corporativas tornem-se online e alcancem um número ilimitado de telespectadores e ouvintes.
Embora a qualidade da imagem não seja o principal atrativo do serviço prestado pela empresa de transmissão via streaming, o objetivo da tecnologia é proporcionar acessibilidade e audiência ao conteúdo, com baixo custo de operação. Além da transmissão propriamente dita, o empreendedor pode oferecer serviços adicionais de hospedagem de vídeos, plataforma de transmissão, direção e gravação de imagens, criação de TV e rádio corporativa, edição de programas, transmissão para dispositivos móveis e desenvolvimento de websites.
Porém, o risco do empreendimento é o intenso barateamento e a velocidade de absorção de soluções tecnológicas, facilitando a sua aplicação por usuários e reduzindo a necessidade de apoio profissional. Mais informações sobre a sua viabilidade comercial podem ser obtidas por meio da elaboração de um plano de negócios. Para a construção deste plano, consulte o SEBRAE mais próximo.
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae.

Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda
Mercado
Segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT), o número de usuários de internet no mundo já ultrapassou a barreira de dois bilhões de pessoas. A quantidade de assinaturas de banda larga fixa alcançou 555 milhões e de banda larga móvel chegou a 940 milhões.
Segundo o Ibope, o Brasil possui 43,2 milhões de internautas. Ainda o principal local de acesso é a lan house (31%), seguido da própria residência (27%) e da casa de parentes e amigos (25%). O Brasil é o quinto país com o maior número de conexões à internet. Cerca de 40% das pessoas acessam a web diariamente, 10% de quatro a seis vezes por semana, 21% de duas a três vezes por semana, 18% uma vez por semana.
Conforme estudos divulgados pela Consultoria comScore, 86,5% dos internautas brasileiros com mais de 15 anos assistiram vídeos pela internet. Somente no mês de março de 2011, 35,9 milhões de pessoas assistiram 3,1 bilhões de vídeos pela internet. Cada internauta chegou a assistir 86 vídeos durante o mês, contabilizando 8,6 horas de vídeo. A maioria destes vídeos foi transmitida por streaming.
Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:
• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;
• Pesquisa a guias especializados e revistas sobre o segmento;
• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;
• Participação em seminários especializados.

Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda
Estrutura
O empreendedor necessita de uma estrutura simples para acomodar os equipamentos necessários para o funcionamento de uma empresa de transmissão de streaming. Uma sala comercial de 50 m² é suficiente para receber os clientes e acomodar os móveis e microcomputadores, com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio.
O local de trabalho deve ser limpo e organizado. O piso, a parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos. O piso deve ser de alta resistência e durabilidade, além de fácil manutenção. Cerâmicas e ladrilhos coloridos proporcionam um toque especial, enquanto granito e porcelanato oferecem luxo e sofisticação ao ambiente. Tons claros são adequados para lugares pequenos, pois proporcionam a sensação de amplitude. Texturas e tintas especiais na fachada externa personalizam e valorizam o ponto.
Profissionais qualificados (arquitetos, engenheiros, decoradores) poderão ajudar a definir as alterações a serem feitas no imóvel escolhido para funcionamento da loja, orientando em questões sobre ergometria, fluxo de operação, design dos móveis, iluminação, ventilação etc.
 
Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda
Pessoal
O fator humano é fundamental para o sucesso da empresa, visto que se trata de uma prestação de serviço especializado. O profissional deve possuir conhecimentos de produção de áudio e vídeo e de informática, além de estar atualizado com as novas tendências da internet. Noções em inglês também são úteis, visto que a grande maioria dos termos técnicos utilizados é em língua estrangeira.
A qualificação de profissionais aumenta o comprometimento com a empresa, eleva o nível de retenção de funcionários e melhora a performance do negócio. O treinamento dos colaboradores deve desenvolver as seguintes competências:
• Capacidade de percepção para entender e atender as expectativas dos clientes;
• Agilidade e presteza no atendimento;
• Capacidade de apresentar e vender os serviços da empresa;
• Motivação para crescer juntamente com o negócio.
Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos Trabalhadores nessa área, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências desagradáveis.
Caso seja fechado algum negócio que exija o aumento imediato da equipe de trabalho, o empreendedor pode contratar freelancers para a demanda. Esta modalidade de contratação destina-se ao atendimento de encomendas esporádicas, pois pode gerar passivos trabalhistas se for implementada continuamente.
O empreendedor pode participar de seminários, congressos e cursos direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e sintonizado com as tendências do setor. O SEBRAE da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e treinamentos adequados. 

Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda
Equipamentos
Os equipamentos básicos para o funcionamento de uma empresa de transmissão via streaming são:
• Microcomputadores com configuração mínima de Pentium 4/2 Ghz, 512 Mb de memória RAM, conexão de rede de 10/100 Mbps, placa de som de 16 bits compatível com WinXP, Windows XP, Windows Media Player 9, Windows Media Encoder 7 e placa de captura profissional de streaming (4);
• Impressoras (2);
• Armários para arquivo (5);
• Câmera de vídeo digital (2) e acessórios;
• Gravadores e microfones;
• Mesas e cadeiras (5 de cada).
Ao fazer o layout da empresa, o empreendedor deve levar em consideração a ambientação, decoração, ventilação e iluminação. Na área externa, deve-se atentar para a fachada, letreiros e estacionamento.
 
Transmissão via streaming de aúdio e vídeo sob demanda
Investimentos
O investimento varia muito de acordo com o porte do empreendimento. Uma empresa de transmissão via streaming, estabelecida em uma área de 50 m², exige um investimento inicial estimado em torno de R$ 40 mil, a ser alocado majoritariamente nos seguintes itens:
• Reforma do local: R$ 5.000,00;
• Microcomputadores: R$ 17.000,00;
• Impressoras: R$ 2.000,00;
• Armários para arquivo: R$ 3.000,00;
• Mesas e cadeiras: R$ 5.000,00;
• Câmera de vídeo digital, gravadores e microfones: R$ 4.500,00
• Capital de giro: R$ 3.500,00.
Para uma informação mais apurada sobre o investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo de plano de negócio disponível no SEBRAE.

Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Como Abrir - Montar uma Temakeria - Sushi em cone de alga

Temakeria - Sushi em cone de alga
Apresentação do Negócio

Desde a década de 1980 a culinária japonesa vem conquistando cada vem mais espaço no gosto dos brasileiros. Com um novo conceito em fast-food étnicos, os temakis, tipo de sushis em forma de cones, preparados basicamente com arroz acompanhado de peixes e legumes enrolados com alga, têm atraído à preferência de um público numeroso que quer comer rápido e de maneira nutritiva.

De origem japonesa “Te” significa mão e “maki” enrolado. O temaki diferentemente dos demais alimentos japoneses que são enrolados com a esteirinha de bambu, é feito somente com as mãos. Saudáveis e de baixa caloria, os cones, como também são conhecidos aqui no Brasil, originalmente eram feitos para reaproveitar alimentos que sobravam do preparo dos sushis e, desde que chegaram ao nosso país, já mudaram de tamanho, além de já terem sido adaptados da maneira de cada estado brasileiro, ganhando sabores, cores e ingredientes regionais.

Vida corrida, muito trabalho, stress e preocupação com o aumento de peso e a saúde, são temas bastante atuais da sociedade brasileira. Numa época em que às 24 horas do dia não são mais suficientes para fazermos tudo o que precisamos e queremos, as temakerias tem se transformado também em uma nova opção de renda e trabalho para muitos empreendedores.

Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.


Temakeria - Sushi em cone de alga
Mercado
O setor de alimentação é bastante competitivo, mas há certo grau de complementaridade entre os estabelecimentos. Podem-se encontrar temakerias bares, restaurantes e lanchonetes convivendo lado a lado, criando-se pólos de alimentação e opções diversificadas para o consumidor. Segundo a ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, hoje o setor de alimentação fora do lar (incluindo Temakerias, bares, restaurantes e lanchonetes) representa 2,4% do PIB brasileiro, além disso, o hábito de alimentação fora de casa é cada vez mais crescente e já corresponde a 26% dos gastos dos brasileiros com alimentos, sendo ainda responsável pela geração de 6 milhões de empregos em todo o Brasil.

O público das temakerias são na maioria jovens entre 18 e 30 anos, principalmente por ser fast-food, mais rápidos e mais barato que a comida japonesa. Por não ser um produto barato, os freqüentadores são em geral de classes sociais mais altas. Afinal, cada temaki custa entre R$9,00 e R$15,00, se houver consumo de bebida um lanche sai em média R$30 reais, que para lanche não é barato. 
 
Temakeria - Sushi em cone de alga
Estrutura
As estruturas geralmente são pequenas, pois as pessoas não ficam muito tempo na temakeria - elas chegam, comem e vão embora. Podem até comer em pé, encostadas no balcão. Por isso, este tipo de empreendimento são instalados em lojas de cerca de 40 m². O espaço deve ser dividido entre as áreas de produção e de atendimento. Um arquiteto poderá ajudá-lo a definir o layout ideal, de acordo com o imóvel escolhido para funcionamento da sua temakeria, lhe orientando em questões tais como: fluxo de operação, instalação de equipamentos, letreiros e sinalização, cores mais adequadas (que estimulam o apetite, que provoquem animação, etc.). A cor das temakerias, geralmente, é puxada para o laranja por causa do salmão, que é o símbolo deste tipo de alimentação. O estilo pode variar desde o rústico até o moderníssimo. O que deve ser a preocupação é o tipo de público, que segundo os entrevistados está entre 18 e 30 anos, ou seja, um público bastante jovem.

As temakerias devem ser mantidas nas mais perfeitas condições de ordem e higiene, inclusive no que se refere ao pessoal e ao material. A legislação de cada estado estabelece entre outras coisas, as instalações mínimas necessárias para funcionamento de estabelecimentos desta natureza. Além disso, a empresa deve proporcionar aos seus funcionários e clientes instalações físicas adequadas, com um ambiente arejado, limpo, com claridade e dentro das normas de segurança pré-estabeleciadas pelo Corpo de Bombeiros, que irá fazer a vistoria e liberar o funcionamento da temakeria. A área reservada para estoque deverá ser bem protegida, arejada e separada do público. A
área destinada ao público deverá ter banheiros masculinos e femininos. Em instalações com área reduzida, com apenas um pequeno balcão e sem lugar para sentar, poderá ter apenas um lavabo. O que é indispensável é que o tamanho seja suficiente para alocar o mobiliário e os equipamentos sem prejudicar o fluxo dos empregados.
A disposição dos equipamentos deve estar de acordo com a seqüência de utilização, para que haja o menor trânsito possível de pessoal, e os equipamentos fixos devem permitir fácil acesso e limpeza adequada.
Pisos e paredes: Material lavável, de preferência azulejos, e de cor branca.
Ralos: Devem ter tampa tipo ‘abre-fecha’ ou as tradicionais cobertas com plástico para não permitir a entrada de insetos.
Iluminação: Aproveite a luz natural sempre. Quanto às artificiais, dê preferência para as lâmpadas fluorescentes.
Local de armazenamento e manipulação: Local independente, onde não devem transitar substâncias tóxicas, com área independente para higiene e guarda de utensílios de preparação.
Higiene: Deve possuir lavatórios exclusivos e em posição estratégica para que os funcionários façam a higienização das mãos e vestiário com armários individuais e chuveiro. Para maiores informações, consulte a Secretaria de Estado e Saúde de seu estado. 
 
Temakeria - Sushi em cone de alga
Pessoal
A composição da equipe de trabalho irá depender da estrutura do empreendimento. Basicamente, ela deverá ser composta por um sushiman, atendentes para balcão, auxiliar de cozinha e caixa, este ultimo pode exercer a função de gerente do estabelecimento.

Temakeria - Sushi em cone de alga
Equipamentos
Os itens básicos são:
- freezer;
- geladeira;
- balcões refrigerados;
-fritadeira elétrica ou a gás industrial;
- processadores de alimentos,
- balcões térmicos – frio com bancada de mármore para preparo dos temakis;
- mini-balcões tipo vitrine refrigerados para exposição dos peixes;
- utensílios de cozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas, portas-guardanapo e facas especiais para corte de peixe);
- caixa registradora;
- mesas suspensas;
- material de escritório em geral;
- fax e telefone;
- caixa registradora.

Temakeria - Sushi em cone de alga
Investimentos
O valor necessário para investimento irá variar muito de acordo com o porte do empreendimento. Por esta razão sugerimos a elaboração de um Plano de Negócio, onde os recursos necessários, em função dos objetivos estabelecidos, poderão ser determinados. (vide modelo disponível em: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/integra_bia?ident_unico=1440). Estimamos que a montagem de uma temakeria requeira um investimento inicial de cerca de R$ 30 mil, a ser alocado majoritariamente na aquisição dos seguintes itens (não inclui gastos com aquisição do ponto comercial):
- Abertura da empresa - R$ 1.100,00;
- Balcão seco (atendimento) com bancada de mármore para preparo dos temakis - R$ 3.800,00;
- Bancada copa - R$ 1.200,00;
- Caixa Registradora ou PDV com impressora fiscal – R$ 3.000,00
- Estoque inicial de descartáveis (guardanapos, hashi, canudos para refrigerantes, etc.) - R$320,00;
- Estoque inicial de embalagens - R$ 500,00;
- Fax e telefone - R$ 400,00;
- Fritadeira elétrica ou a gás industrial - R$ 700,00;
- Geladeira - R$ 800,00;
- Luminoso -R$ 850,00;
- Marketing inicial - R$ 1.500,00;
- Mobiliário (armários, prateleiras, mesas e cadeiras para o atendimento) - R$ 1.800,00;
- Reformas e adaptação do imóvel (inclui projeto de arquitetura e decoração) - R$ 8.500,00;
- Sistema Eletrônico de Controle (software) – R$ 1.200,00
- Sistema exaustão /Ventilação / Refrigeração Ambiental - R$ 2.000,00;
- Uniformes para empregados - R$ 500,00;
- Utensílios de cozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas, portas-guardanapos, facas para sushi, etc.) - R$ 600,00.
- Vitrine / expositor refrigerado de Balcão – R$ 1.800,00 
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.

Como ser Taxista - Como Abrir - Montar uma empresa de Taxi

Taxista
Apresentação do Negócio

Em muitos países os serviços de táxi são atividades de interesse público e como tal reguladas pelo governo. No Brasil, os carros que prestam este serviço são autorizados a trabalhar através de licenças emitidas pelas Prefeituras, bem como, os taxistas (condutores autorizados) só podem exercer a atividade, após credenciados no órgão municipal de trânsito responsável.

Portanto, para se tornar um taxista (condutor credenciado) o interessado em exercer a atividade irá precisar de um carro também licenciado. Como o número de interessados (condutores), em geral, é superior as licenças disponíveis (Permissões ou Alvarás como também são conhecidas), comumente, estas licenças adquirem um valor de mercado elevado em algumas cidades, podendo chegar a cerca de R$ 300 mil, dependendo do tipo (livre ou privativa) e do ponto de estacionamento, como é o caso das licenças privativas para estacionamento no Aeroporto de Congonhas localizado na cidade de São Paulo.

Para aquelas pessoas que não puderem ou não quiserem gastar com uma licença, ela pode optar em trabalhar com um taxi de frota. Taxis de frotas são veículos de empresas de taxis que ficam disponíveis para taxistas em troca do pagamento de um valor diário, semanal ou mensal. Em São Paulo, esse valor diário pode variar entre 85 e 115 reais + combustível. Outras alternativas disponíveis em algumas cidades brasileiras é de alugar um taxi de uma Associação ou Cooperativa, ou mesmo alugar um carro de outro taxista (também chamado de preposto ou auxiliar).
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaboração deste plano consulte o SEBRAE mais próximo.


Taxista
Mercado
Segundo a ADETAXI – Associação de Taxi de Frota do Município de São Paulo somente nas capitais brasileiras existem cerca de 140.000 taxis em circulação. No Brasil a maior frota pertence ao município de São Paulo que tem cerca de 33.000 carros, seguido por Rio de Janeiro (32.000) e Salvador (7.800).

Comparação feita pelo Jornal Extra (disponível em http://extras.ig.com.br/infograficos/taxi. Acesso em 15 mai 2011) mostra que a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, é a Capital com a menor relação de táxi por habitante (1 táxi para cada 1.632 habitantes), seguida por Goiânia (1.058/habitante) e Curitiba (776/habitante). O Rio de Janeiro é a cidade que cobra o maior valor de bandeirada inicial e, Belém é a capital que apresenta o maior preço por km percorrido.

O incremento populacional de pequenas e médias cidades brasileiras associados ao aumento do poder de compra da população do país, observado nos últimos anos, são fatores que, aliados a perspectiva da realização de jogos da Copa do Mundo de 2014 em algumas capitais brasileiras, potencializam a geração de grandes oportunidades para o setor.

Em 19 de junho de 2008 foi aprovada a Lei 11.705, modificando o Código de Trânsito Brasileiro. Apelidada de "lei seca", proíbe o consumo da quantidade de bebida alcoólica superior a 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro (ou 2 dg de álcool por litro de sangue) por condutores de veículos. A entrada em vigor desta Lei fez aumentar o uso dos serviços de táxi em muitas cidade brasileiras.

Os serviços de táxi são inegavelmente um serviço público essencial e, sob o ponto de vista do interesse da população, seria mais bem regulado pelas Prefeituras se fossem observados princípios como: características urbanas, demográficas, renda, relação táxi por habitante, concorrência, disponibilidade de outros meios de transporte, fluxo turísticos peculiares a cada cidade, dentre outros fatores.

Contudo, o modelo atual adotado em muitas cidades brasileiras é aquele onde os operadores são selecionados através de licitação, mas, em alguns casos, autorizando-se a transferência de permissão. Especialistas acreditam que esta seja a causa de distorções observadas em relação aos serviços de táxi em muitas cidades: permissões com preços muito elevados contrastando com serviços de baixa qualidade, alto custo das tarifas, número total de remissões / alvarás concedidos em desacordo com a real necessidade da cidade, transporte clandestino (“táxi-pirata”), dentre outros problemas. 
 
Taxista
Estrutura
Para os taxistas autônomos (carro próprio, co-proprietário ou auxiliar), em geral não é exigida estrutura própria de apoio, para concessão da licença. Normalmente estes profissionais utilizam serviços terceirizados de mecânica, funilaria, pintura, abastecimento, etc. Uma opção para os taxistas autônomos que queiram contar com uma estrutura de apoio é associar-se a uma cooperativa ou associação de taxistas onde serviços tais como central de chamadas, mecânica, etc. podem ser compartilhados mediante determinado pagamento.

Da pessoa jurídica que pretende explorar o serviço de transporte de passageiros em veículos de aluguel a taxímetro, outra forma de definir a atividade, é comum os municípios exigirem prova de que estas dispõem de garagem com capacidade mínima para recolhimento de 60% (sessenta por cento) da frota total, com áreas equivalentes a 20 m2 por veículo e com superfície coberta de pelo menos 20% (vinte por cento), para execução de serviços gerais de manutenção.

Taxista
Pessoal
Embora a licença para exploração do serviço de taxi seja concedida, em muitas cidades, para profissionais autônomos e empresas legalmente constituídas, o serviço, propriamente dito, de transporte de passageiro no táxi é prestado por um único profissional, sem a necessidade de colaboradores. 
 
Taxista
Equipamentos
O equipamento imprescindível para o exercício da atividade é o carro. Para serem utilizados no serviço de transporte de passageiros na forma de táxi, em geral os carros devem satisfazer além das exigências do CTB e Legislação correlata, as seguintes exigências estabelecidas pelos municípios:
I. Encontrar-se em bom estado de conservação e funcionamento;
II. Utilizar a pintura padronizada e demais caracterização para táxi exigida pelo município.
III. Fabricação não superior a 08 (oito) anos;
IV. Estarem equipados com:
a) extintor de incêndio de capacidade proporcional à categoria do veículo Táxi e no modelo aprovado por resolução do Conselho Nacional de Trânsito;
b) taxímetro ou aparelhos registradores, em modelo aprovados, devidamente aferidos e lacrados pela autoridade competente;
c) caixa luminosa com a palavra “TÁXI”, sobre o teto, dotada de dispositivo que apague sua luz interna automaticamente, quando do acionamento do taxímetro;
d) dispositivo que indique a situação “livre” ou “em atendimento”;
e) cintos de segurança em perfeitas condições;
f) luz de freio elevada (brake light), na parte inferior interna (vidro traseiro);
V. conterem nos locais indicados:
a) a identificação do proprietário e do condutor;
b) o dístico “É PROIBIDO FUMAR”;
c) o número da placa de registro pintado nas portas dianteiras e a parte externa do teto, logo acima do vidro traseiro e internamente no painel;
d) identificação externa da empresa proprietária, através de siglas e símbolos previamente aprovados;

Nota: Estas exigências podem mudar de cidade para cidade, tais como número de portas do veículo, potência do motor, ar-condicionado, etc.  

Taxista
Investimentos
Para ter seu próprio táxi, além de comprar um veículo nos padrões exigidos pela Secretaria de Transporte do Município, o interessado deve obter um alvará, concedido pelo Município ou repassado por proprietários de uma dessas permissões.
Após comprar o alvará e o veículo (a aquisição do veículo “zero quilometro” goza de benefícios de isenção de IPI e ICMS – vide item LEGISLAÇÃO APLICÁVEL), o interessado deve colocar o taxímetro e pagar as taxas municipais.
Estimamos que, em média, nas capitais brasileiras, a compra de um carro próprio com alvará fique em torno de R$ 160.000,00. Isto sem considerar a compra da vaga para estacionar ou cota para ingressar em cooperativas, pratica comum nas grandes cidades, que podem chegar a valores adicionais em torno de até R$ 50.000,00.
 
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
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Como Abrir - Montar uma Tapiocaria

Tapiocaria
Apresentação do Negócio

Tal como a rapadura e a feijoada, a tapioca é uma comida típica do Brasil, integrando o patrimônio gastronômico e cultural nacional. Seu consumo entre nós é herança indígena, vinculada a outra tradição alimentar de nossa cultura - a mandioca.
Muito consumida em todo o norte e nordeste brasileiro a tapioca está, aos poucos, marcando a sua presença nos cardápios de todo o Brasil. Cada lugar tem um jeito próprio de fazer esta delícia. Pode ser salgada ou doce e o recheio incluir ingredientes como banana, chocolate, camarão, carne-de-sol, conforme o gosto do freguês, mas a mais tradicional é feita com coco e queijo.
Produto saboroso, de rápido consumo e principalmente barato, seja como substituta do lanche vespertino, ou do jantar, a tapioca que era uma iguaria típica do norte e nordeste, virou coqueluche em outras regiões do Brasil. A cada dia surgem novos pontos especializados na venda do produto, as chamadas Tapiocarias, cujo carro-chefe é a venda de tapioca com recheios inusitados e outros produtos a base de mandioca a reboque do sucesso.
Este documento não substitui o plano de negócio. Para elaborá-lo procure o Sebrae. 
 
Tapiocaria
Mercado
O fluxo migratório e turístico do país transformou a tapioca de vedete da culinária do norte e nordeste em iguaria disputada em muitos restaurantes de outras regiões brasileiras. Sua versatilidade e possibilidade de combinação com diversos ingredientes também conquistou consumidores de todas as classes sociais, sendo servida em ambientes bem diferenciados que vão desde barraquinhas de rua até restaurantes sofisticados.
 
As tapiocarias fazem parte do chamado mercado de alimentação fora do lar (Food Service) que, no Brasil, cresce a taxas acima de 10% ao ano, confirmando uma tendência de mudança no comportamento das famílias brasileiras.
 
Comer fora de casa com maior freqüência se tornou um hábito do brasileiro, que já supera a média de algumas economias de países desenvolvidos.  É o que aponta o estudo "Alimentação fora do lar na visão do consumidor brasileiro", desenvolvido pela Gouvêa de Souza - GS&MD, consultoria de consumo especializada em varejo, (disponível http://bgasystems.blogspot.com/2010/11/alimentacao-fora-do-lar-da-classe.html. Acesso em 05 mar 2011). De acordo com o levantamento, nos últimos 10 anos, a alimentação fora do lar subiu de 17% para 31,1% das despesas familiares com alimentação no Brasil. O número ultrapassa a média de 27 países da União Européia, como Alemanha (20%), França (22%) e Itália (14%).
 
O Estudo revela ainda que a  força do segmento se mostra mais forte na Classe A, onde a participação nas despesas com alimentação supera a média do país do fast food, maior consumidor de alimentos fora do lar. As classes A1 e A2 registraram, respectivamente, uma participação de 49,3% e 42,2%, enquanto os Estados Unidos tem uma média de 42%. Analistas destacam que o fato das despesas com o gasto de comer e beber fora casa dessas classes estar compatível com o grande consumidor do mundo no segmento é realmente impressionante. E a tendência é de aumento no Brasil com o crescimento da classe C.
 
O mercado de Food Service  movimenta atualmente cerca de 181,1 bilhões de reais no País. Na região Sudeste é onde está concentrado o maior percentual do país, com 37,2% da participação nas despesas com alimentação.
 
O tipo de alimentação fora de casa é bastante variado e abrange todas as refeições do dia, do café da manhã aos lanches fora de hora. Entre os critérios de escolha na hora de fazer essa refeição fora do lar a prioridade é o produto (alimento), com 32%. O estabelecimento (19%), o preço (18%), a conveniência (16%) e o serviço (15%), aparecem na seqüência como quesitos que mais pesam na escolha.
 
Tapiocaria
Estrutura
Uma pequena tapiocaria requer uma estrutura com cerca de 40m² a 50m², com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio. Esta área inclui a produção dos beijus, o atendimento aos clientes e o espaço necessário para mesas, cadeiras e banheiros. O estabelecimento deve ser mantido em perfeitas condições de ordem e higiene.
Segundo orientações da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), os banheiros e vestiários não devem se comunicar diretamente com as áreas de preparo e de armazenamento dos alimentos. O banheiro deve estar sempre limpo e organizado, com papel higiênico, sabonete, anti-séptico, papel toalha e lixeiras com tampa e pedal.
Para instalações em áreas mais reduzidas, onde não há necessidade de banheiros, mesas e cadeiras (quiosques e shopping centers, por exemplo), a estrutura deve prever um balcão de atendimento, uma bancada para a produção dos beijus, com espaço para acomodar as cubas com os recheios utilizados e local reservado a instalação do caixa. Além de local de estoque de produtos utilizados no preparo da tapioca e geladeria. A área reservada para estoque deve ser bem protegida, arejada e separada do público.
A disposição dos equipamentos deve estar de acordo com o processo produtivo de confecção dos beijus, reduzindo o trânsito desnecessário dos funcionários. Os equipamentos fixos devem permitir fácil acesso e limpeza adequada.
É preferível que a área de preparo dos beijus esteja visível ao público, através de balcões e divisórias de vidro. Isso atrai a atenção dos transeuntes e aumenta a sensação de segurança e higiene dos clientes mais exigentes.
O ambiente deve ser arejado, limpo, claro e dentro das normas de segurança pré-estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. O local de trabalho deve ser organizado e acima de tudo limpo, pois a sujeira acumulada propicia a multiplicação de micróbios. O piso, a parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos.
Para impedir a entrada e o abrigo de insetos e outros animais, as janelas devem possuir telas. Os objetos sem utilidade devem ser retirados das áreas de trabalho. O local deve ser mantido bem iluminado e ventilado e as lâmpadas protegidas contra quebras.
As superfícies que entram em contato com os ingredientes, como bancadas e mesas, devem ser mantidas em bom estado de conservação, sem rachaduras, trincas e outros defeitos.
Os produtos de limpeza não podem ser guardados juntamente com os alimentos. Eles devem conter no rótulo o número do registro no Ministério da Saúde ou a frase “Produto notificado na Anvisa”. A limpeza do ambiente é importante para prevenir e controlar baratas, ratos e outras pragas. Os venenos devem ser aplicados somente quando necessário e sempre por empresa especializada.
Profissionais qualificados (arquitetos, engenheiros, decoradores) poderão ajudar a definir as alterações a serem feitas no imóvel escolhido para funcionamento da empresa, orientando em questões sobre ergonometria, fluxo de operação, cores que estimulam o apetite, design dos móveis, iluminação, ventilação, etc.
Os pisos e paredes devem ser de material lavável de cor clara, de preferência azulejos, cerâmicas e porcelanatos. Decks de madeira também são excelentes opções.
Sempre que possível, deve-se aproveitar a luz natural. No final do mês, a economia da conta de luz compensa o investimento. Quanto às artificiais, a preferência é pelas lâmpadas fluorescentes, que ressaltam as cores das frutas.
O local de armazenamento e manipulação precisa ser independente, onde não se transitam substâncias tóxicas, com área independente para higiene e guarda de utensílios de preparação.
O lixo, além de atrair insetos e outros animais para a área de preparo dos alimentos, é o meio ideal para a multiplicação de micróbios patogênicos. Por isso, a cozinha deve ter lixeiras de fácil limpeza, com tampa e pedal e o lixo deve ser retirado para fora da área de preparo de alimentos em sacos bem fechados. Após o seu manuseio, devem-se lavar as mãos.
Tapiocaria
Pessoal
O número de empregados irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento e horário de funcionamento da Casa. Em geral uma tapiocaria convencional (instalada em um imóvel comercial) exige uma equipe composta de:
 - Gerente: pode ser o proprietário. Deve ter conhecimento de gestão e do processo produtivo. Também será o responsável pelas atividades administrativas, financeiras, de controle de estoque e de supervisão das regras de higiene.
- Manipulador (es) ou cozinheiro(s): responsável por preparar os beijus de tapioca, colocar os recheios e atender aos pedidos (comandas) das mesas entregue pelos garçons. Devem ser extremamente higiênicos, cuidadosos e interessados em novas receitas. As mulheres devem utilizar cabelos presos, cobertos com redes ou toucas, retirar brincos, pulseiras, anéis, aliança, colares, relógio e maquiagem. Os homens devem evitar bigodes, barba e costeleta. O uniforme deve ser usado somente na área de preparo dos beijus, com troca diária.
- Garçons / Atendentes / Auxiliares: responsáveis pelo atendimento ao público, tirar dúvidas, servir os produtos e auxiliar na arrumação das mesas, cozinha, etc.
- Caixa: responsável pela manipulação de dinheiro e outros meios de pagamento. Deve ser confiável, rápido e com raciocínio matemático. Não pode ter qualquer contato com os alimentos. Muitas vezes, essa função é desempenhada também pelo próprio gerente do estabelecimento.
 De acordo com o horário de funcionamento e o comportamento de vendas ao longo do dia (atenção aos horários de pico), podem ser necessários dois turnos de trabalho e a contratação de mais funcionários. Esta expansão do negócio precisa ser planejada conforme o aumento do faturamento.
Tapiocaria
Equipamentos
Os itens básicos para a operação de uma tapiocaria são:
- bancada de mármore com cubas separadas para colocação de cada recheio  e queimadores  para o preparo da tapioca;
- caixa registradora com impressora fiscal;
- cortador de frios e laticínios;
- descartáveis (guardanapos, filtro de papel, etc.);
- embalagens;
- fax e telefone;
- fogão industrial;;
- freezer;
- geladeira;
- material de escritório em geral;
- mesas e cadeiras para os clientes;
- mini-balcões tipo estufa;
- processadores de alimentos, liqüidificadores e espremedores industriais de frutas;
- sistema exaustor;
- uniformes.
- utensílios de cozinha (panelas, talheres, tabuleiros, pratos, copos, tulipas, toalhas, portas-guardanapo, saleiro, etc.);
 
Tapiocaria
Investimentos
O valor necessário para investimento na instalação de uma tapiocaria irá variar muito de acordo com o modelo de negócio definido pelo empreendedor. Por esta razão sugerimos a elaboração de um Plano de Negócio, onde os recursos necessários, em função dos objetivos estabelecidos de retorno e alcance de mercado, poderão ser determinados. (vide modelo disponível em: http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/integra_bia?ident_unico=1440).
Estimamos que a montagem de uma pequena tapiocaria em um imóvel de cerca de 40m² requeira um investimento inicial de cerca de R$ 45 mil (não inclui valor de aquisição ou luvas do ponto comercial), a ser alocado majoritariamente na instalação e aquisição dos seguintes itens:
- Abertura da empresa – R$ 3.000,00
- Aparelho de fax e telefone - R$ 400,00;
- Caixa Registradora ou PDV com impressora fiscal – R$ 3.000,00
- Capital de giro inicial - R$ 8.000,00
- Equipamentos diversos – R$ 6.000,00.
- Letreiro -R$ 1.200,00;
- Marketing inicial - R$ 1.500,00;
- Mobiliário (balcão, Mesas e cadeiras para clientes) - R$ 12.000,00;
- Obras para adaptação do imóvel – R$ 10.000,00
Fonte:
http://www.sebrae.com.br/
Procure o Sebrae mais próximo para maiores informações. O Sebrae é o ponto de apoio para micro e pequenos empreendedores.